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terça-feira, 11 de outubro de 2016
HILÁRIA ESSA PIADA: OS APELIDOS VARIADOS DO ZÉ!
José mora em uma cidadezinha
do interior e, desde criança, era incomodado por Artur, um colega que dava
todos os apelidos possíveis para ele. Era sempre Zé alguma coisa. Quando José
ficou adulto, ele se mudou para um bairro mais afastado do centro para fugir
dessa pessoa chata. Comprou uma casinha bem cuidada, com um belo jardim na frente
e uma árvore muito bonita.
Mas o que ele não esperava é
que o vizinho da frente era ninguém menos que Artur, o ‘amigo da onça’ que
adorava apelidá-lo. E não deu outra: ao ver José ali no quintal debaixo da
árvore, ele grita:
— Fala, Zé da Árvore! Prazer
ter você aqui, hein!
José não acredita naquilo!
Mas, dessa vez, ele não tolera. No dia seguinte, chama os serviços da
prefeitura e pede para cortar a árvore. Os funcionários fazem o serviço, mas
deixam o toco da árvore ali. Ao ver o vizinho, ele diz:
— E então, vai me chamar de
Zé da Árvore outra vez?
— Ah, claro que não. A partir
de agora você é o Zé do Toco!
E saiu dando risada.
Furioso com o novo apelido,
Zé contratou um tratorista para remover o toco do jardim, deixando ali um
buraco. Dias depois, eis que aparece Artur e, ao vê-lo, José grita:
— Agora quero ver se você vai
me chamar de Zé do Toco outra vez!
— Claro que não, Zé do
Buraco! Ha ha ha!
Zé fica ainda mais furioso.
E, para parar de vez com essa brincadeira sem graça, ele mesmo decide tapar o
buraco no mesmo dia. Na manhã seguinte, ele está ali no quintal esperando o
vizinho piadista. Quando Artur sai de casa, ele o chama:
— Agora acabou! Quero ver
que apelido você vai me dar agora! Não tem árvore, nem toco, nem buraco!
Em questão de segundos,
Artur responde:
— Que nada! Agora você é
tapado!
— O quê? Como assim? Agora
você está me ofendendo!
E antes que Zé partisse para
cima dele, Artur responde:
— Zé do Buraco Tapado, oras!
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
O QUE PERDI COM O DIVÓRCIO DOS MEUS PAIS
O testemunho dilacerante de
um adulto cuja infância foi destruída
Compartilho o seguinte
testemunho de um pai de família sobre o divórcio de seus pais – e o quanto esse
divórcio o afetou para sempre.
Meu nome é Roberto, sou
dentista, feliz no casamento e pai de três filhos. Meus pais são divorciados e
é sobre esta realidade que eu desejo dar meu testemunho.
Eu tinha apenas 8 anos, era
filho único e meus pais pensavam que, pela idade, não me dava conta das coisas,
não me inquietava, não me angustiava. Como eles estavam enganados!
É verdade que eu não fui
testemunha de brigas entre eles, embora certamente tenha havido algumas. Mas,
bem antes que eles se separassem (e acho que isso também eles nem imaginavam),
eu percebia a falta de alegria e de manifestações de carinho entre eles. Era
como se eles respirassem um indefinível ar rarefeito.
Naquela situação, confuso,
eu sentia certa “culpa”, imaginada por uma lógica infantil que me levava a
pensar coisas como estas: “Se eles estão mal, então eu também devo estar”;
“Eles estão bem, eu é que estou mal”; “Eu não devia ter nascido ou eles não
queriam que eu nascesse”…
Eu fingia estar distraído,
brincando, mas ouvia quando eles falavam de acordos sobre os carros, a casa, os
móveis, as contas; falavam de um jeito tenso, que me atingia.
Fui, eu mesmo, o objeto de
mais um acordo na hora de repartir as “coisas” e as supostas responsabilidades.
Acabei sendo um “sortudo” filho do divórcio, já que me garantiram teto, meios materiais
e educação acadêmica.
E foi assim que me tornei um
ser a quem era preciso garantir coisas; não tanto afeto, mas sim recursos para
“progredir”.
Com meus pais já separados,
eu passava tempos com cada um. Ambos tinham dinheiro para gastar e me
transformaram num menino mimado e exigente, cujos estados de ânimo eles
tentavam controlar com mimos materiais, num jogo de “eu te dou, mas não me
dou”; e depois me passavam para o outro, em turnos, com um beijo frio e um
sorrisinho.
Eu continuava sem entender…
À noite, em pesadelos, um
monstro peludo me assustava e eu esperava que ele sumisse magicamente. Era isso
o que eu pedia aos Reis Magos [nota da redação: em vários países de tradição
hispânica, os presentes para as crianças não são entregues no dia de Natal, mas
sim no dia 6 de janeiro, festa da Epifania – e quem os entrega não é o Papai
Noel, e sim os três Reis Magos].
Mas o monstro peludo não ia
embora nunca. Tive que me acostumar com ele e começar a chamá-lo pelo nome.
O nome dele era divórcio.
Foi assim que a palavra
divórcio passou a fazer parte do meu mundo, e, à medida que eu fui crescendo,
mais era envolvido na triste realidade do drama de dois adultos. Um drama em
que eles foram capazes de deixar de lado o mais importante; se não para eles,
com certeza para mim: a nossa família. E… se eu era parte dela… onde é que eu
ficava?
Quando alguém me perguntava
sobre a minha família, me doía e eu apelava à mentira. Sentia inveja, além
disso, das pessoas que estavam abrigadas por um sólido matrimônio. Ficava com
muita raiva quando via filmes em que apresentavam o divórcio como algo
inevitável, natural e, às vezes, até “divertido”. Fiz amigos que compartilhavam
a mesma situação, mas acabava me afastando deles, porque tinham uma conduta
difícil.
Meus pais partiram para
segundas uniões e formaram “outras famílias”. Como eu continuava me alternando
entre os dois, me vi com um padrasto, uma madrasta e meios irmãos aqui e ali.
Eu era um curinga.
Cresci, terminei a
universidade, assumi uma profissão e, do jeito que pude, me tornei alguém que
conseguia preservar seu equilíbrio interior.
Embora eu tenha sofrido a
solidão, nas fotos dos acontecimentos acadêmicos e sociais mais importantes da
minha vida, bem como no meu casamento, os meus pais apareceram, paradoxalmente,
sempre juntos e sorridentes, aparentando ser ainda, junto comigo, uma família.
A minha é uma de tantas
histórias em que o divórcio não parece ser tão ruim, mas isto não é verdade
para quem sabe o que traz no coração.
Não é minha intenção julgar
os meus pais. Estou apenas constatando que tudo isso que vivi é e será sempre
uma grande injustiça com os inocentes.
Ficou para trás o tempo em
que eu me esforçava para que a minha situação “não me importasse”; o tempo em
que eu dizia para mim mesmo que “tinha tudo”, que vivia uma situação mais comum
do que parecia e que, de certo modo, era um sinal dos tempos.
Ouvi pontificarem muitas
vezes que o divórcio era a alternativa para quem precisava refazer a vida
sentimentalmente; uma conquista da maturidade sobre a liberdade humana. Cheguei
a considerar tudo isso.
Mas não consegui me
convencer e decidi enfrentar o fato a partir da minha própria experiência: é
algo que eu jamais teria escolhido como contexto para viver e crescer.
O homem é livre, sim, e, precisamente
por isso, tem a capacidade de usar a própria liberdade para se comprometer, por
amor, com o que deve ser.
A grande verdade é que o
divórcio contraria a natureza pessoal do amor conjugal, do qual nascem os
direitos do filho ao desenvolvimento da plenitude do seu ser. E estes são três
direitos naturais e irrenunciáveis que os filhos do divórcio perdem:
Um filho tem direito à
certeza de saber que foi concebido por amor, um amor que lhe dá o senso de
pertencimento, dele aos seus pais e dos seus pais a ele. O amor dos esposos é
um amor de espíritos encarnados, e as coisas do espírito não são medidas pelo
tempo nem condicionadas pelo mundo. O amor conjugal, portanto, é um amor que
transcende o tempo, o sofrimento, as contrariedades, as provações, formando uma
muralha protetora do matrimônio e dos filhos. Um amor assim se estende aos
filhos como valor transformado em vida; como a melhor herança afetiva.
Um filho herda o direito a
três amores para crescer integramente: o do pai, o da mãe e o que nasce do amor
conjugal que flui entre eles; esse amor que é fruto de uma nova forma de ser
união entre dois e que combina o melhor da natureza pessoal. Por isso, para um
filho, o valor deste último amor é infinitamente maior que o de cada um dos
seus pais individualmente – e isso que o valor individual de cada um deles já é
maravilhoso. O amor que nasce dessa união é a escola onde o filho aprende a se
abrir aos outros em atos livres, responsáveis, sustentando o desenvolvimento de
toda a sua humanidade como homem ou como mulher.
Um filho tem direito ao
testemunho do compromisso de seus pais. Para aprender a andar pelo caminho da
prudência, onde a responsabilidade é a maturidade da liberdade; onde o
compromisso é a maturidade da responsabilidade; onde o amor é a maturidade do
compromisso, abrangendo todo o tempo da existência.
Estes direitos não me foram
reconhecidos, e, sem eles, ainda fui capaz de andar pelo caminho do verdadeiro
amor, mas sem bússola, sem pegadas para seguir, sem uma mão para me guiar.
Hoje, adulto, eu me esforço
para viver uma vida realizada e rezo a Deus Pai para que caminhe na minha casa
e cure todas as sombras, dúvidas, temores que o monstro do divórcio semeou no
mais profundo do meu subconsciente.
Peço a Deus também que
cuide, cure e livre os meus filhos do erro.
Esta história é taggeada
em: DIVORCIO-FAMILIA-FILHOS-PAIS
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
ANDRÉ RIEU AGORA NOS ENCANTA COM "BALLADE POUR ADELINE"!
Todas as performances de
André Rieu são lindas, e ele tem também uma habilidade especial para realçar o
talentos de outros músicos. Esta apresentação da "Ballade pour
Adeline" foi filmada em Viena, com a Johann Strauss Orchestra. Esperamos
que você também aprecie esta doce e delicada melodia!
21 LINDAS IMAGENS DE MARIA NA ARTE
Um belo arranjo de eternas
imagens – clássicas e modernas – para honrar a Virgem Maria.
Em todo o mundo, os cristãos
louvam e lembram-se da Santíssima Virgem rezando terços e rosários.
Apresentamos um belo arranjo de eternas imagens – clássicas e modernas – que
nos lembram o grandioso significado de Maria.
ÍCONE AGIOSORITISSA (MÃE DE
DEUS), ARTISTA DESCONHECIDO.
Ícones são janelas para o
céu e um lembrete de que aqueles que morreram ainda estão entre nós. Este lindo
ícone, pintado no século 7, é uma das mais antigas imagens conhecidas de Maria.
Muito poucos ícones deste período permaneceram.
ANUNCIAÇÃO A VIRGEM MARIA,
POR FRA ANGELICO
Maria – pintada aqui por Fra
Angelico, monge do século 15 – é frequentemente retratada segurando uma Bíblia.
De certa forma, ao estudar as Escrituras, Maria conhecia e amava seu filho
antes que ele fosse concebido.
Esta imagem historicamente
significativa e famosa de Maria nunca deixa de surpreender os espectadores,
especialmente quando se olha para o original na Cidade do México. Quando
milagrosamente apareceu no manto de um camponês chamado Juan Diego, em 1531, a
imagem tornou-se um sinal de amor de Maria para a humanidade.
VIRGEM MARIA, POR FILIPPO
LIPPI (MEADOS DO SÉCULO 15)
As Escrituras dizem que
Maria ponderou as palavras e ações de Jesus em seu coração. Maria, sempre em
oração e calma, considerava que Deus estava em ação em sua vida e no mundo.
AMAMENTAÇÃO DE CRISTO,
ARTISTA DESCONHECIDO
Uma das muitas imagens
históricas de Maria amamentando Jesus, esta descreve a beleza do corpo humano e
a proximidade de uma mãe com seu filho na mais fundamental das interações
humanas.
VIRGEM MARIA AFRICANA,
ARTISTA DESCONHECIDO
Esta bela representação de
uma Virgem Maria Africana, com cores vibrantes e de forma estilizada, é uma
reminiscência de um ícone na sua formalidade, e transmite o tenro protecionismo
de uma mãe por seu filho.
CABEÇA DA VIRGEM (HEAD OF
THE VIRGIN), DE LEONARDO DA VINCI
Esta imagem mostra quão
magistral Leonardo estava em seu ofício. O perfil da Virgem é sereno e é
descrito como possuindo “beleza mágica”. É difícil não notar o amor em seus
olhos.
VIRGEM MARIA AFRICANA, POR
HENNIE NIEMANN JNR
Pintada pelo artista
sul-africano Hennie Niemann Jnr, a criatividade e o uso da cor nesta pintura
revelam Maria como nunca vimos antes. Serena e bonita, ela aparece sem idade.
VIRGEM MARIA, POR FRANCESCO
FRANCIA, CERCA DE 1450
Francia pintou a Virgem aqui
com tal delicadeza que supostamente o povo de Veneza, quando viu a nova e viva
beleza, correu imediatamente para vê-la, pensando que nunca seria possível
melhorá-la.
VIRGEM MARIA, POR JAN VAN
EYCK (DO GHENT ALTARPIECE, 1432)
Esta imagem é um painel de
uma coleção de pinturas criadas em um altar de uma igreja. Durante a Segunda
Guerra Mundial, a pintura foi roubada e recuperada posteriormente pelos
Monuments Men. Van Eyck, o artista, trabalhou com um novo tipo de tinta feita
de óleos e os usou para obter uma saturação da cor que é incomparável.
COROAÇÃO DA VIRGEM, POR EL
GRECO
A luminosidade típica de El
Greco brilha nesta cena de coroação. Lá embaixo, os discípulos estão reunidos
olhando com espanto para a celeste Rainha – a Virgem Maria sendo coroada Rainha
do Céu pelas três pessoas da Trindade.
THEOTOKOS (MÃE DE DEUS), POR
ANN MARIE CAMPBELL
Theotokos significa
“Deus-portador”, um título dado a Maria, que deu à luz o filho de Deus. A
artista Ann Marie Campbell fez sua própria tinta usando gemas de ovo e
pigmentos em pó de todo o mundo e adicionou 23 quilates de ouro e cristais
Swarovski para este belo ícone, que segundo ela está entre os seus favoritos
pessoais.
LA VIRGEN DE LA LECHE, DE
LUIS DE MORALES
Neste retrato do artista
espanhol do século 16 conhecido como “El Divino”, o menino Jesus puxa o véu de
sua mãe e agarra em seu peito. A pintura nos lembra a maternidade de Maria.
Como qualquer bebê, Jesus era totalmente dependente de sua mãe para sua vida e
sustento.
MADONNA OF THE MAGNIFICAT,
POR SANDRO BOTTICELLI (CERCA DE 1445)
Esta imagem é um painel de
uma coleção de pinturas criadas em um altar de uma igreja. Durante a Segunda
Guerra Mundial, a pintura foi roubada e recuperada posteriormente pelos
Monuments Men. Van Eyck, o artista, trabalhou com um novo tipo de tinta feita
de óleos e os usou para obter uma saturação da cor que é incomparável.
COROAÇÃO DA VIRGEM, POR EL
GRECO
A luminosidade típica de El
Greco brilha nesta cena de coroação. Lá embaixo, os discípulos estão reunidos
olhando com espanto para a celeste Rainha – a Virgem Maria sendo coroada Rainha
do Céu pelas três pessoas da Trindade.
THEOTOKOS (MÃE DE DEUS), POR
ANN MARIE CAMPBELL
Theotokos significa
“Deus-portador”, um título dado a Maria, que deu à luz o filho de Deus. A
artista Ann Marie Campbell fez sua própria tinta usando gemas de ovo e
pigmentos em pó de todo o mundo e adicionou 23 quilates de ouro e cristais
Swarovski para este belo ícone, que segundo ela está entre os seus favoritos
pessoais.
LA VIRGEN DE LA LECHE, DE
LUIS DE MORALES
Neste retrato do artista
espanhol do século 16 conhecido como “El Divino”, o menino Jesus puxa o véu de
sua mãe e agarra em seu peito. A pintura nos lembra a maternidade de Maria.
Como qualquer bebê, Jesus era totalmente dependente de sua mãe para sua vida e
sustento.
MADONNA OF THE MAGNIFICAT,
POR SANDRO BOTTICELLI (CERCA DE 1445)
O título da pintura de
Botticelli alude ao Magnificat, uma oração de agradecimento que Maria oferece a
Deus. A Mãe de Deus é descrita aqui sendo coroada com estrelas brilhantes, uma
alusão a um dos seus títulos tradicionais, “Stella”, que significa “estrela”.
VIRGEM MARIA, POR EL GRECO
El Greco pinta Maria aqui de
uma forma que permite sua alma brilhar a partir da imagem. A coloração é sutil,
mas luminosa, e, embora Maria pareça apreensiva, ela também está radiante.
NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO
SOCORRO, ÍCONE BIZANTINO (QUE SE ACREDITA SER DO SÉCULO 13 OU 14)
A lenda por trás deste ícone
bizantino diz que é uma cópia de um original perdido pintado pelo próprio São
Lucas. A tradição conta que esta cena retrata o momento em que Jesus acordou de
um sonho ruim e Maria o confortou. Durante séculos os cristãos têm se voltado
para Nossa Senhora do Perpétuo Socorro para pedir a intercessão de Maria.
FONTE: http://pt.aleteia.org/2016/09/26/16-lindas-imagens-de-maria-na-arte/2/
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
CONHEÇA A MORINGA, A ERVA QUE É UMA GRANDE PROMESSA NA CURA DO CÂNCER!
Você talvez nunca tenha
ouvido falar da moringa oleífera, também conhecida como Acácia-branca. Essa
erva é usada há milênios por povoados na África, Ásia e Índia para fins
culinários, pois o seu sabor é semelhante ao do rabanete. No entanto, ela tem
ganhado cada vez mais notoriedade mundo afora, principalmente no meio
científico, por pesquisadores que estão cada vez mais empolgados com suas
excelentes propriedades de cura no combate ao câncer. Uma pesquisa da
Universidade Médica da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, mostrou que os
efeitos citotóxicos da planta que prejudicam células vivas podem, na verdade,
ser uma grande arma contra células cancerosas.
Veja abaixo mais detalhes
sobre essa grande descoberta médica que pode salvar a vida de milhões de
pessoas.
O que é a Moringa Oleífera?
A oleífera faz parte de um
gênero de plantas, das quais existem 13 espécies diferentes, pertencente à
família das moringas. A mais cultivada de todas elas é a moringa oleífera,
nativa dos sopés das montanhas do Himalaia. O nome moringa vem de diversos
idiomas locais e significa ‘baqueta’, pois sua aparência lembra uma baqueta de
tocar tambor ou bateria.
Você pode tomar a moringa
uma vez por dia, em pó ou em forma de cápsulas. É possível também aplicá-la
sobre a pele para evitar o surgimento de câncer de pele e o crescimento de
fungos.
Propriedades
Anticancerígenas
O principal motivo de tanta
notoriedade sobre a moringa no meio científico é por causa da presença de três
compostos muito importantes que foram encontrados na erva. Foi comprovado nos
estudos que cada um deles tem a capacidade de inibir, reduzir, parar o
crescimento e matar células cancerosas, o que torna a moringa um incrível e
potente adversário contra o câncer. Veja abaixo quais são esses componentes:
1. Kaempferol: é um poderoso
antioxidante que também pode ser encontrado em outros alimentos saudáveis como
morangos, chás, feijões, maçãs e brócolis. De acordo com a pesquisa, entende-se
que este composto pode parar o espalhamento das células cancerosas e reduzir
inflamações.
2. Ramnetina: a pesquisa
sugeriu que este composto pode matar células que formam o câncer de próstata. A
ramnetina também pode ser encontrada no absinto (planta), alho e vegetais
verdes.
3. Isoquercetina: é um
composto que inibe a formação de câncer na bexiga. Pode ser encontrado em
mirtilos, tomates, cebolas, uvas vermelhas e cerejas.
O Uso da Moringa Contra o
Câncer
Além das três propriedades
listadas acima, os estudos mostraram que também foi encontrado eugenol nas
folhas e na casca da árvore da moringa. Isso significa que a planta também pode
ser excelente para combater outras formações de câncer, como no estômago,
ossos, pele e leucemia. Um experimento feito com ratos de laboratório mostrou
que a erva pode também ter bastante efeito no combate a câncer de fígado. E tem
mais: o estudo ainda mostra que os antioxidantes na moringa podem reparar os
tecidos danificados do fígado, protegendo o órgão.
O mais interessante é que
essas propriedades anticâncer só podem ser extraídas das folhas e da casca,
pois as sementes não têm os mesmos efeitos medicinais.
Outros Benefícios da Moringa
à Saúde
Comparado a outros alimentos
similares, a moringa é incrivelmente nutritiva. O Departamento de Agricultura
dos Estados Unidos mostrou que uma xícara de moringas picadas contém:
3 gramas de proteína
19% RDA de vitamina B6
12% RDA de vitamina C
11% RDA de ferro
9% RDA de vitamina A
8% RDA de magnésio
Atente-se a mais informações
no nosso site sobre possíveis curas não somente do câncer, mas de outras
diversas doenças, além de informações importante sobre saúde. Enquanto isso,
procure pela moringa e inclua essa incrível erva na sua alimentação. Seu bem-estar
agradece!
JOVENS BRASILEIROS SURPREENDEM AO MISTURAR ELEMENTOS DA MÚSICA EUROPEIA E BRASILEIRA
Artista: Maria Rita &
Maestro Leitieres dos Santos | Música: Bola pra Frente.
Bola pra frente
Compositores: Xande de Pilares/ Bernini
Dança nessa corda bamba
Sem cair
Senão você descamba
Pra unir
A corda e a caçamba
Percebi que o mundo é uma ciranda
Pra seguir
Com toda sua crença
Insistir, fazendo a diferença
Aplaudi
Mas com sinceridade
Não fugir dessa realidade
Encarar
A vida de frente, mostrar pra essa gente
Vai ser diferente
Vai melhorar
É bola pra frente, depende da gente
A nossa corrente não pode quebrar
Quem vive seguro
Só anda no escuro
Não vê o futuro
Se aproximar
Acerte o seu passo, vem nesse compasso
E mande o fracasso pra lá
Deixa clarear
Que a luz do dia vai brilhar
Quem tem fé, vai na fé, acredita na vida
Deixa clarear
Que a luz do dia vai brilhar
Quem tem fé, vai na fé, acredita na vida
Dança nessa corda bamba
Dança nessa corda bamba
Já imaginou misturar música
europeia, música afro-brasileira, antropologia, tecnologia e orquestrar tudo
isso? Isso existe no Brasil e são os jovens do estado da Bahia que o fazem. O
maestro autodidata brasileiro Leitieres dos Santos Leite tornou a mistura
realidade através do projeto Rumpilezzinho. Leitieres transformou uma pesquisa
ousada que executou, em um incentivo para que jovens instrumentistas tenham
nova ótica para se observar e produzir música.
“A intenção deste curso é
desenvolver a compressão e assimilação das claves e desenhos rítmicos do vasto
universo percussivo baiano para instrumentos de base e sopro, além de
conhecimento geral e atualizado em música. A intenção primordial é que os
instrumentistas, formadores de música e estudantes interiorizem estas claves,
tornado-as intrínsecas à execução”, disse Leitieres.
No vídeo, participação
especial de uma das maiores vozes da música brasileira, Maria Rita, que recebeu
uma nova roupagem para sua música ‘Bola pra Frente’.
Para saber mais sobre o projeto,
acesse:
https://rumpilezzinho.wordpress.com/.
E eles também estão no facebook: https://www.facebook.com/rumpilezzinho
Mirticeli Dias
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