Grupo Flor de Cactus - Um sonho, uma realidade
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
sábado, 11 de janeiro de 2020
FICÇÃO CIENTÍFICA
Uma grande ficção científica
não deve se preocupar apenas em
prever avanços tecnológicos, mas sim, em
explorar as forças
que dão origem a essa tecnologia e seus efeitos na
psicologia
individual e de massa.
Grandes ficções científicas
também disfarçam os poderes dominantes,
sejam governos ou corporações, em
personagens ou grupos fictícios
para criticá-los ou satirizá-los.
Algumas tratam de vigilância
direta, outras especulam sobre
coleta de inteligência interpessoal ou
consideram o assunto de maneiras
mais oblíquas.
Outras, ainda, destilam a
vigilância de sua essência: enquanto uma face
de um sistema de controle muito
maior e abrangente, que vai do topo da
pirâmide até sua base.
Roger Zelazny, O Senhor da
Luz
Seres humanos viajam através
de uma nave, a Estrela da Índia, para um
planeta distante parecido com a Terra.
Equipados com uma tecnologia
incrivelmente avançada, eles se definiram
como deuses do panteão hindu.
Antecipando o interesse de William Gibson
em implantes e outros tipos de
modificações, os humanos alteraram suas
mentes e corpos.
Eles também aperfeiçoaram a
transferência de mentes — a habilidade de
migrar a mente de uma pessoa para um
corpo novo por meio da tecnologia.
Mas há uma pegadinha: a elite
burocrata religiosa mapeia as mentes
atrás do carma individual, o que determina
o novo corpo da alma.
É uma forma aterrorizante de
vigilância existencial. Nesse mundo, uma
figura meio Buda chamada Sam (um
membro original da equipe da
Estrela da Índia), aparece para trazer iluminação
e tecnologia às massas.
John Brunner

DELICIOSA RECEITA DE
SOPA DE ABACATE COM FRANGO
O
abacate é uma fruta maravilhosa e muito nutritiva, e com a vantagem de que
pode
ser usada em diversos pratos, doces e salgados, devido à sua textura
macia e
cremosa. Então, por que não preparar uma deliciosa sopa com ele?
Com a chegada
do inverno, sopas são ideais para o jantar, pois é um prato
reconfortante que
nos mantém aquecidos.
Essa
sopa de abacate com frango é uma ótima opção. Gostosa, nutritiva e
muito
saudável, vai surpreender seus familiares e amigos com um sabor
diferenciado.
Veja o preparo abaixo, assim como os ingredientes e o passo a passo.
Ingredientes
1
peito de frango grande (cerca de 450 g) sem pele e sem osso cortado em pedaços
1
colher de sopa de óleo
1
xícara de cebolinhas picadas
Pimenta
jalapeño picada a gosto (ou molho de pimenta jalapeño)
2
dentes de alho picados
1
litro de caldo de frango
1
colher de chá de cominho em pó
1/3
de xícara de coentro picado
3
colheres de sopa de suco de limão extraído na hora
2
abacates grandes
Sal
e pimenta-do-reino a gosto
1
tomate picado (pode substituir por molho de tomate)
Tortilhas
para acompanhar (opcional)
Queijo
parmesão ralado ou outro de sua preferência a gosto (opcional)
Preparo
1.
Em uma panela grande, aqueça o óleo em temperatura média.
Adicione as
cebolinhas, a pimenta e o alho e frite por 2 minutos até a
cebolinha murchar.
2.
Acrescente o peito de frango, o cominho e o caldo de frango e
cozinhe por 10 a
15 minutos até que o frango esteja cozido. O tempo vai
depender de qual tamanho
você cortar os pedaços do frango.
3.
Retire o frango da panela. Quando esfriar, desfie com as mãos e reserve.
4.
No liquidificador, bata 1 abacate e meio com um pouco do caldo da panela
até
formar um caldo cremoso, e depois adicione o resto do caldo e bata
aos poucos.
Se estiver muito quente, deixe esfriar um pouco antes de bater.
Você pode usar
um mixer no lugar do liquidificador.
5.
Tempere com sal e pimenta e leve a mistura de volta à panela.
Adicione o frango
desfiado, o suco de limão e coloque a metade restante
o abacate.
6.
Sirva com o tomate picado e, caso deseje, com as tortilhas e o queijo.
Fonte: tiphero.com

UMA MELANCÓLICA
CANÇÃO.
Minha
terra tinha palmeiras
Onde
os pássaros cantavam
Suas
folhas verdejantes
Livres
se balançavam.
Namorado
e namorada
Contemplavam
ao luar
Nas
noites enluaradas,
O
seu lindo balançar.
Minha
terra tinha palmeiras,
Verdes,
lindas, majestosas,
Com
uma luz verdejante,
Elas
eram luminosas.
Nosso
céu tem as estrelas,
Nossa
terra está tostada
Minha
terra tinha palmeiras
Onde
os pássaros cantavam!
Texto
base: Canção do exílio –
Gonçalves
Dias.
Adaptação:
HildaPereira

As três Peneiras de
Sócrates
Conta-se que certa vez um amigo procurou Sócrates para
contar-lhe uma informação que julgava de seu interesse:
Quero contar-te
uma coisa a respeito de um amigo teu!
Espera um momento –
disse Sócrates:
Antes de contar-me, quero
saber se fizeste passar essa informação pelas três peneiras.
Três peneiras? Que queres dizer?
Vamos peneirar aquilo que queres me dizer.
Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção:
A primeira é a
Peneira da
VERDADE.
Tens certeza de que
isso que queres dizer-me é verdade?
Bem, foi o que ouvi outros contarem.
Não sei exatamente se é verdade.
A segunda peneira é a da BONDADE.
Com certeza, deves
ter passado a informação pela peneira da bondade. Ou não?
Envergonhado, o homem
respondeu:
- Devo confessar que
não.
A terceira peneira é
a da
NECESSIDADE.
Pensaste bem se é
necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante?
Vai resolver alguma coisa?
Ajudar alguém?
Melhorar alguma
coisa?
Necessário?
Na verdade, não.
Então, disse-lhe o
sábio, se o que queres contar-me não é verdadeiro, nem bom, nem necessário,
então é melhor que o guardes apenas para ti.
Assim, da próxima vez em que surgir um boato por aí,
submeta-o ao crivo das Três Peneiras: VERDADE, BONDADE, NECESSIDADE, antes de
obedecer ao impulso de passá-lo adiante, por que:
Pessoas inteligentes
falam sobre ideias;
Pessoas comuns falam sobre coisas;
Pessoas mesquinhas
falam sobre pessoas.
Mas, na verdade, não é tão fácil assim usar na dia a dia essas
três simples peneirinhas, afinal, desde que o mundo é mundo, conversa vai,
conversa vem e, quando menos se espera alguma história já se espalhou.
Entretanto, nesse
momento, vale lembrar que toda a história tem pelo menos dois lados e, como
tal, nada mais justo do que ouvir todos os envolvidos.
domingo, 9 de setembro de 2018
A ORAÇÃO CRISTÃ MAIS TRADICIONAL DO MUNDO DEPOIS DO PAI-NOSSO E DA AVE-MARIA?
Muitos acreditam que seja
esta - e ela é incrivelmente simples e poderosa
O Pai-Nosso e a Ave-Maria
são os pilares básicos da vida de oração de todo cristão que pretenda ser fiel
ao Evangelho. Mas há outra prece bíblica tão poderosa e tradicional quanto
estas duas.
É a “Oração a Jesus“, ou
“Invocação ao Nome de Jesus“, uma prece antiquíssima, cuja popularização contou
com grande influência dos Padres do Deserto. Uma primeira forma desta oração
foi mencionada por São Diádoco de Foticeia (às vezes citado como Diadochos de
Photiki), um monge asceta da Grécia no início do século V. A prece foi depois
inserida na coletânea de textos espirituais conhecida como Filocalia (ou
Philokalia), que veio a se tornar um livro básico da tradição cristã oriental.
A Invocação ao Nome de Jesus
se tornou muito popular nas igrejas ortodoxas, particularmente na Rússia, onde
foi ainda mais difundida por outro clássico da literatura espiritual.
Mais recentemente, esta
oração tem despertado uma renovada devoção entre cristãos de várias
denominações.
O Catecismo da Igreja
Católica dedica alguns parágrafos a ela:
2667 – Esta invocação de fé
tão simples foi desenvolvida na tradição da oração sob as mais variadas formas,
tanto no Oriente como no Ocidente. A formulação mais habitual, transmitida
pelos espirituais do Sinai, da Síria e de Athos, é a invocação: «Jesus, Cristo,
Filho de Deus, Senhor, tende piedade de nós, pecadores!». Ela conjuga o hino
cristológico de Fl 2, 6-11 com a invocação do publicano e dos mendigos da luz.
Por ela, o coração sintoniza com a miséria dos homens e com a misericórdia do
seu Salvador.
2668 – A invocação do santo
Nome de Jesus é o caminho mais simples da oração contínua. Muitas vezes
repetida por um coração humildemente atento, não se dispersa num «mar de
palavras» (Mt 6, 7), mas «guarda a Palavra e produz fruto pela constância». E é
possível «em todo o tempo», porque não constitui uma ocupação a par de outra,
mas é a ocupação única, a de amar a Deus, que anima e transfigura toda a ação
em Cristo Jesus.
É uma oração poderosa,
focada em recitar o nome de Jesus. Em algumas tradições, costuma ser
acompanhada pelo chotki, uma espécie de cordão de oração que lembra um rosário,
para contar quantas vezes a prece é feita.
A Oração a Jesus é vinculada
ainda a uma técnica de respiração que sincroniza palavras e corpo, já que todo
o nosso ser é chamado a se unir a Deus de modo completo. Eis uma descrição
deste exercício, feita por um bispo ortodoxo:
“A primeira parte, ‘Senhor
Jesus Cristo, Filho de Deus’, é dita enquanto se inspira; já a segunda, ‘tende
piedade de mim, pecador’, enquanto se expira”. Há outros métodos possíveis: a
recitação também pode ser sincronizada com as batidas do coração.
É uma simples e riquíssima
tradição, focada em Jesus e na Sua misericórdia.
Estas são algumas das várias
formas diferentes de fazer a mesma prece:
Senhor Jesus Cristo, tende
piedade de mim!
Senhor Jesus Cristo, Filho
de Deus, tende piedade de mim, pecador!
Senhor Jesus Cristo, Filho
de Deus, tende piedade de nós, pecadores!
Jesus Cristo, Filho de Deus,
Senhor, tende piedade de nós, pecadores!
Senhor Jesus, misericórdia!
FONTE: https://pt.aleteia.org/2018/01/10/a-oracao-crista-mais-tradicional-do-mundo-depois-do-pai-nosso-e-da-ave-maria/
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