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quarta-feira, 30 de abril de 2014

DÊ NOME AOS SEUS MEDOS... E RIA DELES

Medo de perder, de ser decepcionado, de ser esquecido, de fracassar, envelhecer, ficar doente, sem dinheiro... Quais são os seus medos?


A Páscoa é o amor de Cristo ressuscitado que invade nossa pequena e mesquinha vida e a salva, a torna grande, livre, imensa, por obra da sua misericórdia.

Quando não percebemos diariamente a gratuidade de Deus, acabamos nos acostumando a que nossa companhia constante no caminho seja o medo.

O cenáculo no qual os discípulos de Jesus ficaram escondidos nos recorda nossa própria vida. Eles tinham medo: “Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus” (João 20, 19). Medo da morte, medo de sofrer a cruz, como o Mestre, medo da dor, medo do abandono. Medo da perseguição e do martírio.

O medo faz parte da vida, da nossa história, do amor que entregamos e recebemos. Caminhamos com medo muitas vezes. Tememos dar e não receber, tememos comprometer-nos demais, tememos perder o que temos hoje.

O medo gruda nos ossos, esconde-se em lugares inesperados, ganha vida quando menos esperamos, surge e nos surpreende. É esse medo de perder, de não possuir, de não alcançar. Medo de deixar de ser como somos, de que os outros nos decepcionem, de ser esquecidos, medo do futuro incerto.

Temos medo dos desafios da vida. Medo do ridículo, do fracasso, do próprio amor. Medo de envelhecer, de perder as faculdades, de ficar doentes. Medo da noite, da escuridão da alma, do frio que congela os ossos. Medo de não poder viver como vivemos agora, ou de não viver como sempre sonhamos, de não ter a vida que havíamos planejado.

Medo do escândalo, do que os outros pensarão ou dirão, da imagem que as pessoas têm de nós. Medo da solidão, da pobreza, dos gritos, da violência.

São medos camuflados na alma, medos não reconhecidos, sem nome. Sim, temos muitos medos. Às vezes, nós lhes damos nomes e isso nos cura, nos liberta, nos faz amadurecer.

Quais são os seus medos? Que nomes eles têm? Dê nome a cada um. E depois ria um pouco deles, desmascare-os, entregue-os a Deus. Porque só assim é possível caminhar.

O medo sempre nos acompanha. De repente, nos assustamos ao perceber que não somos capazes de beber o cálice que devemos beber. Mas faça uma lista dos seus medos. Ao lê-la, talvez eles deixem de assustar tanto você. Há muitos medos, talvez mais do que você imagina.

No entanto, sobre o papel branco, eles perdem a sua força, já não assustam tanto. O ato de entregá-los, colocá-los nas mãos de Deus e de Maria, pode ser libertador.

Nunca deixaremos de ter medos, isso é inevitável, faz parte da nossa limitação humana, do nosso caminhar confiantes em Deus. Somos pessoas sujeitas a esta vida repleta de incertezas.


Mas podemos entregar nosso cálice a Deus e pedir a Maria que o segure ao nosso lado quando sentirmos que não temos mais forças. Entregar nossos medos nos liberta, nos dá paz, mantém o sorriso na alma.

Fonte: Aleteia

sábado, 26 de abril de 2014

OS DOIS GIGANTES DA FÉ

A vida exemplar de João XXIII e João Paulo II une ainda mais os povos e nações


A alegria que irradia a Praça de São Pedro nestes dias não tem endereço certo, não tem impedimentos, nem resistências, é simplesmente a união dos povos do mundo inteiro numa mesma fé.

“Todo o mundo parece estar unificado nestes dias”, disse o cardeal Stanislaw Dziwisz.

Aproxima-se a canonização de dois grandes Papas da Igreja. João XXIII, que iniciou o importante e marcante Concílio Vaticano II, e João Paulo II, que deu uma interpretação autêntica e decisiva ao mesmo.

João XXIII, mesmo com um pontificado curto, aproximou mais a Igreja dos fiéis com toda sua simplicidade e bondade. Ele que tinha a coragem de avançar os muros do Vaticano para estar com as pessoas, para ser um verdadeiro Pastor.

“Não vi morrer um velho que tinha 81 anos e 6 meses, vi morrer um menino, porque ele - João XXIII - tinha os olhos esplêndidos, como das crianças que têm o fulgor da água do batismo. Ele tinha um sorriso nos lábios, que era a bondade que saia do profundo do coração”, disse o cardeal Stanislaw Dziwisz.

O Concílio Vaticano II foi uma abertura na estrada da Igreja, um renovamento. E João Paulo II, de uma maneira autêntica, colocava-o em prática buscando levar a Igreja ao mundo e trazer o mundo a Igreja.

“Em um mundo dividido e que sofre, em um mundo cheio de morte, João Paulo II nos ensinou que Jesus nos mostra a sua divina misericórdia. Ensinou-nos que existe um caminho melhor para a humanidade, o qual mostrou com toda sua vida”, disse George Weigel, biógrafo do futuro santo.

“Como para nós é respirar, para ele era rezar. De uma parte uma natureza, de outra uma intensidade e uma constância enorme”, disse Joaquin Navarro Valls, porta-voz do Papa Wojtyla.

A vida exemplar de João XXIII e João Paulo II une ainda mais os povos e nações, nos leva a ser Igreja missionária e testemunhal, a ter a coragem de fazer desse mundo, um lugar melhor de se viver.

“A definição do Papa João é dois olhos e um sorriso. A inocência e a bondade. Digo o mesmo para João Paulo II”, disse o cardeal Stanislaw Dziwisz.


Não existe divisão onde todos vivem de uma mesma fé. Hoje a Praça de São Pedro foi um exemplo disso. Pessoas de todas as partes do mundo, do ocidente e do oriente, compartilhavam uma mesma alegria.

Fonte: Aleteita


sexta-feira, 25 de abril de 2014

EU, BERGOGLIO, TESTEMUNHA DA SANTIDADE DE JOÃO PAULO II

O depoimento do então cardeal de Buenos Aires no processo de beatificação e canonização do papa Wojtyla.


                                                                                                                                                                  © GIANCARLO GIULIANI/CPP

"Deponho com conhecimento direto e por isso relatarei a minha experiência pessoal com o Servo de Deus João Paulo II". Começou assim, conforme o site NewsCattoliche.it (22 de abril) o depoimento dado em qualidade de testemunha ocular pelo então arcebispo de Buenos Aires, cardeal Bergoglio, no processo romano para a causa de beatificação e canonização do papa João Paulo II.
Jorge Mario Bergoglio, então com 69 anos de idade, foi chamado a depor pelo tribunal da Diocese de Roma no início do processo, em 2005.
A oração e o olhar
"Eu conheci pessoalmente João Paulo II em dezembro do ano em que o cardeal Martini foi nomeado arcebispo de Milão”. Tenho esta referência porque não me lembro do ano exato. Naquela ocasião, rezei o terço guiado pelo Servo de Deus e tive a nítida impressão de que ele ‘orava a sério’. Um segundo encontro direto com o papa eu tive em 1986, 1987, durante a segunda viagem que ele fez à Argentina. O núncio quis que eu encontrasse o Servo de Deus na nunciatura com um grupo de cristãos de várias confissões. “Eu tive uma breve conversa com o Santo Padre e fiquei particularmente impressionado, dessa vez, com o olhar dele, que era o olhar de um homem bom".

Escutar e escutar

"Meu terceiro encontro com João Paulo II foi em 1994, quando eu já era bispo auxiliar de Buenos Aires e fui eleito pela Conferência Episcopal da Argentina para participar do Sínodo dos Bispos sobre a Vida Consagrada, que foi realizado aqui em Roma”. Tive a alegria de almoçar com ele juntamente com um grupo de prelados. Eu gostei muito da afabilidade dele, da simpatia e da capacidade de escutar cada comensal. Nos dois sínodos seguintes, dos quais eu participei também, pude apreciar de novo a grande capacidade dele de ouvir a todos. Nas conversas pessoais que eu tive ao longo do tempo com o Servo de Deus, pude confirmar o desejo dele de ouvir o interlocutor sem ficar fazendo perguntas, a não ser, às vezes, no final. Acima de tudo, ele demonstrava claramente que não tinha nenhum pré-conceito. Tinha-se a impressão de que, mesmo quando talvez não estivesse inteiramente de acordo com o que estava sendo dito, o Servo de Deus absolutamente não demonstrava isso, para deixar o interlocutor à vontade. Se tivesse que fazer alguma observação ou pedir esclarecimentos, ele fazia isso no final".

Uma memória incrível

"Outra coisa que sempre me impressionou no Santo Padre era a memória, quase sem limites, eu diria, porque ele se lembrava de lugares, pessoas e situações que tinha conhecido durante as viagens, um sinal de que ele prestava a máxima atenção em todos os momentos, particularmente às pessoas que encontrava. Este é um sinal, para mim, de verdadeira e grande caridade. Além disso, ele não perdia tempo, mas dedicava tempo abundante quando, por exemplo, recebia os bispos. Eu posso dizer isso porque, como arcebispo de Buenos Aires, tive encontros pessoais com o Servo de Deus e, sendo um pouco tímido e reservado, pelo menos em uma ocasião, depois de ter falado dos assuntos daquela reunião, fiz o gesto de me levantar para que ele não perdesse tempo, mas ele me pegou pelo braço, me convidou a me sentar novamente e disse: ‘Não, não! Fique’, para continuar a falar".
Atitude de oração
"Eu tenho uma lembrança especial do Servo de Deus numa visita ad limina que fiz com os bispos da Argentina em 2002. Um dia, concelebramos com o Santo Padre e o que me impressionou foi a preparação dele para a celebração. Ele estava ajoelhado na sua capela privada em oração e eu vi que, de quando em quando, ele lia algo numa folha e apoiava a testa nas mãos. Era bem visível que ele orava com muita intensidade por aquilo que eu acho que era uma intenção escrita naquele papel. Depois ele relia mais alguma coisa na mesma folha e retomava a atitude de oração, e continuava assim até terminar, e só então se levantava para vestir os paramentos".
Homem de Deus
Respondendo às perguntas sobre a fama de santidade, que encerram o interrogatório, Bergoglio afirmou, sinteticamente: "Não estou ciente de particulares dons carismáticos, de fatos sobrenaturais ou de fenômenos extraordinários envolvendo o Servo de Deus enquanto ele estava vivo. Enquanto João Paulo II estava vivo, eu sempre o considerei um homem de Deus. E maioria das pessoas que de alguma forma entraram em contato com ele também".

“Santo subito”

Bergoglio termina: "A morte dele, como eu disse, foi heroica, e acho que essa percepção pode ser considerada universal”. Basta pensar na manifestação de carinho e de veneração que os fiéis, e também não fiéis, reservaram a ele durante os funerais. Depois da morte, a fama de santidade foi confirmada pela decisão do Santo Padre Bento XVI de eliminar o tempo de espera de cinco anos previsto nas normas canônicas, permitindo o início imediato da causa de canonização. Outro sinal é a peregrinação contínua ao seu túmulo, feita por gente de todas as condições e de todas as religiões".


FONTE: Aleteia

Após 40 dias em coma, padre atacado por narcotraficantes visita Francisco

O sacerdote conhecido como “o milagre de Deus” foi passar seu aniversário com o Papa Francisco e renovar sua fé na missão.


O Pe. Horacio Zúñiga esteve em coma durante 40 dias, após uma tentativa de assassinato por parte de narcotraficantes, que queriam eliminar o sacerdote que se dedica a tirar os jovens das drogas.

O Pe. Horário foi brutalmente atacado, mas se recuperou parcialmente e já voltou a guiar sua paróquia e seu colégio. Ele teve a bênção de comemorar seu aniversário de 45 anos ao lado do Papa Francisco.

A história deste padre é brilhante. Com um doutorado em Teologia em Roma, ele foi nomeado pároco de um bairro pobre de La Guaira (Venezuela), bem como diretor de um colégio.

O Pe. Horacio conseguiu tirar muitos jovens das ruas e o mundo das drogas. Por isso, os narcotraficantes decidiram assassiná-lo em plena luz do dia.

Depois de ser espancado e dado por morto, ele ficou horas jogado na rua. Após 40 dias em coma, recuperou-se dos ferimentos. E, mesmo estando à beira da morte, ele voltou à Venezuela para abrir uma escola diocesana.

Sua mãe quis dar-lhe de presente de aniversário uma viagem a Roma, para encontrar-se com o Papa Francisco. Após seu encontro com o Pontífice, o Pe. Horacio comentou que se sente “mais forte, porque o Papa Francisco me confortou e deu um novo sentido ao pouco sangue que derramei por Cristo”.

“Em La Guaira, sou chamado de ‘milagre de Deus’, mas eu prefiro pensar que sou um predileto do Senhor. Prova disso foi a Missa que pude concelebrar esta manhã com o Papa Francisco”, contou o Pe. Horacio ao L’Osservatore Romano.

“Escrevemos ao Papa no mês passado – conta a mãe do sacerdote – para contar-lhe a história de Horacio, e lhe pedimos que nos concedesse apenas um minuto do seu tempo, para dar-lhe sua bênção. Não esperávamos esta graça tão grande.”

O Pe. Horacio nasceu em Cartagena (Venezuela). Entrou no seminário durante a juventude e completou seus estudos na Universidade Pontifícia da Santa Cruz, em Roma.

Logo após sua ordenação, foi enviado a La Guaira. Ao chegar ao seu primeiro destino como sacerdote, percebeu a delicada situação dos jovens do local – muitos deles eram utilizados pelos narcotraficantes para vender drogas. Horacio se opôs a isso e decidiu tirar o maior número possível de jovens dessa agonia.

Segundo relatou o L’Osservatore Romano, o carisma e zelo apostólico do Pe. Horacio possibilitou não apenas reunir um bom grupo de jovens, tirando-os das mãos dos traficantes, mas também iniciar uma autêntica campanha de conscientização para dar mais visibilidade a essa praga social na Venezuela.

Diante de tal situação, os narcotraficantes decidiram assassiná-lo. Ao sair de um shopping, em plena luz do dia, o padre foi atacado por alguns traficantes, que o espancaram usando tacos de beisebol, e o deixaram jogado no meio da rua.

Ele passou horas sobre o asfalto, sem que ninguém se atrevesse a socorrê-lo, porque as pessoas tinham medo dos traficantes. Mas, finalmente, uma pessoa o recolheu e o levou ao hospital. Ao despertar do coma de 40 dias, seu primeiro pensamento se dirigiu aos jovens que ele tirou das ruas e das drogas: “Os traficantes queriam arrancá-los de mim, mas não conseguiram e não conseguirão”, disse.

O Pe. Horacio terminou sua recuperação em Roma. Agora, está com toda a parte esquerda do corpo paralisada, mas os golpes dos narcotraficantes não conseguiram paralisar seu amor e sua entrega aos jovens das ruas. O sacerdote, ao voltar à Venezuela, abriu uma escola diocesana, dirigida por ele mesmo.
 
(Fontes: José Calderero / Alfa y Omega  / Camino Católico)

quinta-feira, 24 de abril de 2014

VIAGEM DE ESTUDOS - TURMA 2012.1 - UVA – POLO: CURRAIS NOVOS AS ESCOLAS MULTISSERIADAS DO MUNICIPIO DE PARELHAS-RN

           
      Uma viagem de estudos é fundamental na sistematização dos saberes científicos, pois, possibilita aos alunos vivências práticas, em campo e, interagir em situações específicas, multidisciplinares, em tempo real, tornando a experiência uma ferramenta poderosa no processo educativo.
       A visita às escolas multisseriadas do município de Parelhas-RN, permitirá aos alunos observar “in loco” como acontece o desenvolvimento das aulas numa realidade de seriação, num mesmo espaço e tempo da sala de aula, ode todas as disciplinas são ministradas por um único professor e/ou até dois professores.
       A viagem de estudos objetiva transcender os limites físicos da sala de aula possibilitando o contato direto dos alunos com a realidade da sala de aula do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) turmas multisseriadas, situadas no campo e/ou comunidades rurais.


Prof.ª Ms. Hilda Pereira dos Santos

terça-feira, 22 de abril de 2014

APROXIMA-SE A CANONIZAÇÃO DOS DOIS PAPAS


A cidade de Roma espera milhares de pessoas para a canonização dos dois Papas que acontecerá no próximo domingo.

Roma se prepara para receber milhares de pessoas em ocasião da canonização de João Paulo II e João XXIII, que acontecerá no próximo domingo 27 de abril, Festa da Divina Misericórdia.

O acesso à Praça de São Pedro para a ocasião será livre. A única área reservada será a dos cardeais e bispos (cerca de mil), autoridades e corpo diplomático, e do coro que cuidará da animação litúrgica.

Os fiéis ocuparão todo o resto da Praça São Pedro, a Piazza Pio XII e a Via della Conciliazione. Se todos esses três pontos estiverem cheios, é possível chegar a cerca de 300 mil pessoas, não mais do que isso.

Para a preparação da Missa está previsto recitar o terço da misericórdia e ler textos dos dois Papas sobre a Misericórdia. As fotos que ficarão na frente da Basílica no momento em que serão proclamados santos serão as mesmas da beatificação. Está prevista a presença das duas pessoas que alcançaram milagres por intercessão de João Paulo II, a freira francesa Ir Marie Simon-Pierre Normand e a costarriquenha Floribher Mora.

Para a distribuição da Eucaristia na Praça de São Pedro estão previstos 700 sacerdotes, e um grande número de diáconos permanentes na Via della Conciliazione. A Basílica de São Pedro será aberta na parte da tarde, permitindo que os fiéis venerem os túmulos dos dois novos santos. Está programada uma missa em ação de graças segunda-feira, 28, na Praça de São Pedro, presidida pelo Cardeal Angelo Comastri.

A celebração da canonização será transmitida por telões distribuídos em vários pontos de Roma. Ruas como a Via dei Fori Imperiali, que liga o Altar da Pátria ao Coliseu, já se encontram fechadas para a ocasião.

A partir de sexta-feira, 25, os telões estarão disponíveis da seguinte forma:

2 na Piazza Pio XII
4 na Via della Conciliazione, que chega da acesso ao Vaticano
1 no Largo Giovanni XXIII
4 na região de pedestres e no jardim do Castelo Sant’Angelo
1 na Piazza Navona (para peregrinos de língua polaca)
1 na Piazza Esquilino, próximo a Santa Maria Maior
1 na Piazza Farnese (para os peregrinos de língua francesa)

Roma está na expectativa.

Fonte: Aleteia


As cores fazem parte do nosso dia a dia, mas você já parou para se perguntar: De onde vêm seus nomes e o que eles significam?


                            Você já se imaginou vivendo em um mundo sem cores?
Justamente por estarem presentes em todos os elementos do nosso dia a dia, as cores foram ganhando importância ao longo do tempo. Mas nem sempre existiu uma variedade tão grande de tonalidades como a que conhecemos hoje.
Ou pelo menos elas ainda não tinham sido batizadas.
É difícil imaginar, mas, há muito, muito tempo atrás, as línguas nem mesmo tinham nomes para todas as cores, sendo que algumas acabavam sendo representadas por uma mesma palavra.
O tempo passou e as sociedades se viram obrigadas a criar nomes para tantas nuances diferentes.
O mais curioso é que ao observar culturas isoladas, os especialistas  notaram que, em geral, as cores recebiam seus nomes na mesma ordem.


 Eles chamaram esse fenômeno de “hierarquia do nome das cores”, sendo  que a ordem mais comum era preto, branco, vermelho, verde, amarelo  e azul. Outras nuances, como roxo, marrom e rosa, por exemplo, foram  batizadas muito tempo depois.