Na próxima quinta-feira, a celebração na Catedral de
Sant’Ana reunindo o clero da Diocese de Caicó será presidida pelo Arcebispo
Emérito de Natal, Dom Heitor de Araújo Sales. Os santos óleos serão utilizados nas
celebrações da igreja, entre as quais, no Crisma.
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terça-feira, 26 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
"E, humilhou-se, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe deu o nome que está acima de todo os nomes" (Fl 2,8-9).
Semana Santa
A Semana Santa é o período mais próximo da Páscoa do Senhor. É uma semana de intensas celebrações e espiritualidade. É fundamental lembrar que a Vigília Pascal constitui o núcleo central de
toda a Semana Santa. Vale ainda lembrar que o Tempo da Quaresma só termina na manhã de Quinta-feira Santa, quando é celebrada a Missa do Crisma. A Semana Santa começa com o Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor e termina na tarde do Domingo da Ressurreição. É um período curto, porém denso. Na vespertina da quinta-feira santa dá-se início ao Tríduo Pascal com a Missa da Ceia do Senhor.
Domingo de Ramos e da Paixão
Neste dia temos a Procissão de Ramos. Aconselha-se que durante a procissão, o povo e cantores cantem os cantos propostos pelo Missal Romano. Escolher cantos apropriados para este dia é de suma importância, pois será através dos cantos que experimentaremos o sabor indiscutível do Mistério que celebramos. Canta-se a alegria da entrada do Messias em Jerusalém. Mas também canta o Mistério da sua Paixão. Quanto aos instrumentos vale a mesma orientação para toda a Quaresma: suavidade.
Ceia do Senhor
Na Quinta-feira Santa a Igreja celebra o Mandamento Novo do Amor simbolizado pelo lava-pés. Também são celebradas a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio Ministerial. Os cantos agora se revestem da suavidade do Amor. Porém deve-se cuidar para que os cantos e os instrumentos musicais não extrapolem. Convém lembrar que é na Vigília Pascal que o canto de Aleluia e Glória é entoado com toda vibração e entusiasmo. No final da celebração temos a transladação do Santíssimo Sacramento. Terminada a oração após a comunhão, começa a procissão de transladação do Santíssimo. Enquanto isto acontece, os fiéis entoam cantos eucarísticos, e quando a procissão chegar ao local onde ficará guardado o Santíssimo, encerra-se com o canto do Tão sublime Sacramento. Temos o costume de realizar a vigília eucarística enquanto o Santíssimo estiver guardado. Cuide-se para que seja feita com sobriedade, mesmo nos cantos.
Paixão do Senhor
Sexta-feira Santa: A celebração desdobra-se em três partes: proclamação da Paixão do Senhor, preces universais, adoração à Cruz e comunhão. Os cantos devem corresponder ao espírito da liturgia deste dia. É um canto de pranto, de perda, canto de dor e tristeza. Mas é também um canto de confiança, a confiança do Servo Sofredor, que se entrega por todos nós, reservas. Nesta confiança, o canto deve sem nos inspirar a nos abandonar com Cristo nas mãos do Pai, para que se realize, assim como em Cristo, a sua vontade. Mas é também um canto de vitória, pois “Cristo, por nós, se fez obediente até a morte e morte de cruz. Por isso Deus o exaltou...” (Fl 2,8-9). Os cantos devem ajudar a deixarmos nos envolver pelo dinamismo da liturgia da Paixão do Senhor, na atitude de quem dá a vida por seus amigos. Não convém, neste dia, utilizar muitos instrumentos musicais, como é de costume. Pode-se, porém, usar um instrumento sóbrio, apenas para dar sustentação ao canto. Mas lembre-se, de forma bem discreta.
Sábado Santo
Na noite de sábado celebra-se a Vigília Pascal. Ela é o ponto máximo de todo o Ano Litúrgico. É a mãe de todas as vigílias. Nesta noite celebramos não somente a Páscoa do Senhor, mas também a páscoa dos cristãos. Fundamentalmente, celebramos a vida renovada em Cristo Ressuscitado. Os diversos ritos desta celebração fazem a vida divina penetrar na vida da comunidade celebrante.
Cantar a Páscoa do Senhor
Páscoa é tempo de alegria e júbilo, para entoar cantos de festa em honra de Cristo Ressuscitado. O Tempo Pascal começa na Vigília Pascal e termina com a solenidade de Pentecostes. Os cantos e instrumentos terão participação fundamental. Sejam cantados e tocados com alegria, com entusiasmo, vibrantes. Valorizar os cantos do ordinário da missa principalmente o canto do aleluia. Os cantos devem nos ajudar a fazer uma experiência profunda do Mistério Pascal. O canto neste tempo é um canto de alegria, canto de tantos aleluias! Canto de vitória!
Fonte: liturgiapb@gmail.com
quinta-feira, 14 de março de 2013
‘SE NÃO CONFESSAMOS A JESUS, SOMOS UMA ONG BENIGNA, MAS NÃO A IGREJA’, DIZ O PAPA FRANCISCO
Na
homilia de sua primeira missa como Pontífice, ele enfatizou a necessidade de se
edificar a Igreja e do compromisso com Cristo.
VATICANO
- Quem esperava um pronunciamento lido em tom solene, típico de um Sumo
Pontífice em sua primeira missa, teve mais uma surpresa com o Papa Francisco.
Na Capela Sistina, diante dos 114 cardeais que participaram do conclave, ele
adotou um tom informal, gesticulando e olhando nos olhos de seus
interlocutores. Em sua homilia, o novo Papa adotou um tema que parece servir
como conclamação a uma Igreja em crise: o movimento.
-
O primeiro movimento é o caminhar. O segundo é o trabalho de edificar a Igreja.
E o terceiro é a confissão. Caminhar, edificar, confessar - disse o Papa. -
Caminhamos na luz do Senhor. Isso foi o que primeiro Deus disse a Abraão:
Caminha na minha presença. Nossa vida é um caminho, e quando paramos, as coisas
não acontecem. Caminhar sempre na presença do Senhor, na luz do Senhor.
O GLOBO (EMAIL · FACEBOOK · TWITTER)
COM AGÊNCIAS
INTERNACIONAIS
Publicado: 14/03/13 -
13h06 Atualizado: 14/03/13 - 14h26
DIA MUNDIAL DO RIM
"RINS PARA A VIDA, STOP Á LESÃO RENAL
AGUDA"
A Sociedade Portuguesa de Nefrologia
assinala, no dia 14 de Março, o Dia Mundial do Rim que, subordinado ao tema
“Rins para a Vida, Pare a Lesão Renal Aguda”, pretende alertar a população para
as doenças que fazem com que o rim, subitamente, deixe de ser capaz de cumprir
as suas funções.
Um dos objetivos principais da campanha é
sensibilizar para a doença renal, quer aguda quer crónica, devido à sua elevada
prevalência e significativas morbilidade e mortalidade associadas, mas
prioritariamente alertar para a existência de causas evitáreis que resultam na
falência aguda da função renal, podendo contribuir para a instalação de doença
crónica do rim. Entre elas contam-se a falência cardíaca, ou seja, a
incapacidade do coração impulsionar o volume normal de sangue que deve irrigar
os rins, ou agressões que o rim poderá sofrer resultantes de infeções, tumores,
doenças inflamatórias e ingestão de alguns medicamentos, ou pela obstrução das
vias de excreção da urina que têm por base os problemas na próstata – no caso
dos homens –, os tumores e os cálculos renais.
Para Fernando Nolasco, presidente da SPN, “grande
parte da população desconhece as causas, consequências e tratamentos da lesão
renal aguda, razão pela qual é importante dar a conhecer esta patologia renal”.
O especialista acrescenta ainda que “Seja durante poucas semanas, nos casos
mais fáceis, ou durantes meses, nos casos mais complicados, grande parte dos
doentes com lesão renal aguda ficam completamente curados e são raros os casos
de pessoas que ficam com algum grau de insuficiência renal. No entanto quanto
mais tardia a identificação maior o risco de lesão crónica”.
Papa Francisco visita Basílica de Santa Maria Maggiore em Roma
Novo pontífice rezou em frente a imagem de Maria e falou com padres.
O argentino Jorge Mario Bergoglio era arcebispo de Buenos Aires.
O Papa Francisco visitou na manhã desta quinta-feira (14),
em sua primeira saída oficial do Vaticano, a Igreja de Santa Maria Maggiore, no
Centro de Roma. (Foto: Juliana Cardilli / G1)
Interior da Basílica
O Papa Francisco reza para Santa Maria na Igreja de Santa Maria Maggiore, nesta quinta-feira (14), em Roma (Foto: Reuters/Osservatore Romano)
O Papa Francisco cumprimenta o povo
quarta-feira, 13 de março de 2013
SAUDAÇÃO DA CNBB AO NOVO PAPA
leiaa saudação na íntegra:
SAUDAÇÃO DA CNBB AO NOVO PAPA
“Bendito o que vem em nome do Senhor!” (Sl 118,26)
Tomada pela alegria e espírito de comunhão com a Igreja presente em todo o mundo, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB eleva a Deus sua prece de louvor e gratidão pela eleição do novo Sucessor de Pedro, Sua Santidade Francisco I.
O tempo e as circunstâncias que antecederam a eleição de Francisco I ajudaram a Igreja a viver intensamente a espiritualidade quaresmal, rumo à vitória de Cristo celebrada na Páscoa que se aproxima. O momento é de agradecer a bondade de Deus pela bênção de um novo Papa que vem para guiar os fieis católicos na santidade, ensiná-los no amor e servi-los na humildade.
A eleição de Francisco I revigora a Igreja na sua missão de “fazer discípulos entre todas as nações”, conforme o mandato de Jesus (cf. Mt 28,16). Ao dizer “Sim” a este sublime e exigente serviço, Sua Santidade se coloca como Pedro diante de Cristo, confirmando-Lhe seu amor incondicional para, em resposta, ouvir: “Cuida das minhas ovelhas” (cf. Jo 21,17).
Nascido no Continente da Esperança, Sua Santidade traz para o Ministério Petrino a experiência evangelizadora da Igreja latino-americana e caribenha.
A expectativa com que o mundo acompanhou a escolha do Sucessor de Pedro revela o quanto a Igreja pode colaborar com as Nações na construção da paz, da justiça, da igualdade e da solidariedade.
Ao novo Papa não faltará a assistência e a força do Espírito Santo para cumprir esta missão e aprofundar na Igreja o dom do diálogo, em uma sociedade marcada pela pluralidade e pela diversidade, e o compromisso com a vida de todos, a partir dos mais pobres, como nos ensina Jesus Cristo.
Ao saudá-lo no amor de Cristo que nos une e na missão da Igreja que nos irmana, asseguramos-lhe a obediência, o respeito e as orações das comunidades da Igreja no Brasil, para que seja frutuoso o seu Ministério Petrino.
Com toda Igreja, confiamos sua vida e seu pontificado à proteção da Virgem Maria, mãe de Deus e mãe da Igreja.
Bem-vindo Francisco I! A Igreja no Brasil o abraça com amor!
Dom Belisário José da Silva Dom Leonardo Ulrich Steiner
Arcebispo de São Luis Bispo Auxiliar de Brasília
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