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quinta-feira, 10 de março de 2016

ARROZ COM FEIJÃO FAZ BEM À SAÚDE?

O arroz com feijão é uma combinação popular em muitas culturas ao redor do mundo — e a base da culinária brasileira — e por boas razões. Além do preço mais acessível, o arroz e o feijão, se consumidos individualmente, são nutricionalmente incompletos, mas juntos criam um prato satisfatório, com pouca gordura e repleto de carboidratos complexos e proteínas.

Além disso, eles têm pelo menos dez por cento de sete vitaminas e minerais essenciais à saúde e, como tal, são um bom substituto para a carne em algumas refeições.


                                                       Valor nutricional

Uma porção com meia xícara de arroz branco cozido e meia xícara de feijão preto tem 217 calorias e apenas 0,68 gramas de gordura. Tem também tem 42 gramas de carboidratos complexos, o que corresponde a 32% de sua ingestão diária recomendada de energia.

                                                          Proteínas e fibras

Quando você mistura arroz com feijão, o resultado é uma refeição não só rica em proteínas, como também em todos os aminoácidos e, assim, você tem uma proteína completa. A porção citada acima fornece 9,6 gramas de proteína total, cerca de 80 por cento dela proveniente do feijão. Ele também contribui com a maior parte de fibra — 7,8 gramas na porção completa com o arroz. Essa quantidade corresponde a 20% da necessidade diária dos homens e 31% da recomendação para as mulheres.

O feijão é uma das melhores fontes de uma forma de fibra dietética chamada fibra solúvel. Essa fibra diminui a lipoproteína de baixa densidade (LDL, o colesterol "ruim"). Assim, uma dieta rica em fibra solúvel pode ajudar a reduzir a inflamação e a pressão sanguínea, o que ajuda a proteger o coração. Ela também retarda a absorção de açúcar na corrente sanguínea, o que ajuda a melhorar os níveis de açúcar no sangue em diabéticos.


                                          Nutrientes no Arroz Branco X Integral

O arroz contém mais de 15 vitaminas e minerais, incluindo várias vitaminas do complexo B, ferro e zinco. É uma boa fonte de fibra e não contém sódio, colesterol, gordura ou glúten saturado (a menos, claro, que seja cozido com muito óleo e sal).

Existem milhares de variedades de arroz no mundo, mas o valor nutricional de todas elas é semelhante. Todos os tipos têm a sua casca removida, mas para fazer arroz branco os processadores devem, em seguida, polir o grão. Isso remove o  farelo, juntamente com grande parte das vitaminas naturais e conteúdo mineral. Produtores de arroz branco geralmente fortificam os grãos, adicionando nutrientes que foram removidos durante o processamento.

Entretanto, mesmo que o arroz branco seja enriquecido, o integral é geralmente a melhor escolha. Um estudo da Universidade de Harvard realizado em 2010 descobriu que comer duas porções ou mais de arroz integral por semana reduz o risco de diabetes tipo 2, enquanto o consumo de arroz branco o aumenta.

Além disso, se você usar o arroz integral em vez do branco, vai dobrar a quantidade de magnésio, potássio e zinco, e adicionar seis vezes mais fibra às suas refeições.


                                                     Nutrientes no Feijão

O feijão, principalmente o preto, é uma ótima fonte de proteína vegetal, fibras e muitas vitaminas e minerais, incluindo vitaminas do complexo B, ferro, cálcio, magnésio, potássio e fósforo. Ele não contêm muita metionina, um dos aminoácidos essenciais, mas quando combinado com o arroz integral, você tem uma proteína completa. Uma xícara de feijão preto contém apenas 2 mg de sal e menos de 1 grama de gordura total, na maior parte insaturada.

                                                Vitaminas do Complexo B

Tanto o feijão como o arroz contêm vitaminas do complexo B, incluindo tiamina, riboflavina, niacina, ácido pantotênico, piridoxina, biotina, ácido fólico e cobalamina. Estas vitaminas trabalham em conjunto para regular as reações químicas no corpo, converter alimentos em energia, manter o sistema nervoso e hormonal em equilíbrio e apoiar o crescimento e desenvolvimento geral. Comer arroz e feijão juntos traz uma variedade dessas vitaminas, mas, como dito antes, você deve escolher o arroz integral para ter uma maior concentração delas.
      
                                                             Ácido fólico

O papel do ácido fólico na sintetização do DNA e aminoácidos o torna essencial para o desenvolvimento de novas células. Ele é necessário para criar glóbulos vermelhos, evitar defeitos no feto durante as primeiras semanas de gravidez e apoiar os surtos de crescimento acelerado das crianças (a mamãe estava certa quando dizia que o feijão faz você crescer forte e saudável!). O ácido fólico remove do sangue um aminoácido chamado homocisteína, convertendo-o em outras substâncias benéficas. Isso pode ajudar o seu coração, porque níveis elevados de homocisteína estão associados a maiores riscos de doença cardiovascular. Meia xícara de arroz branco combinado com meia xícara de feijão tem 205 microgramas de ácido fólico, o que corresponde a 51% da ingestão diária recomendada.

                                                                Ferro
Além de transportar o oxigênio, o ferro é parte de centenas de enzimas que têm uma variedade funções, incluindo a produção de energia. Seu sistema imunológico depende do ferro para o crescimento normal das células brancas do sangue, que matam as bactérias invasoras. A ingestão diária recomendada para homens é de 8 miligramas durante toda a vida adulta e as mulheres precisam de 18 miligramas até os 51 anos e, após essa faixa etária, devem consumir 8 miligramas diárias. Na porção de meia xícara de feijão preto com meia de arroz branco, há 2,75 miligramas de ferro.

                                                                  Magnésio

O magnésio transporta uma carga elétrica que lhe confere um papel essencial na estimulação dos nervos e contração muscular. Enquanto o cálcio estimula os músculos cardiovasculares a contrair, o magnésio os faz relaxar. Trabalhando juntos, eles mantêm o seu batimento cardíaco. O magnésio também pode reduzir a pressão arterial, relaxando os músculos nas paredes dos vasos sanguíneos, o que permite que o sangue circule com mais facilidade. A porção de arroz branco e feijão preto citada no item anterior fornece 69 miligramas de magnésio, o que dá aos homens 16% e às mulheres 21% de sua ingestão diária recomendada.

                                                      Então é saudável mesmo?

Sim (e muito!), desde que sejam consumidos juntos. Também é bom ressaltar que é melhor trocar o arroz branco pelo integral e, sempre que possível, escolher o feijão preto.

Além disso, apesar do arroz e feijão juntos serem bastante nutritivos, o prato carece de vitaminas A e C. Uma boa sugestão é adicionar ao prato um tomate ou pimentão (o que trará cerca de 10 a 20% do valor diário recomendado de vitamina C), bem como espinafre e cenouras (ricos tanto em vitamina C como A).


FONTE: http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=4919

FAMINTAS E ATERRORIZADAS, 250 MIL CRIANÇAS ESTÃO COMENDO CAPIM E RAÇÃO EM MEIO A CADÁVERES E BOMBARDEIOS

Espantoso relatório "Infância sob Cerco", da Save the Children, descreve o inferno nas cidades da Síria sitiadas pela insanidade.


A organização Save the Children [Salve as Crianças, em inglês] foi criada em 1919 com a missão que é explicitada em seu próprio nome: salvar crianças. Perto de completar 100 anos, a organização internacional ainda enfrenta desafios que, de tão absurdos e revoltantes, parecem possíveis somente em roteiros de filme-catástrofe. A Save the Children tenta há 3 anos proteger com especial empenho as crianças das cidades sírias sitiadas por uma guerra covardíssima, cujas dimensões reais são detalhadas no recente relatório “Infância sob Cerco”.

O documento foi elaborado a partir de testemunhos diretos de agentes humanitários da própria organização, de parceiros de organizações locais, de cidadãos sírios que conseguiram fugir das áreas sitiadas e de cidadãos sírios que ainda vivem no inferno criado e cercado pelos combatentes que lhes negam acesso a tudo e os reduzem a mera armas de guerra.

Confira algumas das estarrecedoras denúncias contidas no relatório:

As crianças estão morrendo por falta de alimentos e de medicamentos ou por causas absurdas, como a ingestão acidental de veneno quando escavam a terra em busca de alguma coisa para comer.

Desde 2011, quando começou a guerra na Síria, pelo menos 11,3 milhões de pessoas foram forçadas a fugir da própria casa: 6,6 milhões estão deslocadas dentro do país e 4,7 milhões fugiram para o exterior – onde enfrentam outro inferno, o da crise dos refugiados, com suas travessias marítimas quase suicidas e suas novas cercas seletivas, agora erguidas nas fronteiras terrestres dos países europeus.

O número de sírios assassinados nestes 5 anos de conflito armado está entre 250 mil e 400 mil.

O cerco contra civis é uma tática de guerra desde 2011, quando o próprio governo sírio sitiou a cidade de Dara’a e deixou sua população sem eletricidade, água e comida durante 11 dias.

O inferno não poupa sequer hospitais e clínicas. Mesmo a poucos quilômetros da capital Damasco, há cidades, como Moadamiyeh, nas quais os médicos são obrigados a trabalhar à luz de velas.

Quando os postos de controle liberam a entrada de poucos medicamentos nas áreas sitiadas, eles já estão quase 100% inutilizáveis devido às más condições de armazenamento impostas pela assassina burocracia de guerra.

Crianças não podem sequer receber vacinas contra doenças evitáveis. Muitas das que morreram foram vítimas da raiva ou de doenças da pele e do sistema digestivo, disseminadas pelo consumo de água contaminada pelo esgoto – o fornecimento de água potável é quase inexistente nas regiões sob cerco.

A fumaça das explosões constantes expõe especialmente as crianças a infecções respiratórias e inflamações.

Sem outro recurso, pessoas e famílias inteiras vagam entre escombros em busca de trapos que, depois de fervidos, possam ser usados como “curativos”.

Na cidade de Madaya, de mais de 400 pessoas que precisavam ser transferidas para receber tratamentos médicos delicados, só 37 foram autorizadas.

Entre os pacientes com maior risco de vida estão os diabéticos, hoje sem acesso à insulina, e os que precisam de hemodiálise. Destes últimos, o relatório informa que ao menos 17 que moram ao ​​norte de Homs foram impedidos de deixar a cidade para fazer seu tratamento.

A falta de equipamento e material hospitalar é descrita no documento em relatos concretos, como o dos médicos que não podem fazer transfusões porque não há mais sangue estocado, o de um jovem (dentre muitos) que teve de amputar uma perna por falta de material médico e até o da criança que perdeu os dois olhos após ser atingida por estilhaços – o hospital não tinha mais instrumentos para extraí-los.

Com a carência de médicos (muitos foram mortos), os doentes e feridos são atendidos do jeito que é possível por dentistas, veterinários e voluntários sem formação adequada.

A falta de médicos ameaça em particular as crianças, que, além da desnutrição, da hipoglicemia, da hipotermia ou de paradas cardíacas provocadas por hiper-hidratação, correm o risco de morrer por causa de infecções relativamente simples, mas que nem sequer são notadas pelos atendentes improvisados, apesar de sua heroica boa vontade.

Absurdo inominável: os remédios e equipamentos estão a muito poucos quilômetros de distância desses enclaves do inferno, mas simplesmente não são autorizados a passar pelos postos de controle.

O mesmo absurdo genocida acontece com os alimentos, que estão ao lado das pessoas famintas, mas impedidos de lhes ser entregues.

Em Yarmouk, há relatos de pessoas que tentam sobreviver com uma única colher diária de mel. Na mesma cidade, 40% das crianças sofrem de desnutrição – estes dados, no entanto, são da metade de 2015 e muito provavelmente já pioraram ainda mais.

Em Deir Ezzor, o relatório diz que muitas crianças se alimentam de capim e ração para animais.

Nas áreas rurais de Damasco, professores informam sobre crianças que desmaiam de fome em plena aula, privadas de comida há dias. Numa guerra que se arrasta como um monstro há 5 anos, as crianças menores jamais viram na vida uma maçã ou comeram um pedaço de frango. Mesmo os legumes, menos escassos, chegam a faltar durante semanas a fio. “Elas perambulam pelas ruas alteradas pela fome”, descreve um dos agentes humanitários.

Pelo menos os bebês, em tese, sofreriam menos, já que contam com a amamentação. Mas só em tese: as mães não têm leite suficiente porque elas próprias passam fome.

Em outubro de 2015, a ONU conseguiu distribuir alimentos para cerca de 10.500 pessoas – menos de 2% do total de sírios que sobrevivem nas áreas sitiadas.

Mesmo para os pouquíssimos que recebem ajuda, porém, a escassa comida disponibilizada oferece menos de um quarto das calorias recomendadas como mínimo em casos de crise humanitária.
Também em 2015, foram atendidos menos de 10% dos pedidos da ONU de acesso às áreas sitiadas, o que mantém centenas de lugares impedidos de receber ajuda. A cidade de Darayya é um caso assustador: sua população está sem receber ajuda desde outubro de 2012.
Mesmo quando há permissão para que as ajudas cruzem os postos de controle nas regiões sob cerco, não há garantia nenhuma de que elas sejam entregues a quem precisa. Em janeiro de 2016, por exemplo, comboios foram autorizados a entrar em Moadamiyeh, mas sob a condição de que as ajudas fossem descarregadas em uma periferia controlada e não diretamente à população.

Em julho de 2015, a ONU pôde enfim levar ajuda à cidade de Douma após 18 meses de impedimentos, mas os postos de controle, que estão equipados para identificar qualquer medicamento líquido, simplesmente apreenderam os antibióticos e demais medicamentos necessários para tratar infecções.

Valerio Neri, diretor geral da Save the Children, informa que menos de 1% da população das áreas sitiadas consegue receber ajuda alimentar da ONU e não mais que 3% receberam atendimento de saúde até o momento.

2,8 milhões de crianças estão fora da escola (antes do conflito, 99% das crianças da Síria estavam nas salas de aula). No entanto, entre as que teoricamente ainda recebem educação formal, os períodos de ausência podem chegar a meses ou mesmo anos devido não só aos deslocamentos forçados das famílias, mas também aos bombardeios que destroem as escolas.

25% das escolas (o que equivale a 4.000 de um total de 16.000 escolas) sofreram ataques nos últimos 4 anos. 20% dos professores sírios já foram mortos
.
Assim como hospitais, clínicas e fábricas, há também escolas improvisadas em porões e abrigos subterrâneos, num tentativa de proteção contra os mísseis. Só em 2015, 22% dos alvos de ataques aéreos estavam nas áreas sitiadas.

A maioria dos pais relata que os filhos apresentam comportamentos agressivos, causados pelo medo e pela raiva. A situação de estresse agrava ainda mais as consequências físicas e psicológicas da desnutrição. O depoimento de uma mãe da cidade de Ghouta é estremecedor: “Não temos mais crianças aqui. Só pequenos adultos”.

A miséria e, em muitos casos, a morte dos pais obriga crianças sírias a trabalhar ou, pelo menos, vagar pelas ruas lotadas de escombros em busca de algo para comer, tentar vender ou queimar e se aquecer no inverno de temperaturas negativas.

Há relatos, no documento da Save the Children, de crianças sexualmente abusadas e viciadas em drogas, quando não sequestradas ou recrutadas pelos combatentes. Depoimentos de agentes humanitários citam casos de crianças de 8 anos já forçadas a pegar em armas e lutar como soldados das facções.

Ao finalizar o relatório, a Save the Childen pede acesso imediato e permanente às áreas sitiadas e o fim dos ataques a escolas, hospitais e estruturas básicas, além de apelar aos líderes mundiais para que as ajudas humanitárias não sejam vinculadas aos acordos de paz e, muito menos, negociadas politicamente.


FONTE: http://pt.aleteia.org/2016/03/10/famintas-e-aterrorizadas-250-mil-criancas-estao-comendo-capim-e-racao-em-meio-a-cadaveres-e-bombardeios/

quarta-feira, 9 de março de 2016

7 GRANDES BENEFÍCIOS DO BANHO FRIO PARA A SAÚDE!

Todo mundo gosta de tomar um banho quente, pois é muito reconfortante e ajuda a relaxar, principalmente após um dia corrido. Mas por acaso já cogitou tomar uma ducha fria? Se tem banheira em casa, já se imaginou mergulhar na água fria? Não precisa ser gelada.
Sete motivos pra você fazer isso de vez em quando. Confira!

                                              1. Faz bem à pele e aos cabelos

A água quente é confortante e ajuda a relaxar, mas pode causar problemas na pele. O excesso de banhos em alta temperatura pode ressecar a pele se você não hidratá-la adequadamente. Quem tem o rosto oleoso deve evitar água quente, pois aumenta a produção de sebo no rosto, e aí surgem as indesejadas espinhas. O mesmo vale para quem tem problemas no couro cabeludo, como caspa ou excesso de oleosidade.
Se você quer manter seus cabelos e a sua pele saudáveis e com boa aparência, experimente tomar um banho frio de vez em quanto somente para testar. As diferenças serão visíveis. Isso acontece porque a água fria fortalece ajuda a reduzir os poros e mantém a pele hidratada por mais tempo. Já para os cabelos, o banho frio mantém firmes os óleos naturais dos fios, e por isso ficam mais firmes, brilhantes e com boa aparência.

                                                2. Diminui a pressão sanguínea

Se você sofre com pressão alta, cogite a possibilidade de tomar banhos frios de vez em quando, pois melhora a circulação sanguínea. O choque da água fria no corpo faz com que as artérias trabalhem mais para controlar a temperatura interna, e por isso estimula a circulação em todo o organismo. Algumas pessoas até tem um pouco de palpitação quanto tomam banho frio ou entram em uma piscina ou no mar, pois é justamente isso que acontece, mas não se preocupe pois não faz mal ao coração. Pelo contrário, está estimulando a oxigenação do sangue. E tem mais: o banho frio ainda reforça a imunidade!

                                                 3. Reduz os níveis de estresse


Você teve um dia muito cheio e estressante e, para relaxar, toma aquele banho fervente. Fez bem, certo?

Errado! Tomar banho frio diminui consideravelmente os níveis de ácido úrico que soltamos no organismo em situações de estresse, além de estimular os antioxidantes. Um estudo mostrou que os banhos frios, além de diminuir a tensão, ajuda a melhorar sentimentos negativos, como raiva e tristeza. Por isso, caso tenha tido um dia difícil, tome um banho frio e relaxe.

                                                  4. Acaba com dores musculares

Você já deve ter visto em programas de esporte que diversos atletas fazem tratamento com gelo. Alguns deles até mergulham em banheiras cobertas de cubos de gelo! Eles fazem isso após longos e exaustivos treinos, pois a baixa temperatura evita que esses atletas tenham tensões e inflamações musculares, e ajuda a recuperar os tecidos após longos treinos.
Por isso, se você teve algum problema muscular, opte pelo banho frio após realizar alguma atividade física, de musculação a caminhada. Se tiver banheira em casa, mergulhe na água fria por pelo menos 25 minutos.

                                                   5. Ajuda a queimar gordura

Isso pode ajudar a turbinar a sua dieta de emagrecimento. Tomar banho frio acelera o metabolismo e ajuda a eliminar aquelas gorduras persistentes que ficam nas laterais do corpo e abdômen, por exemplo. É o temido tecido adiposo. Claro que, para usufruir deste benefício, você deve fazer uma dieta, mas o banho frio pode acelerar o emagrecimento.

                                                   6. Reforça o metabolismo

Como dissemos no tópico anterior, o banho frio acelera o metabolismo. Assim que você entra em uma ducha de água fria ou banheira, seu corpo rapidamente reage para controlar a temperatura interna. Dessa forma, o metabolismo fica mais rápido. Assim, você perde calorias mais rápido e o seu corpo funciona melhor.

                                                      7. É a melhor forma de despertar

Muitas pessoas têm dificuldade em levantar da cama e precisam de um banho para começar o dia. Pois saiba que se você é assim e ainda toma banho quente, seu corpo vai ter ainda mais dificuldade para despertar, pois a alta temperatura é relaxante. Já o banho frio faz o contrário, pois estimula a circulação de oxigênio no organismo e, cansando aquela sensação de "acordar". Pode ser difícil nos primeiros dias, mas seu corpo estará habituado em algumas semanas.

Fonte: theremedist.com


segunda-feira, 7 de março de 2016

VIVÊNCIAS PEDAGÓGICAS - OFICINAS

Os alunos da Universidade Estadual Vale do Acaraú -UVA, sob a tutela do IBRAPES/RN, Polo: Currais Novos, Turma 2014.1, apresentam a culminância da Disciplina Métodos e Técnicas de Alfabetização, sob a orientação da professora Mestre Hilda Pereira dos Santos, desenvolvem com muito êxito,uma OFICINA PEDAGÓGICA,  dentro da temática ora trabalhada.

Turma 2014.1

                         Oficina com temas diversificados,quais sejam:
Brincadeiras de criança, Histórias Infantis, Aqui eu quero ficar, Cantinho da Leitura e a Construção.













Muffin Com Sabor do Brasil: Fubá e Goiabada!

Os muffins estão na moda! Ninguém resiste a esses bolinhos fofinhos e muito saborosos. Que tal provar esta receita que tem o sabor da típica culinária brasileira? É um muffin de fubá com goiabada - uma ótima opção para servir para os familiares e amigos em um fim de tarde, acompanhado de um bom cafezinho. Confira a receita.

Ingredientes 
- Uma xícara  1/4 de chá leite
- Duas xícaras de chá de fubá
- 1/2 xícara de chá de manteiga derretida
- um copo de iogurte natural
- uma ´xícara chá de açucar
-  dois ovos
- uma xícara chá de farinha de trigo
- uma colher dê chá de bicarbonato de sódio
- uma xícara e meia de fermento em pó
-Goiabada cortada em cubinhos a gosto
  • Preparo
    1. Em uma panela, coloque o leite e meia xícara de chá de fubá. Cozinhe em fogo baixo até formar um creme leve. Para saber se está bom, passe o dedo na espátula. Se formar um "caminho", significa que está no ponto. Transfira para uma tigela e deixe esfriar um pouco.
    2. Assim que estiver morno, acrescente a manteiga, o iogurte e o açúcar. Mexa bem, de preferência com um batedor (fouet). Adicione os ovos e mexa novamente.
    3. Coloque então a farinha de trigo e o restante do fubá aos poucos, mexendo sem parar, 
     para que possam encorpar à massa.
    4. Acrescente o bicarbonato de sódio e o fermento e mexa novamente.
    5. Passe os cubinhos de goiabada na farinha de trigo para que não afundem na massa.
    6. Coloque a massa em forminhas de muffin e adicione três cubinhos de goiabada em cada um.
    7. Leve ao forno preaquecido a 200o por cerca de 30 minutos ou até os muffins ficarem dourados.

domingo, 6 de março de 2016

“EU TENHO 90 ANOS. VOU CAIR NA ESTRADA”, DIZ VELHINHA DIAGNOSTICADA COM CÂNCER

Norma preferiu viver os últimos anos da sua vida viajando ao invés de se submeter a cirurgias e à quimioterapia.



Imagine perder o marido para um câncer e, como se não bastasse, ser diagnosticada com a mesma doença.

É o caso da americana Norma, que preferiu viver os últimos anos da sua vida viajando, ao invés de se submeter a cirurgias e à quimioterapia.

“Eu tenho 90 anos. Vou cair na estrada”, disse Norma.

E não é que ela caiu mesmo? Apoiada pelo filho, Tim, a nora, Ramie e o cachorro de estimação, Ringo, eles começaram sua aventura pelos Estados Unidos.

A aventura já dura seis meses, e eles já passaram por quase todos os estados do país, incluindo a Flórida, o Mississipi, Louisiana, Arizona, Novo México, entre outros.

“Ela continua a surpreender a gente. Sua saúde tem melhorado. Acredito que estar se alimentando bem e conhecendo novos lugares está ajudando”, contou Ramie ao site ABC News.


As aventuras dessa senhora cheia de energia podem ser acompanhadas pela página no Facebook Driving Miss Norma, que já tem quase 200 mil seguidores.

quarta-feira, 2 de março de 2016

ESSA SOBREMESA É (QUASE) LINDA DEMAIS PARA COMER

Quase sabem por quê? Uma das maiores alegrias de receber amigos e parentes em casa é poder servir algo do qual eles vão se lembrar para sempre. Essa sobremesa traz o melhor de dois mundos: a beleza das rosas, com o sabor delicioso das maçãs.


Ingredientes para fazer 6 rosas
(Tempo de preparação: 45 minutos)
1 pacote de massa folhada pronta
2 maçãs vermelhas
Suco de meio limão
1 colher de sopa de farinha para abrir a massa
3 colheres de sopa de geleia de damasco
Canela e açúcar de confeiteiro (opcional)


Instruções:
Se a massa é congelada, descongele por 20-30 minutos.
Encha uma tigela com água até a metade e adicione o suco de limão. Corte as maçãs ao meio para tirar o miolo e então as fatie o mais fino possível. Não tire a casca, pois é ela que vai dar a cor vermelha nas rosas.


Coloque as fatias de maçã na tigela com o suco de limão e leve ao micro-ondas por alguns segundos, até que elas amaciem um pouco.


Abra a massa folhada, com um rolo de macarrão, sobre uma superfície limpa e untada com a farinha. Tente deixá-la retangular e corte-a em 6 fatias iguais



Em uma tigela pequena, coloque a geleia de damasco e 2 colheres se sopa de água e leve ao micro-ondas por 1 minuto. Use um pincel ou a parte de trás de uma colher para espalhar a geleia nas tiras de massa.



Pré-aqueça o forno a 200º C e coe as maçãs.


Coloque as maçãs (com um pouco de canela, se quiser) alinhadas na parte superior da tira de massa, como na foto abaixo.


Dobre a parte de baixo da massa para cima, assim:


Agora enrole tudo, pressione o final da massa para fechar bem e coloque a rosa em uma fôrma de muffin.






Repita o processo com todas as rosas, e leve ao forno por 40-45 minutos, até assar completamente. Para saber quando está assado por dentro, conte 10-15 minutos a partir de quando a parte de fora parece assada. Para esses últimos minutos, você pode baixar um pouco a temperatura para não queimar a parte de fora.


Quando esfriar, tire da fôrma, polvilhe com açúcar de confeiteiro e aprecie!



Não é lindo?