O clima ficou mais ameno em Roma e o Pontífice resolveu
ir a pé ao Vaticano diariamente.
O Papa Francisco está indo a pé até o seu escritório.
Imagens da revista “Chi” imortalizam Bergoglio caminhando, enquanto demonstram
que ele prefere o passeio romano ao carro de serviço.
Com a chegada de temperaturas mais amenas, o Pontífice
decidiu percorrer caminhando, durante cerca de 20 minutos, o espaço que separa
sua residência de Santa Marta do Palácio Apostólico, passando pelos jardins
vaticanos.
Isso é algo normal, que reflete sua pessoa e seu jeito de
ser: um homem simples que gosta da vida cotidiana. Além disso, algumas vezes,
às dez da manhã, o Papa Francisco percorre os caminhos do Vaticano,
permitindo-se um passeio tranquilo, feito de breves encontros, mas também de
silêncio e oração.
CNBB reconhece
que setores da Igreja apoiaram a chamada "revolução" com
vistas a combater o comunismo
Antonio Cruz/Agência Brasil
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)
recordou, neste 1º de abril, com todo o Brasil, os 50 anos do golpe
civil-militar de 1964. Em nota, a CNBB afirma que o golpe "levou
o país a viver um dos períodos mais sombrios de sua
história".
"Recontar os tempos do regime de exceção
faz sentido enquanto nos leva a perceber o erro histórico do golpe,
a admitir que nem tudo foi devidamente reparado e a alertar as
gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do
Estado Democrático de Direito", afirma o organismo
episcopal.
Segundo a CNBB, "se é verdade que, no início,
setores da Igreja apoiaram as movimentações que resultaram na
chamada “revolução” com vistas a combater o
comunismo, também é verdade que a Igreja não se omitiu diante da
repressão tão logo constatou que os métodos usados pelos novos
detentores do poder não respeitavam a dignidade da pessoa humana e
seus direitos."
"Estabeleceu-se uma espiral da
violência com a prática da tortura, o cerceamento da liberdade
de expressão, a censura à imprensa, a cassação de políticos;
instalaram-se o medo e o terror. Em nome do progresso, que não se
realizou, povos foram expulsos de suas terras e outros até
dizimados. Ate hoje há mortos que não foram sepultados por seus
familiares."
"Ainda paira muita sombra a encobrir a
verdade sobre os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da
lágrima. Ajuda-nos a pagar essa dívida histórica com as vítimas
do regime a Comissão da Verdade que tem por objetivo trazer à luz,
sem revanchismo nem vingança o que insiste em ficar escondido nos
porões da ditadura", prossegue a nota.
A
CNBB destaca que "graças a muitos que acreditaram e lutaram
pela redemocratização do país, alguns com o
sacrifício da própria vida, hoje vivemos tempos novos. Respiramos
os ares da liberdade e da democracia. Porém, é necessário superar
a injustiça, a desigualdade social, a violência, a corrupção, o
descrédito com a política, o desrespeito aos direitos humanos, a
tortura... A democracia exige participação constante de
todos."
"Fiel à sua missão evangelizadora, a CNBB
reafirma seu compromisso com a defesa de uma democracia
participativa e com justiça social para todos. Conclama a sociedade
brasileira a ser protagonista de uma nova história, livre do medo e
forte na esperança."
"Nossa Senhora Aparecida,
padroeira de nossa Pátria, nos projeta com seu manto, ilumine nossas
mentes e corações a fim de que trilhemos somente os caminhos da
paz, da justiça e do amor", encerra o texto.
Não comer carne às
sextas-feiras. Fazer apenas uma refeição completa na Quarta-feira de Cinzas.
Essas práticas ainda existem? Mas qual é valor e o sentido de se abrir mão de
algo que seria bom e útil para o nosso sustento?
O jejum – decisão temporária
de não comer nada ou comer menos que o habitual – é praticado não só por
motivos religiosos. É considerado pela Igreja um exercício de conversão a Deus.
Fortalece o espírito e ensina que o sentido da vida não consiste apenas na satisfação
dos desejos ou na busca de bens.
Em termos gerais, jejum
significa não comer nada, ou comer menos que o habitual. Trata-se de uma
prática comum na sociedade, seja por razões religiosas ou não. Há pessoas que
fazem greve de fome por motivos políticos. Já outras mantêm rígida dieta
alimentar por razões estéticas. Na Igreja católica, o jejum insere-se no
contexto das práticas penitenciais, que são exercícios de conversão a Deus.
O jejum não é algo
desconhecido ou rejeitado pela cultura moderna. Na história recente, ficaram
famosos os jejuns praticados por Mahatma Gandhi (1869-1948). O líder político
indiano jejuou em diferentes ocasiões – em algumas delas por até 21 dias – como
forma de protesto contra a colonização britânica.
Além do âmbito político,
onde se utiliza o termo “greve de fome”, o jejum é praticado em questões de
saúde, como no caso de pessoas que não ingerem uma série de alimentos por
prescrição médica. Há também o motivo estético, na busca por uma melhor
aparência. E não se pode esquecer do jejum imposto pela necessidade, em
situações de fome e miséria.
Na Igreja católica, o jejum
é uma prática penitencial. Mas o que é a penitência? É a virtude cristã que
inspira o arrependimento pelos pecados. Em sentido mais amplo, a penitência é
“uma reorientação radical de toda a vida, um retorno, uma conversão para Deus
de todo o nosso coração” (Catecismo da Igreja Católica – CIC –, 1431).
Trata-se de um desejo de
mudar de vida, “com a esperança da misericórdia divina e a confiança na ajuda
de sua graça”. Esta conversão interior vem acompanhada daquilo que os Padres da
Igreja – grandes homens dos inícios da Igreja, aproximadamente do século II ao
VII – chamavam de “compunctio cordis”, ou seja “arrependimento do coração”
(CIC, 1431).
Nesse sentido, uma das
expressões mais tradicionais da penitência cristã é justamente o jejum – ao
lado da oração e da esmola –. Sendo assim, o jejum não se reduz apenas à
questão alimentar. Jejuar é “privar-se voluntariamente do prazer dos alimentos
e de outros bens materiais”, explica o Papa Bento XVI na mensagem para a
Quaresma de 2009.
A Igreja estabelece como dia
de penitência toda sexta-feira. Já a Quaresma, que constitui um caminho de
treino espiritual mais intenso em preparação para a Páscoa, é considerada tempo
de penitência. Trata-se de ocasiões especiais para jejuar, dedicar-se à oração
e exercitar obras de piedade e de caridade.
A Quarta-feira de Cinzas e a
Sexta-feira Santa são os dias prescritos para o jejum e a abstinência – não
comer carne.
Outro jejum indicado pela
Igreja é o eucarístico. Quem vai receber a eucaristia deve se abster, pelo
espaço de ao menos uma hora antes da comunhão, de qualquer comida ou bebida,
exceto água ou remédios (Código de Direito Canônico, 919 § 1).
A Bíblia e a tradição cristã
ensinam que o jejum é de grande ajuda para evitar o pecado e tudo o que a ele
induz. Por isso, na história da salvação, é frequente o convite a jejuar. O
primeiro jejum foi ordenado a Adão: não comer o fruto proibido. Segundo as
Escrituras, Moisés, Esdras, Elias, os habitantes de Ninive jejaram.
Já nas primeiras páginas da
Sagrada Escritura, Deus ordena que o homem não coma o fruto proibido: “Podes
comer o fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas o da árvore da
ciência do bem e do mal, porque, no dia em que o comeres, certamente morrerás”
(Gn 2, 16-17).
Estando grávida, Chiara descobriu que tinha câncer.
Ela teria de interromper a gravidez para fazer o tratamento. Com
grande confiança em Deus, ela teve de tomar a maior decisão de sua
vida.
Leia no link a seguir e compartilhe esta belíssima
história de amor de uma mãe por um filho:
http://goo.gl/abQvxa
"Como
amasse os seus que estavam no mundo, até o extremo os amou" (Jo
13, 1)
A berinjela é um alimento
versátil. Não foi à toa que tornou-se um dos principais ingredientes da
culinária brasileira. Gostosa, tem papel fundamental na manutenção da saúde - e
ainda infuencia na perda de peso!
"O fruto auxilia na
redução da gordura da barriga, pois regula o intestino e diminui o
colesterol", diz a nutricionista Eliane Collis. Com a ajuda dela e de
outras especialistas, separamos para você a receita da água de berinjela que,
aliada a um cardápio fácil, fará você secar 2 kg - e com muita saúde!
Por que a berinjela faz bem?
Uma dieta ideal prevê a
ingestão de 25 a 30 g de fibras diariamente. "E a berinjela é ótima nesse
sentido, pois possui altíssimo teor: uma unidade de 150 g tem cerca de 4,35 g
só de fibras - sem contar os outros benefícios", diz Claudete
Nyarady.Confira todas as vantagens dos dois tipos de fibra que fazem parte do
alimento:
Fibras insolúveis
Presentes principalmente na
berinjela crua, "elas demoram mais para serem eliminadas do estômago, o
que adia a sensação de fome", esclarece a nutricionista Claudete Nyarady.
Resultado: você acaba comendo menos e, assim, ingere menos calorias.
Fibras solúveis
São o grande segredo da água
de berinjela, já que se soltam do alimento enquanto ele fica de molho. "A
água, então, torna-se rica nessas fibras solúveis, que no organismo viram uma
espécie de gel capaz de absorver gordura e eliminá-la," afirma a
nutricionista Daniella Barbosa.
Os benefícios do alimento
Destaque da Matéria
Dê fim aos furinhos
indesejados
Foto: Getty Images
1. Tira a gordura do corpo
É que a berinjela tem uma
substância chamada saponina, que age como um detergente: quebra as moléculas de
gordura presentes no sangue e impede o organismo de absorvê-la.
2. Combate a celulite
O fruto tem substâncias
anti-inflamatórias que trabalham para reduzir a celulite, já que os furinhos
nada mais são do que uma inflamação nas células, agravada pela ingestão de
alimentos gordurosos.
3. Previne doenças
Por ser cheia de compostos
fenoicos substâncias antioxidantes , a berinjela reduz os radicais livres
que atacam as células. Dessa maneira, protege o organismo de doenças como o câncer.
4. Faz o intestino melhorar
As muitas fibras do fruto
agem como um laxante natural, regulando o intestino e melhorando a digestão.
Assim, o corpo todo fica mais saudável e a barriga a diminui.
A
água de berinjela
Receita
milagrosa
Corte meia berinjela em
cubos. Então, deixe os pedaços de molho em 250 ml de água durante a noite. As
fibras insolúveis se soltarão e tornarão o líquido poderoso! Logo na manhã
seguinte, tome a bebida em jejum. E sem coar! "Para variar a receita, bata
meia berinjela com meia laranja e beba o suco durante o dia, à vontade",
diz a nutricionista Carla Pedroso.
A síndrome de Down foi
descrita em 1866 por John Langdon Down. Trata-se de uma alteração genética
produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21, por isso é também
conhecida como trissomia 21. Ela é causada por um erro na divisão celular durante
a divisão embrionária.
As alterações provocadas
pelo excesso de material genético determinam as características típicas da
síndrome. Seus portadores, em vez de dois cromossomos no par 21, possuem três.
Não se sabe por que isso acontece.
Como é uma alteração
cromossômica, é possível realizar um diagnóstico pré-natal utilizando diversos
exames clínicos como, por exemplo, a amniocentese (pulsão transabdominal do
líquido amniótico entre as semanas 14 e 18 de gestação), ou a biópsia do vilo
corial (coleta de um fragmento da placenta). Ambos os exames diagnosticam a
síndrome e outras cromossomopatias.
Características visíveis da
síndrome:
- Olhos oblíquos semelhantes
aos dos orientais, rosto arredondado, mãos menores com dedos mais curtos, prega
palmar única e orelhas pequenas;
- Hipotonia: diminuição do
tônus muscular responsável pela língua protusa, dificuldades motoras, atraso na
articulação da fala e, em 50% dos casos, por cardiopatias;
- Comprometimento
intelectual e, consequentemente, aprendizagem mais lenta.
Segundo a Fundação Síndrome
de Down, cerca de 50% das crianças portadoras da síndrome apresentam problemas
cardíacos, algumas vezes graves, necessitando de cirurgia nos primeiros anos de
vida.
A notícia de que uma criança
nascerá com síndrome de Down causa enorme impacto nos pais e na família. Todos
precisam de tempo para aceitar e se adaptar às necessidades especiais que
surgirão. Por isso é importante saber que crianças com síndrome de Dowm
precisam ser estimuladas desde o nascimento, para que sejam capazes de vencer
suas limitações.
A história da família de
Fernanda Mansur motiva muitos a não terem medo desta síndrome. Fernanda é uma
advogada de Natal-RN, casada com Abdon Gosson. Eles já tinham três filhos, e
quando a mais nova estava com 9 anos, conheceram Ana Flávia no orfanato.
“Quando a vi pela primeira
vez, foi como acender uma luz no meu coração, e fiquei apaixonada”, disse
Fernanda. Ana Flávia passou o final de semana com a família, como normalmente
acontece em um procedimento de adoção, e conquistou o coração de todos, dos
pais até os irmãos. “A gente se contagiou muito com o carisma dela e quando
acabou o final de semana, não tinha mais como vê-la sair de nossas vidas”,
contou Samir, filho mais velho do casal.
Família Mansur Gosson
“Inicialmente, foi um pouco
difícil, porque nós não sabíamos os problemas que iríamos enfrentar, pois
adotar uma criança é uma responsabilidade muito grande e uma com cuidados
especiais é ainda maior. Deus, quando escolhe a pessoa, não escolhe os mais capacitados,
mas depois que Ele escolhe é que capacita, e foi isso que fez em nossas vidas”,
afirmou Abdon Gosson.
Desde o início, a menina
ensinou a família a derrubar barreiras. “Eu vi que ela não iria mudar e as
pessoas também não, então passei a entender que as pessoas olham porque têm
curiosidade, e isso não tem problema nenhum. Acho que o preconceito parte de
nós. Na verdade, com ela, a gente recebe muito mais do que dá”, explicou
Fernanda.
Já se passaram vários anos
desde que Ana Flávia entrou na família, e são seus próprios familiares que
afirmam que “pessoas como ela são extremamente afetivas e carinhosas,
conquistam por onde passam e o amor que aprendemos com elas compensa tudo”.
Uma criança com síndrome de
Down é capaz de conviver muito bem na sociedade, mas é necessário que suas
limitações sejam respeitadas. São capazes de aprender a fazer muitas coisas,
como ler, escrever, dançar, tocar instrumentos e se essas crianças são bem
estimuladas, podem fazer quase tudo.
Hoje, com a inclusão das
pessoas com deficiência, todos são chamados a aprender a conviver e a respeitar
limitações e diferenças, porque na verdade todos nós somos capazes de aprender
e ensinar algo a alguém, e com elas não é diferente.
Entre uma criança com
síndrome de Down e outras sem a doença, existem mais semelhanças que
diferenças. Não devemos definir ninguém pela síndrome.
Família, não tenha medo de
ter um filho com esta síndrome!
Atraído pelo
ocultismo, Maurice Caillet se tornou maçom; profundamente ateu,
viveu uma transformação inesperada e decisiva
Ser maçom
facilitou minha ascensão profissional. No entanto, em 1983, tive
grandes dificuldades profissionais. Ao mesmo tempo, a saúde da minha
esposa Claude me preocupava cada vez mais. Ela apresentava problemas
digestivos graves e muito dolorosos. Quase não comia. Nenhum
tratamento, nem científico nem oculto, conseguia resolver seus
males.
Eu propus a Claude que saísse da Grã-Bretanha e
fosse passar uns dias em Font Romeu, levando em consideração os
benefícios de uma mudança de clima. No início de fevereiro de
1984, eu a levei até lá, deitada no carro. Infelizmente, ela teve
de permanecer de cama durante todo esse período. Um
choque cosmo-telúrico
Então,
tive uma ideia muito estranha para um ateu.
Eu lhe propus que, na viagem de volta, passássemos por Lourdes.
Eu esperava que isso provocasse nela um choque psicológico salvador
ou um choque cosmo-telúrico. Segundo minhas pesquisas em radiestesia
e geobiologia, este lugar se encontrava situado em um cruzamento de
correntes telúricas.
O choque foi imenso! Seu marido –
médico, maçom
e anticlerical – lhe sugeria ir a Lourdes!
Cristã no segredo do seu coração, Claude começou a temer que um
fracasso deste passo aumentasse meu ceticismo e ateísmo.
Em
Lourdes,
fomos à Gruta na qual os cristãos acreditam que Nossa
Senhora apareceu a uma jovem pastora,
Bernardette; depois, fomos às piscinas nas quais os doentes vindos
em peregrinação se submergiam, acreditando que aquela água fosse
milagrosa.
Confiando Claude aos especialistas do local,
busquei refúgio em uma cripta. Estavam celebrando uma Missa. Escutei
com atenção. Em um determinado momento, o padre se levantou e leu
estas palavras: “Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e
vos será aberto”.
Esta frase, que eu tinha ouvido
muitas vezes em ritos de iniciação maçônicos,
era uma palavra desse Jesus que eu considerava um sábio e um grande
iniciado, mas não o Senhor! Seguiu-se um grande momento de silêncio
e escutei claramente uma doce voz que me dizia: “Está bem, você
pede a cura de Claude, mas o que você tem a oferecer?”.
Fascinado
por estas palavras interiores, só voltei aos meus sentidos no
momento em que o sacerdote elevou a Hóstia e no qual, pela primeira
vez, reconheci Cristo neste humilde pedaço de pão: era a Luz que eu
havia buscado, em vão, em inúmeras iniciações.
Em um
instante e como resposta, só vi a mim mesmo como oferenda. Eu, o
ateu,
anticlerical durante mais de 40 anos...
No final da
Missa, segui o padre até a sacristia e pedi que ele me batizasse,
sem suspeitar que era necessária toda uma preparação para receber
este sacramento. Ele me explicou o procedimento e me encaminhou ao
arcebispo de Rennes. Minha
nova vida
Motivado pela
experiência que acabara de viver, fui encontrar Claude. Ela pôde
constatar a nova alegria que emanava de mim. Na viagem de volta,
minha curiosidade insaciável pela fé e pela vida cristã, pela
maneira de rezar, bem como meu desejo de ser batizado, convenceram-na
da veracidade da minha transformação.
Foram meus
primeiros passos em minha nova vida. Cada vez mais atraído por esta
Luz que eu havia visto em Lourdes, retirei pouco a pouco, com muita
dificuldade, todo vínculo com o ocultismo e a maçonaria.
Começou
para mim uma existência orientada ao amor a Deus e aos outros.
Com
relação a Claude, ela recuperou a saúde inesperadamente.