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sábado, 5 de abril de 2014

É ASSIM QUE O PAPA FRANCISCO VAI TRABALHAR


O clima ficou mais ameno em Roma e o Pontífice resolveu ir a pé ao Vaticano diariamente.
O Papa Francisco está indo a pé até o seu escritório. Imagens da revista “Chi” imortalizam Bergoglio caminhando, enquanto demonstram que ele prefere o passeio romano ao carro de serviço.

Com a chegada de temperaturas mais amenas, o Pontífice decidiu percorrer caminhando, durante cerca de 20 minutos, o espaço que separa sua residência de Santa Marta do Palácio Apostólico, passando pelos jardins vaticanos.

Isso é algo normal, que reflete sua pessoa e seu jeito de ser: um homem simples que gosta da vida cotidiana. Além disso, algumas vezes, às dez da manhã, o Papa Francisco percorre os caminhos do Vaticano, permitindo-se um passeio tranquilo, feito de breves encontros, mas também de silêncio e oração.
sources: Aleteia


quinta-feira, 3 de abril de 2014

Ditadura: 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima

CNBB reconhece que setores da Igreja apoiaram a chamada "revolução" com vistas a combater o comunismo

 

Antonio Cruz/Agência Brasil

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recordou, neste 1º de abril, com todo o Brasil, os 50 anos do golpe civil-militar de 1964. Em nota, a CNBB afirma que o golpe "levou o país a viver um dos períodos mais sombrios de sua história".

"Recontar os tempos do regime de exceção faz sentido enquanto nos leva a perceber o erro histórico do golpe, a admitir que nem tudo foi devidamente reparado e a alertar as gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito", afirma o organismo episcopal.

Segundo a CNBB, "se é verdade que, no início, setores da Igreja apoiaram as movimentações que resultaram na chamada “revolução” com vistas a combater o comunismo, também é verdade que a Igreja não se omitiu diante da repressão tão logo constatou que os métodos usados pelos novos detentores do poder não respeitavam a dignidade da pessoa humana e seus direitos."

"Estabeleceu-se uma espiral da violência com a prática da tortura, o cerceamento da liberdade de expressão, a censura à imprensa, a cassação de políticos; instalaram-se o medo e o terror. Em nome do progresso, que não se realizou, povos foram expulsos de suas terras e outros até dizimados. Ate hoje há mortos que não foram sepultados por seus familiares."

"Ainda paira muita sombra a encobrir a verdade sobre os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima. Ajuda-nos a pagar essa dívida histórica com as vítimas do regime a Comissão da Verdade que tem por objetivo trazer à luz, sem revanchismo nem vingança o que insiste em ficar escondido nos porões da ditadura", prossegue a nota.

A CNBB destaca que "graças a muitos que acreditaram e lutaram pela redemocratização do país, alguns com o sacrifício da própria vida, hoje vivemos tempos novos. Respiramos os ares da liberdade e da democracia. Porém, é necessário superar a injustiça, a desigualdade social, a violência, a corrupção, o descrédito com a política, o desrespeito aos direitos humanos, a tortura... A democracia exige participação constante de todos."

"Fiel à sua missão evangelizadora, a CNBB reafirma seu compromisso com a defesa de uma democracia participativa e com justiça social para todos. Conclama a sociedade brasileira a ser protagonista de uma nova história, livre do medo e forte na esperança."

"Nossa Senhora Aparecida, padroeira de nossa Pátria, nos projeta com seu manto, ilumine nossas mentes e corações a fim de que trilhemos somente os caminhos da paz, da justiça e do amor", encerra o texto.
sources: CNBB

quarta-feira, 2 de abril de 2014

FAZER JEJUM AINDA TEM SENTIDO?

Não comer carne às sextas-feiras. Fazer apenas uma refeição completa na Quarta-feira de Cinzas. Essas práticas ainda existem? Mas qual é valor e o sentido de se abrir mão de algo que seria bom e útil para o nosso sustento?



O jejum – decisão temporária de não comer nada ou comer menos que o habitual – é praticado não só por motivos religiosos. É considerado pela Igreja um exercício de conversão a Deus. Fortalece o espírito e ensina que o sentido da vida não consiste apenas na satisfação dos desejos ou na busca de bens.

Em termos gerais, jejum significa não comer nada, ou comer menos que o habitual. Trata-se de uma prática comum na sociedade, seja por razões religiosas ou não. Há pessoas que fazem greve de fome por motivos políticos. Já outras mantêm rígida dieta alimentar por razões estéticas. Na Igreja católica, o jejum insere-se no contexto das práticas penitenciais, que são exercícios de conversão a Deus.

O jejum não é algo desconhecido ou rejeitado pela cultura moderna. Na história recente, ficaram famosos os jejuns praticados por Mahatma Gandhi (1869-1948). O líder político indiano jejuou em diferentes ocasiões – em algumas delas por até 21 dias – como forma de protesto contra a colonização britânica.

Além do âmbito político, onde se utiliza o termo “greve de fome”, o jejum é praticado em questões de saúde, como no caso de pessoas que não ingerem uma série de alimentos por prescrição médica. Há também o motivo estético, na busca por uma melhor aparência. E não se pode esquecer do jejum imposto pela necessidade, em situações de fome e miséria.

Na Igreja católica, o jejum é uma prática penitencial. Mas o que é a penitência? É a virtude cristã que inspira o arrependimento pelos pecados. Em sentido mais amplo, a penitência é “uma reorientação radical de toda a vida, um retorno, uma conversão para Deus de todo o nosso coração” (Catecismo da Igreja Católica – CIC –, 1431).

Trata-se de um desejo de mudar de vida, “com a esperança da misericórdia divina e a confiança na ajuda de sua graça”. Esta conversão interior vem acompanhada daquilo que os Padres da Igreja – grandes homens dos inícios da Igreja, aproximadamente do século II ao VII – chamavam de “compunctio cordis”, ou seja “arrependimento do coração” (CIC, 1431).

Nesse sentido, uma das expressões mais tradicionais da penitência cristã é justamente o jejum – ao lado da oração e da esmola –. Sendo assim, o jejum não se reduz apenas à questão alimentar. Jejuar é “privar-se voluntariamente do prazer dos alimentos e de outros bens materiais”, explica o Papa Bento XVI na mensagem para a Quaresma de 2009.

A Igreja estabelece como dia de penitência toda sexta-feira. Já a Quaresma, que constitui um caminho de treino espiritual mais intenso em preparação para a Páscoa, é considerada tempo de penitência. Trata-se de ocasiões especiais para jejuar, dedicar-se à oração e exercitar obras de piedade e de caridade.

A Quarta-feira de Cinzas e a Sexta-feira Santa são os dias prescritos para o jejum e a abstinência – não comer carne.

Outro jejum indicado pela Igreja é o eucarístico. Quem vai receber a eucaristia deve se abster, pelo espaço de ao menos uma hora antes da comunhão, de qualquer comida ou bebida, exceto água ou remédios (Código de Direito Canônico, 919 § 1).

A Bíblia e a tradição cristã ensinam que o jejum é de grande ajuda para evitar o pecado e tudo o que a ele induz. Por isso, na história da salvação, é frequente o convite a jejuar. O primeiro jejum foi ordenado a Adão: não comer o fruto proibido. Segundo as Escrituras, Moisés, Esdras, Elias, os habitantes de Ninive jejaram.

Já nas primeiras páginas da Sagrada Escritura, Deus ordena que o homem não coma o fruto proibido: “Podes comer o fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas o da árvore da ciência do bem e do mal, porque, no dia em que o comeres, certamente morrerás” (Gn 2, 16-17).
sources: Aleteia


Conheça a história de Chiara e seu testemunho de amor e doação como mulher e mãe.



Estando grávida, Chiara descobriu que tinha câncer. Ela teria de interromper a gravidez para fazer o tratamento. Com grande confiança em Deus, ela teve de tomar a maior decisão de sua vida.


Leia no link a seguir e compartilhe esta belíssima história de amor de uma mãe por um filho: http://goo.gl/abQvxa

"Como amasse os seus que estavam no mundo, até o extremo os amou" (Jo 13, 1)

Like: Papa Francisco

sábado, 29 de março de 2014

CONHEÇA OS INCRÍVEIS BENEFÍCIOS DA ÁGUA DA BERINJELA! ELA AJUDA A DIMINUIR A BARRIGA, A REDUZIR A CELULITE, A EMAGRECER E AINDA COMBATE O COLESTEROL.

A berinjela é um alimento versátil. Não foi à toa que tornou-se um dos principais ingredientes da culinária brasileira. Gostosa, tem papel fundamental na manutenção da saúde - e ainda infuencia na perda de peso!



"O fruto auxilia na redução da gordura da barriga, pois regula o intestino e diminui o colesterol", diz a nutricionista Eliane Collis. Com a ajuda dela e de outras especialistas, separamos para você a receita da água de berinjela que, aliada a um cardápio fácil, fará você secar 2 kg - e com muita saúde!

Por que a berinjela faz bem?

Uma dieta ideal prevê a ingestão de 25 a 30 g de fibras diariamente. "E a berinjela é ótima nesse sentido, pois possui altíssimo teor: uma unidade de 150 g tem cerca de 4,35 g só de fibras - sem contar os outros benefícios", diz Claudete Nyarady.Confira todas as vantagens dos dois tipos de fibra que fazem parte do alimento:

Fibras insolúveis

Presentes principalmente na berinjela crua, "elas demoram mais para serem eliminadas do estômago, o que adia a sensação de fome", esclarece a nutricionista Claudete Nyarady. Resultado: você acaba comendo menos e, assim, ingere menos calorias.

Fibras solúveis

São o grande segredo da água de berinjela, já que se soltam do alimento enquanto ele fica de molho. "A água, então, torna-se rica nessas fibras solúveis, que no organismo viram uma espécie de gel capaz de absorver gordura e eliminá-la," afirma a nutricionista Daniella Barbosa.

Os benefícios do alimento

Destaque da Matéria
Dê fim aos furinhos indesejados
Foto: Getty Images
1. Tira a gordura do corpo
É que a berinjela tem uma substância chamada saponina, que age como um detergente: quebra as moléculas de gordura presentes no sangue e impede o organismo de absorvê-la.

2. Combate a celulite

O fruto tem substâncias anti-inflamatórias que trabalham para reduzir a celulite, já que os furinhos nada mais são do que uma inflamação nas células, agravada pela ingestão de alimentos gordurosos.

3. Previne doenças

Por ser cheia de compostos fenoicos – substâncias antioxidantes –, a berinjela reduz os radicais livres que atacam as células. Dessa maneira, protege o organismo de doenças como o câncer.

4. Faz o intestino melhorar

As muitas fibras do fruto agem como um laxante natural, regulando o intestino e melhorando a digestão. Assim, o corpo todo fica mais saudável e a barriga a diminui.

A água de berinjela

Receita milagrosa

Corte meia berinjela em cubos. Então, deixe os pedaços de molho em 250 ml de água durante a noite. As fibras insolúveis se soltarão e tornarão o líquido poderoso! Logo na manhã seguinte, tome a bebida em jejum. E sem coar! "Para variar a receita, bata meia berinjela com meia laranja e beba o suco durante o dia, à vontade", diz a nutricionista Carla Pedroso.



sexta-feira, 21 de março de 2014

MEU FILHO TEM SÍNDROME DE DOWN, E AGORA?



A síndrome de Down foi descrita em 1866 por John Langdon Down. Trata-se de uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21, por isso é também conhecida como trissomia 21. Ela é causada por um erro na divisão celular durante a divisão embrionária.

As alterações provocadas pelo excesso de material genético determinam as características típicas da síndrome. Seus portadores, em vez de dois cromossomos no par 21, possuem três. Não se sabe por que isso acontece.

Como é uma alteração cromossômica, é possível realizar um diagnóstico pré-natal utilizando diversos exames clínicos como, por exemplo, a amniocentese (pulsão transabdominal do líquido amniótico entre as semanas 14 e 18 de gestação), ou a biópsia do vilo corial (coleta de um fragmento da placenta). Ambos os exames diagnosticam a síndrome e outras cromossomopatias.

Características visíveis da síndrome:

- Olhos oblíquos semelhantes aos dos orientais, rosto arredondado, mãos menores com dedos mais curtos, prega palmar única e orelhas pequenas;

- Hipotonia: diminuição do tônus muscular responsável pela língua protusa, dificuldades motoras, atraso na articulação da fala e, em 50% dos casos, por cardiopatias;

- Comprometimento intelectual e, consequentemente, aprendizagem mais lenta.



Segundo a Fundação Síndrome de Down, cerca de 50% das crianças portadoras da síndrome apresentam problemas cardíacos, algumas vezes graves, necessitando de cirurgia nos primeiros anos de vida.

A notícia de que uma criança nascerá com síndrome de Down causa enorme impacto nos pais e na família. Todos precisam de tempo para aceitar e se adaptar às necessidades especiais que surgirão. Por isso é importante saber que crianças com síndrome de Dowm precisam ser estimuladas desde o nascimento, para que sejam capazes de vencer suas limitações.

A história da família de Fernanda Mansur motiva muitos a não terem medo desta síndrome. Fernanda é uma advogada de Natal-RN, casada com Abdon Gosson. Eles já tinham três filhos, e quando a mais nova estava com 9 anos, conheceram Ana Flávia no orfanato. 

“Quando a vi pela primeira vez, foi como acender uma luz no meu coração, e fiquei apaixonada”, disse Fernanda. Ana Flávia passou o final de semana com a família, como normalmente acontece em um procedimento de adoção, e conquistou o coração de todos, dos pais até os irmãos. “A gente se contagiou muito com o carisma dela e quando acabou o final de semana, não tinha mais como vê-la sair de nossas vidas”, contou Samir, filho mais velho do casal.



                                           Família Mansur Gosson

“Inicialmente, foi um pouco difícil, porque nós não sabíamos os problemas que iríamos enfrentar, pois adotar uma criança é uma responsabilidade muito grande e uma com cuidados especiais é ainda maior. Deus, quando escolhe a pessoa, não escolhe os mais capacitados, mas depois que Ele escolhe é que capacita, e foi isso que fez em nossas vidas”, afirmou Abdon Gosson.

Desde o início, a menina ensinou a família a derrubar barreiras. “Eu vi que ela não iria mudar e as pessoas também não, então passei a entender que as pessoas olham porque têm curiosidade, e isso não tem problema nenhum. Acho que o preconceito parte de nós. Na verdade, com ela, a gente recebe muito mais do que dá”, explicou Fernanda.

Já se passaram vários anos desde que Ana Flávia entrou na família, e são seus próprios familiares que afirmam que “pessoas como ela são extremamente afetivas e carinhosas, conquistam por onde passam e o amor que aprendemos com elas compensa tudo”.

Uma criança com síndrome de Down é capaz de conviver muito bem na sociedade, mas é necessário que suas limitações sejam respeitadas. São capazes de aprender a fazer muitas coisas, como ler, escrever, dançar, tocar instrumentos e se essas crianças são bem estimuladas, podem fazer quase tudo.

Hoje, com a inclusão das pessoas com deficiência, todos são chamados a aprender a conviver e a respeitar limitações e diferenças, porque na verdade todos nós somos capazes de aprender e ensinar algo a alguém, e com elas não é diferente.

Entre uma criança com síndrome de Down e outras sem a doença, existem mais semelhanças que diferenças. Não devemos definir ninguém pela síndrome.
Família, não tenha medo de ter um filho com esta síndrome!

sources: Aleteia

quinta-feira, 20 de março de 2014

Confissões de um maçom

Atraído pelo ocultismo, Maurice Caillet se tornou maçom; profundamente ateu, viveu uma transformação inesperada e decisiva


Ser maçom facilitou minha ascensão profissional. No entanto, em 1983, tive grandes dificuldades profissionais. Ao mesmo tempo, a saúde da minha esposa Claude me preocupava cada vez mais. Ela apresentava problemas digestivos graves e muito dolorosos. Quase não comia. Nenhum tratamento, nem científico nem oculto, conseguia resolver seus males.

Eu propus a Claude que saísse da Grã-Bretanha e fosse passar uns dias em Font Romeu, levando em consideração os benefícios de uma mudança de clima. No início de fevereiro de 1984, eu a levei até lá, deitada no carro. Infelizmente, ela teve de permanecer de cama durante todo esse período.
 
Um choque cosmo-telúrico

Então, tive uma ideia muito estranha para um
ateu. Eu lhe propus que, na viagem de volta, passássemos por Lourdes. Eu esperava que isso provocasse nela um choque psicológico salvador ou um choque cosmo-telúrico. Segundo minhas pesquisas em radiestesia e geobiologia, este lugar se encontrava situado em um cruzamento de correntes telúricas.

O choque foi imenso! Seu marido – médico,
maçom e anticlerical – lhe sugeria ir a Lourdes! Cristã no segredo do seu coração, Claude começou a temer que um fracasso deste passo aumentasse meu ceticismo e ateísmo.

Em
Lourdes, fomos à Gruta na qual os cristãos acreditam que Nossa Senhora apareceu a uma jovem pastora, Bernardette; depois, fomos às piscinas nas quais os doentes vindos em peregrinação se submergiam, acreditando que aquela água fosse milagrosa.

Confiando Claude aos especialistas do local, busquei refúgio em uma cripta. Estavam celebrando uma Missa. Escutei com atenção. Em um determinado momento, o padre se levantou e leu estas palavras: “Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto”.

Esta frase, que eu tinha ouvido muitas vezes em ritos de iniciação
maçônicos, era uma palavra desse Jesus que eu considerava um sábio e um grande iniciado, mas não o Senhor! Seguiu-se um grande momento de silêncio e escutei claramente uma doce voz que me dizia: “Está bem, você pede a cura de Claude, mas o que você tem a oferecer?”.

Fascinado por estas palavras interiores, só voltei aos meus sentidos no momento em que o sacerdote elevou a Hóstia e no qual, pela primeira vez, reconheci Cristo neste humilde pedaço de pão: era a Luz que eu havia buscado, em vão, em inúmeras iniciações.

Em um instante e como resposta, só vi a mim mesmo como oferenda. Eu, o
ateu, anticlerical durante mais de 40 anos...

No final da Missa, segui o padre até a sacristia e pedi que ele me batizasse, sem suspeitar que era necessária toda uma preparação para receber este sacramento. Ele me explicou o procedimento e me encaminhou ao arcebispo de Rennes.
 
Minha nova vida

Motivado pela experiência que acabara de viver, fui encontrar Claude. Ela pôde constatar a nova alegria que emanava de mim. Na viagem de volta, minha curiosidade insaciável pela fé e pela vida cristã, pela maneira de rezar, bem como meu desejo de ser batizado, convenceram-na da veracidade da minha transformação.

Foram meus primeiros passos em minha nova vida. Cada vez mais atraído por esta Luz que eu havia visto em Lourdes, retirei pouco a pouco, com muita dificuldade, todo vínculo com o ocultismo e a
maçonaria.

Começou para mim uma existência orientada ao amor a Deus e aos outros.

Com relação a Claude, ela recuperou a saúde inesperadamente.

(Artigo publicado originalmente em
L’1visibile)