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domingo, 16 de outubro de 2016

APRENDA A PREPARAR UMA RECEITA JAPONESA DELICIOSA: REFOGADO DE MOYASHI COM FRANGO!

Todos nós sabemos que a comida japonesa é uma das mais saudáveis e uma das provas de longevidade dos japoneses. Este prato típico não é diferente, pois é repleto de ingredientes que fazem bem à saúde. Fácil de fazer, pode ser preparado à noite para o jantar, depois de um dia corrido, pois não é preciso passar horas na cozinha.


INGREDIENTES
2 peitos de frango
2 pacotes de macarrão tipo noodles
4 cogumelos grandes
1 pimentão amarelo cortado em fatias
½ pacote de broto de feijão
1 porção pequena de broto de bambu
2 repolhos-chineses pequenos picados
3 cebolinhas picadas
1 punhado de coentro picado
½ pimenta vermelha picada
1 lata de leite de coco
1 cubo de caldo de galinha
1 pedaço de capim-limão
Pasta de alho
2 colheres de chá de pasta de curry verde (opcional)

PREPARO
1. Preaqueça o forno a 200 graus.
2. Corte os peitos de frango em fatias e disponha em uma forma. Despeje água fervente até cobrir o frango. Leve ao forno por 25 a 30 minutos.
3. Coloque um pouco de óleo em uma panela antes de adicionar a pasta de curry (se for usar). Adicione o leite de coco. Use a medida da lata do leite de coco com água fervente e derreta o caldo de galinha. Adicione à panela e deixe cozinhar por 5 minutos.
4. Acrescente então o capim-limão, a pasta de alho, a pimenta, a cebolinha e o coentro. Deixe ferver e cozinhe por mais 10 minutos.
5. Em outra panela, coloque um pouco de óleo e refogue o broto de feijão, os cogumelos, o repolho eo pimentão. Refogue por até 4 minutos e então coloque o broto de bambu.
6. Retire o frango do forno, remova a água e adicione-o à sopa.
7. Cozinhe o macarrão e, depois de pronto, coloque-o em tigelas e, em seguida, disponha a sopa.
8. Decore com folhas frescas de coentro, pimenta vermelha ou uma fatia de limão.

Fonte: heelsinmybackpack.com


7 FORMAS NATURAIS DE ACABAR COM A CELULITE PERSISTENTE

Dentre muitos dos ‘pesadelos femininos’, a celulite é um deles. Nenhuma mulher gosta de ter aquela aparência de ‘queijo furadinho’ no corpo, mas nem sempre é fácil livrar-se desse problema. Com a chegada do verão, muitas mulheres ficam desesperadas e recorrem a tratamentos dermatológicos muito caros e até mesmo dolorosos que incluem injeções.

Mas como a celulite acontece?

Ela surge quando há uma gordura armazenada sob a superfície da pele, que, ao contrário de outras gorduras de corpo, é extremamente difícil de queimar, independentemente do peso corporal. É parcialmente genética, mas também é influenciada por escolhas de estilo de vida da pessoa e as toxinas contidas no corpo. Existem muitos cremes caros nas lojas que pretendem acabar com a celulite, mas existem soluções mais baratas e saudáveis. Poucas pessoas sabem que esta gordura pegajosa pode ir embora com ajustes em uma simples dieta. Aqui estão 7 dicas que podem ajudar você a dar seu adeus à celulite de maneira natural.

1. REMOVA TOXINAS


O nosso corpo pode ficar inundado com toxinas externas, como poluentes no ar, produtos químicos e pesticidas, e também aquelas que digerimos, como açúcar refinado e alimentos processados e industrializados. Essas toxinas são armazenadas em células de gordura para proteger seus órgãos vitais, para que não sejam expostos a esses ‘venenos’. Como a celulite é um tipo de gordura, é inevitável que os níveis de toxicidade cresçam como parte deste processo. As melhores maneiras para remover o acúmulo é nivelá-lo para fora, hidratando muito bem o seu corpo regularmente. Transpirar pode ajudar também, por isso faça alguma sessões de sauna seca ou a vapor. Muitas toxinas são liberadas com o suor. Depois, hidrate-se com água mineral e filtrada. Água é muito importante nesse processo, como você verá a seguir. Aproveite e confira aqui os benefícios que sauna faz à sua saúde
.
2. TOMATES FRESCOS E MOLHOS


Os tomates podem ajudar a livrar o seu corpo de celulite, pois têm uma alta concentração de licopeno, um nutriente que dá o pigmento vermelho ou alaranjando ao tomate e outras frutas. A presença de licopeno no seu organismo ajuda a reforçar o colágeno, evitando o surgimento da celulite. Se quiser consumi-lo em forma de molho, opte pelo caseiro.

3. ESCOVAR A PELE COM ÓLEO DE COCO CURA PARA CELULITE


Você também pode fazer uma esfoliação natural na pele seca ao mesmo tempo que a hidrata, usando uma escova e óleo de coco extra virgem para acabar com a celulite. A escovação estimula tanto os sistemas linfático, como a imunidade, e aumenta a circulação. Também aperta a epiderme, que ajuda a quebrar o material tóxico contido dentro da celulite. Use uma escova de cerdas naturais hidratada com um pouco de óleo de coco extra virgem e comece a escovar as áreas do sistema linfático, como as axilas e virilha. Você também pode escovar as suas pernas, braços, abdômen e costas, sempre com a intenção de mover os movimentos em direção ao coração.

4. TOME MAIS ÁGUA


Ficar adequadamente hidratado é vital para a saúde em geral. Um dos órgãos mais beneficiados com a água é a pele, que pode ficar mais firme e lisa. Esta é uma maneira de reduzir a celulite, no entanto poucas pessoas percebem que quantidades adicionais de água podem ser consumidas ao comer frutas e vegetais com alto teor de água. Consuma pepinos, melancia, melão e folhas verdes. Esses alimentos também são baixos em calorias, o que pode lhe ajudar caso você estiver tentando controlar o seu peso.

5. CHÁ VERDE


Quando você toma chá verde, o seu metabolismo acelera e impede a produção de enzimas de absorção de gordura. Isso ajuda a queimá-las mais rápido. O chá também aumenta o uso de energia, o que ajuda a queimar calorias. Esteja ciente, no entanto, que existem catequinas no chá verde, que podem reduzir a resistência à insulina.

6. VINAGRE DE MAÇÃ


O vinagre de maçã não remove a celulite permanentemente, mas reduz aquela aparência desagradável. Basta misturar uma parte vinagre de maçã com duas partes de água e um pouco de mel. Esfregue essa mistura sobre as áreas afetadas e, em seguida, enxágue com água morna. Outra maneira de aplicar o vinagre de maçã é fazendo um envoltório no corpo. Você pode misturá-lo com partes iguais de água e esfregar na pele. Enrole a área com filme plástico e cubra-o com uma toalha quente. Depois de uma hora, você pode remover a toalha e o plástico. Lave em seguida.

7. GINKGO BILOBA


A planta Ginkgo biloba tem sido usada para fins medicinais durante séculos, e o seu chá é excelente para a saúde, pois incentiva e melhora a circulação, além de outras melhorias no organismo. Quando você tem uma boa circulação, a sua pele tem uma textura mais firme e uniforme. Além disso, uma boa circulação também vai assegurar que a gordura armazenada na celulite possa ser transferida para o tecido muscular de forma mais eficaz, e então pode ser queimada para produzir energia.


Fonte: naturalsociety.com

terça-feira, 11 de outubro de 2016

HILÁRIA ESSA PIADA: OS APELIDOS VARIADOS DO ZÉ!

José mora em uma cidadezinha do interior e, desde criança, era incomodado por Artur, um colega que dava todos os apelidos possíveis para ele. Era sempre Zé alguma coisa. Quando José ficou adulto, ele se mudou para um bairro mais afastado do centro para fugir dessa pessoa chata. Comprou uma casinha bem cuidada, com um belo jardim na frente e uma árvore muito bonita.

Mas o que ele não esperava é que o vizinho da frente era ninguém menos que Artur, o ‘amigo da onça’ que adorava apelidá-lo. E não deu outra: ao ver José ali no quintal debaixo da árvore, ele grita:

— Fala, Zé da Árvore! Prazer ter você aqui, hein!
José não acredita naquilo! Mas, dessa vez, ele não tolera. No dia seguinte, chama os serviços da prefeitura e pede para cortar a árvore. Os funcionários fazem o serviço, mas deixam o toco da árvore ali. Ao ver o vizinho, ele diz:
— E então, vai me chamar de Zé da Árvore outra vez?
— Ah, claro que não. A partir de agora você é o Zé do Toco!
E saiu dando risada.


Furioso com o novo apelido, Zé contratou um tratorista para remover o toco do jardim, deixando ali um buraco. Dias depois, eis que aparece Artur e, ao vê-lo, José grita:

— Agora quero ver se você vai me chamar de Zé do Toco outra vez!
— Claro que não, Zé do Buraco! Ha ha ha!

Zé fica ainda mais furioso. E, para parar de vez com essa brincadeira sem graça, ele mesmo decide tapar o buraco no mesmo dia. Na manhã seguinte, ele está ali no quintal esperando o vizinho piadista. Quando Artur sai de casa, ele o chama:

— Agora acabou! Quero ver que apelido você vai me dar agora! Não tem árvore, nem toco, nem buraco!

Em questão de segundos, Artur responde:

— Que nada! Agora você é tapado!
— O quê? Como assim? Agora você está me ofendendo!

E antes que Zé partisse para cima dele, Artur responde:

— Zé do Buraco Tapado, oras!

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

O QUE PERDI COM O DIVÓRCIO DOS MEUS PAIS

O testemunho dilacerante de um adulto cuja infância foi destruída


Compartilho o seguinte testemunho de um pai de família sobre o divórcio de seus pais – e o quanto esse divórcio o afetou para sempre.

Meu nome é Roberto, sou dentista, feliz no casamento e pai de três filhos. Meus pais são divorciados e é sobre esta realidade que eu desejo dar meu testemunho.

Eu tinha apenas 8 anos, era filho único e meus pais pensavam que, pela idade, não me dava conta das coisas, não me inquietava, não me angustiava. Como eles estavam enganados!

É verdade que eu não fui testemunha de brigas entre eles, embora certamente tenha havido algumas. Mas, bem antes que eles se separassem (e acho que isso também eles nem imaginavam), eu percebia a falta de alegria e de manifestações de carinho entre eles. Era como se eles respirassem um indefinível ar rarefeito.

Naquela situação, confuso, eu sentia certa “culpa”, imaginada por uma lógica infantil que me levava a pensar coisas como estas: “Se eles estão mal, então eu também devo estar”; “Eles estão bem, eu é que estou mal”; “Eu não devia ter nascido ou eles não queriam que eu nascesse”…

Eu fingia estar distraído, brincando, mas ouvia quando eles falavam de acordos sobre os carros, a casa, os móveis, as contas; falavam de um jeito tenso, que me atingia.
Fui, eu mesmo, o objeto de mais um acordo na hora de repartir as “coisas” e as supostas responsabilidades. Acabei sendo um “sortudo” filho do divórcio, já que me garantiram teto, meios materiais e educação acadêmica.

E foi assim que me tornei um ser a quem era preciso garantir coisas; não tanto afeto, mas sim recursos para “progredir”.

Com meus pais já separados, eu passava tempos com cada um. Ambos tinham dinheiro para gastar e me transformaram num menino mimado e exigente, cujos estados de ânimo eles tentavam controlar com mimos materiais, num jogo de “eu te dou, mas não me dou”; e depois me passavam para o outro, em turnos, com um beijo frio e um sorrisinho.

Eu continuava sem entender…

À noite, em pesadelos, um monstro peludo me assustava e eu esperava que ele sumisse magicamente. Era isso o que eu pedia aos Reis Magos [nota da redação: em vários países de tradição hispânica, os presentes para as crianças não são entregues no dia de Natal, mas sim no dia 6 de janeiro, festa da Epifania – e quem os entrega não é o Papai Noel, e sim os três Reis Magos].

Mas o monstro peludo não ia embora nunca. Tive que me acostumar com ele e começar a chamá-lo pelo nome.

O nome dele era divórcio.

Foi assim que a palavra divórcio passou a fazer parte do meu mundo, e, à medida que eu fui crescendo, mais era envolvido na triste realidade do drama de dois adultos. Um drama em que eles foram capazes de deixar de lado o mais importante; se não para eles, com certeza para mim: a nossa família. E… se eu era parte dela… onde é que eu ficava?

Quando alguém me perguntava sobre a minha família, me doía e eu apelava à mentira. Sentia inveja, além disso, das pessoas que estavam abrigadas por um sólido matrimônio. Ficava com muita raiva quando via filmes em que apresentavam o divórcio como algo inevitável, natural e, às vezes, até “divertido”. Fiz amigos que compartilhavam a mesma situação, mas acabava me afastando deles, porque tinham uma conduta difícil.

Meus pais partiram para segundas uniões e formaram “outras famílias”. Como eu continuava me alternando entre os dois, me vi com um padrasto, uma madrasta e meios irmãos aqui e ali. Eu era um curinga.

Cresci, terminei a universidade, assumi uma profissão e, do jeito que pude, me tornei alguém que conseguia preservar seu equilíbrio interior.

Embora eu tenha sofrido a solidão, nas fotos dos acontecimentos acadêmicos e sociais mais importantes da minha vida, bem como no meu casamento, os meus pais apareceram, paradoxalmente, sempre juntos e sorridentes, aparentando ser ainda, junto comigo, uma família.
A minha é uma de tantas histórias em que o divórcio não parece ser tão ruim, mas isto não é verdade para quem sabe o que traz no coração.

Não é minha intenção julgar os meus pais. Estou apenas constatando que tudo isso que vivi é e será sempre uma grande injustiça com os inocentes.

Ficou para trás o tempo em que eu me esforçava para que a minha situação “não me importasse”; o tempo em que eu dizia para mim mesmo que “tinha tudo”, que vivia uma situação mais comum do que parecia e que, de certo modo, era um sinal dos tempos.

Ouvi pontificarem muitas vezes que o divórcio era a alternativa para quem precisava refazer a vida sentimentalmente; uma conquista da maturidade sobre a liberdade humana. Cheguei a considerar tudo isso.

Mas não consegui me convencer e decidi enfrentar o fato a partir da minha própria experiência: é algo que eu jamais teria escolhido como contexto para viver e crescer.
O homem é livre, sim, e, precisamente por isso, tem a capacidade de usar a própria liberdade para se comprometer, por amor, com o que deve ser.

A grande verdade é que o divórcio contraria a natureza pessoal do amor conjugal, do qual nascem os direitos do filho ao desenvolvimento da plenitude do seu ser. E estes são três direitos naturais e irrenunciáveis que os filhos do divórcio perdem:

Um filho tem direito à certeza de saber que foi concebido por amor, um amor que lhe dá o senso de pertencimento, dele aos seus pais e dos seus pais a ele. O amor dos esposos é um amor de espíritos encarnados, e as coisas do espírito não são medidas pelo tempo nem condicionadas pelo mundo. O amor conjugal, portanto, é um amor que transcende o tempo, o sofrimento, as contrariedades, as provações, formando uma muralha protetora do matrimônio e dos filhos. Um amor assim se estende aos filhos como valor transformado em vida; como a melhor herança afetiva.

Um filho herda o direito a três amores para crescer integramente: o do pai, o da mãe e o que nasce do amor conjugal que flui entre eles; esse amor que é fruto de uma nova forma de ser união entre dois e que combina o melhor da natureza pessoal. Por isso, para um filho, o valor deste último amor é infinitamente maior que o de cada um dos seus pais individualmente – e isso que o valor individual de cada um deles já é maravilhoso. O amor que nasce dessa união é a escola onde o filho aprende a se abrir aos outros em atos livres, responsáveis, sustentando o desenvolvimento de toda a sua humanidade como homem ou como mulher.

Um filho tem direito ao testemunho do compromisso de seus pais. Para aprender a andar pelo caminho da prudência, onde a responsabilidade é a maturidade da liberdade; onde o compromisso é a maturidade da responsabilidade; onde o amor é a maturidade do compromisso, abrangendo todo o tempo da existência.

Estes direitos não me foram reconhecidos, e, sem eles, ainda fui capaz de andar pelo caminho do verdadeiro amor, mas sem bússola, sem pegadas para seguir, sem uma mão para me guiar.

Hoje, adulto, eu me esforço para viver uma vida realizada e rezo a Deus Pai para que caminhe na minha casa e cure todas as sombras, dúvidas, temores que o monstro do divórcio semeou no mais profundo do meu subconsciente.

Peço a Deus também que cuide, cure e livre os meus filhos do erro.


Esta história é taggeada em:  DIVORCIO-FAMILIA-FILHOS-PAIS

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

ANDRÉ RIEU AGORA NOS ENCANTA COM "BALLADE POUR ADELINE"!

Todas as performances de André Rieu são lindas, e ele tem também uma habilidade especial para realçar o talentos de outros músicos. Esta apresentação da "Ballade pour Adeline" foi filmada em Viena, com a Johann Strauss Orchestra. Esperamos que você também aprecie esta doce e delicada melodia!



21 LINDAS IMAGENS DE MARIA NA ARTE

Um belo arranjo de eternas imagens – clássicas e modernas – para honrar a Virgem Maria.


Em todo o mundo, os cristãos louvam e lembram-se da Santíssima Virgem rezando terços e rosários. Apresentamos um belo arranjo de eternas imagens – clássicas e modernas – que nos lembram o grandioso significado de Maria.

ÍCONE AGIOSORITISSA (MÃE DE DEUS), ARTISTA DESCONHECIDO.


Ícones são janelas para o céu e um lembrete de que aqueles que morreram ainda estão entre nós. Este lindo ícone, pintado no século 7, é uma das mais antigas imagens conhecidas de Maria. Muito poucos ícones deste período permaneceram.

ANUNCIAÇÃO A VIRGEM MARIA, POR FRA ANGELICO


Maria – pintada aqui por Fra Angelico, monge do século 15 – é frequentemente retratada segurando uma Bíblia. De certa forma, ao estudar as Escrituras, Maria conhecia e amava seu filho antes que ele fosse concebido.


Esta imagem historicamente significativa e famosa de Maria nunca deixa de surpreender os espectadores, especialmente quando se olha para o original na Cidade do México. Quando milagrosamente apareceu no manto de um camponês chamado Juan Diego, em 1531, a imagem tornou-se um sinal de amor de Maria para a humanidade.

VIRGEM MARIA, POR FILIPPO LIPPI (MEADOS DO SÉCULO 15)


As Escrituras dizem que Maria ponderou as palavras e ações de Jesus em seu coração. Maria, sempre em oração e calma, considerava que Deus estava em ação em sua vida e no mundo.

AMAMENTAÇÃO DE CRISTO, ARTISTA DESCONHECIDO


Uma das muitas imagens históricas de Maria amamentando Jesus, esta descreve a beleza do corpo humano e a proximidade de uma mãe com seu filho na mais fundamental das interações humanas.

VIRGEM MARIA AFRICANA, ARTISTA DESCONHECIDO


Esta bela representação de uma Virgem Maria Africana, com cores vibrantes e de forma estilizada, é uma reminiscência de um ícone na sua formalidade, e transmite o tenro protecionismo de uma mãe por seu filho.

CABEÇA DA VIRGEM (HEAD OF THE VIRGIN), DE LEONARDO DA VINCI

Esta imagem mostra quão magistral Leonardo estava em seu ofício. O perfil da Virgem é sereno e é descrito como possuindo “beleza mágica”. É difícil não notar o amor em seus olhos.

VIRGEM MARIA AFRICANA, POR HENNIE NIEMANN JNR


Pintada pelo artista sul-africano Hennie Niemann Jnr, a criatividade e o uso da cor nesta pintura revelam Maria como nunca vimos antes. Serena e bonita, ela aparece sem idade.

VIRGEM MARIA, POR FRANCESCO FRANCIA, CERCA DE 1450


Francia pintou a Virgem aqui com tal delicadeza que supostamente o povo de Veneza, quando viu a nova e viva beleza, correu imediatamente para vê-la, pensando que nunca seria possível melhorá-la.

VIRGEM MARIA, POR JAN VAN EYCK (DO GHENT ALTARPIECE, 1432)


Esta imagem é um painel de uma coleção de pinturas criadas em um altar de uma igreja. Durante a Segunda Guerra Mundial, a pintura foi roubada e recuperada posteriormente pelos Monuments Men. Van Eyck, o artista, trabalhou com um novo tipo de tinta feita de óleos e os usou para obter uma saturação da cor que é incomparável.

COROAÇÃO DA VIRGEM, POR EL GRECO


A luminosidade típica de El Greco brilha nesta cena de coroação. Lá embaixo, os discípulos estão reunidos olhando com espanto para a celeste Rainha – a Virgem Maria sendo coroada Rainha do Céu pelas três pessoas da Trindade.

THEOTOKOS (MÃE DE DEUS), POR ANN MARIE CAMPBELL


Theotokos significa “Deus-portador”, um título dado a Maria, que deu à luz o filho de Deus. A artista Ann Marie Campbell fez sua própria tinta usando gemas de ovo e pigmentos em pó de todo o mundo e adicionou 23 quilates de ouro e cristais Swarovski para este belo ícone, que segundo ela está entre os seus favoritos pessoais.

LA VIRGEN DE LA LECHE, DE LUIS DE MORALES


Neste retrato do artista espanhol do século 16 conhecido como “El Divino”, o menino Jesus puxa o véu de sua mãe e agarra em seu peito. A pintura nos lembra a maternidade de Maria. Como qualquer bebê, Jesus era totalmente dependente de sua mãe para sua vida e sustento.

MADONNA OF THE MAGNIFICAT, POR SANDRO BOTTICELLI (CERCA DE 1445)




Esta imagem é um painel de uma coleção de pinturas criadas em um altar de uma igreja. Durante a Segunda Guerra Mundial, a pintura foi roubada e recuperada posteriormente pelos Monuments Men. Van Eyck, o artista, trabalhou com um novo tipo de tinta feita de óleos e os usou para obter uma saturação da cor que é incomparável.

COROAÇÃO DA VIRGEM, POR EL GRECO


A luminosidade típica de El Greco brilha nesta cena de coroação. Lá embaixo, os discípulos estão reunidos olhando com espanto para a celeste Rainha – a Virgem Maria sendo coroada Rainha do Céu pelas três pessoas da Trindade.

THEOTOKOS (MÃE DE DEUS), POR ANN MARIE CAMPBELL



Theotokos significa “Deus-portador”, um título dado a Maria, que deu à luz o filho de Deus. A artista Ann Marie Campbell fez sua própria tinta usando gemas de ovo e pigmentos em pó de todo o mundo e adicionou 23 quilates de ouro e cristais Swarovski para este belo ícone, que segundo ela está entre os seus favoritos pessoais.

LA VIRGEN DE LA LECHE, DE LUIS DE MORALES


Neste retrato do artista espanhol do século 16 conhecido como “El Divino”, o menino Jesus puxa o véu de sua mãe e agarra em seu peito. A pintura nos lembra a maternidade de Maria. Como qualquer bebê, Jesus era totalmente dependente de sua mãe para sua vida e sustento.

MADONNA OF THE MAGNIFICAT, POR SANDRO BOTTICELLI (CERCA DE 1445)


O título da pintura de Botticelli alude ao Magnificat, uma oração de agradecimento que Maria oferece a Deus. A Mãe de Deus é descrita aqui sendo coroada com estrelas brilhantes, uma alusão a um dos seus títulos tradicionais, “Stella”, que significa “estrela”.

VIRGEM MARIA, POR EL GRECO


El Greco pinta Maria aqui de uma forma que permite sua alma brilhar a partir da imagem. A coloração é sutil, mas luminosa, e, embora Maria pareça apreensiva, ela também está radiante.

NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO, ÍCONE BIZANTINO (QUE SE ACREDITA SER DO SÉCULO 13 OU 14)


A lenda por trás deste ícone bizantino diz que é uma cópia de um original perdido pintado pelo próprio São Lucas. A tradição conta que esta cena retrata o momento em que Jesus acordou de um sonho ruim e Maria o confortou. Durante séculos os cristãos têm se voltado para Nossa Senhora do Perpétuo Socorro para pedir a intercessão de Maria.


FONTE: http://pt.aleteia.org/2016/09/26/16-lindas-imagens-de-maria-na-arte/2/