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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

CAVALHEIRISMO É, SIM, ELEGANTE. E ELAS GOSTAM!



E vocês, meninas, o que acham deste artigo?

o contrário do que pode se pensar, cavalheirismo é sim elegante e elas gostam! É sempre admirável se deparar com homens que carregam esse valor.

Normalmente é algo natural, espontâneo. A gente sente quando parte de uma iniciativa própria e de atenção com a mulher.

Um homem cavalheiro sabe respeitar, atender aos cuidados, é observador e sabe como agradar e valorizar a mulher, sem precisar que ela lhe chame atenção pra isso.

Cavalheirismo é algo a ser resgatado e mantido diante dessa estranha confusão nos relacionamentos, quando as mulheres se tornaram mais independentes e tomaram à frente dos encontros e pedidos de namoro.

Em meio ao também “amor virtual”, ainda se espera atitudes espontâneas e orgânicas dos homens, e não só no lance da conquista, sempre.

E não é nada brega ser cavalheiro, pelo contrário, é bem charmoso, por sinal.

É ainda bonito e admirável um homem que se coloca ao lado da sua mulher, ou a frente para lhe abrir a porta. Faz questão de segurar a sua mão e esperá-la quando necessário.

Gentileza gera gentileza e é claro que eles também vão gostar de ser tratados com esse carinho e respeito.

Depois que um homem desses passa na vida de uma mulher, ela fatalmente ficará mal acostumada. Ela irá sentir que merece esse cuidado e espera por ele nos novos relacionamentos.

Cavalheirismo não é difícil, é mesmo questão de cuidado.

São gestos e movimentos simples que se faz apaixonar e que somados refletem confiança e respeito do casal.

Atitudes que vêm de berço e que formam homens de valor.

FONTE: https://www.google.com.br/search?q=o+do+parte+de+uma+iniciativa+própria+e+de+atenção+com+a+mulher.+Um+homem+cavalheiro+sabe+respeitar%2C+atender+aos+c

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

7 ESPÉCIES DE FALSOS DEVOTOS E FALSAS DEVOÇÕES A MARIA



E antes de apontar o dedo para os outros, examinemos a nossa própria postura.
O texto que propomos a seguir é de São Luiz Maria Grignon de Montfort, em seu Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem.

Conheço sete espécies de falsos devotos e falsas devoções, a saber:
1. Os devotos críticos;
2. Os devotos escrupulosos;
3. Os devotos exteriores;
4. Os devotos presunçosos;
5. Os devotos inconstantes;
6. Os devotos hipócritas;
7. Os devotos interesseiros.
Os devotos críticos

Os devotos críticos são, ordinariamente, sábios orgulhosos, espíritos fortes e que se bastam a si mesmos. No fundo têm alguma devoção à Santíssima Virgem Maria, mas criticam quase todas as práticas de devoção que as almas simples tributam singela e santamente a esta boa Mãe, porque não condizem com a sua fantasia. Põem em dúvida todos os milagres e narrações referidas por autores dignos de crédito ou tiradas das crônicas de ordens religiosas, e que testemunham as misericórdias e o poder da Santíssima Virgem.

Veem com desgosto pessoas simples e humildes ajoelhadas diante dum altar ou imagem da Virgem, talvez no recanto duma rua, para aí rezar a Deus. Acusam-nas até mesmo de idolatria, como se estivessem a adorar madeira ou pedra. Dizem que, quanto a si, não gostam dessas devoções exteriores, e que não são tão fracos de espírito que vão acreditar em tantos contos e historietas que correm a respeito da Santíssima Virgem. Quando lhes referem os louvores admiráveis que os Santos Padres tecem a Nossa Senhora, ou respondem que isso é exagero, ou explicam erradamente as suas palavras.

Esta espécie de falsos devotos e de gente orgulhosa e mundana é muito para temer, e causam imenso mal à Devoção a Nossa Senhora, afastando eficazmente dela o povo, sob o pretexto de destruir abusos.

Os devotos escrupulosos
Os devotos escrupulosos são pessoas que temem desonrar o Filho honrando a Mãe, rebaixar um ao elevar a outra. Não podem suportar que se prestem à Santíssima Virgem louvores muito justos, tais como os Santos Padres lhe dirigiram. Não toleram, senão contrariados, que haja mais pessoas de joelhos diante dum altar de Maria que diante do Santíssimo Sacramento. Como se uma coisa fosse contrária à outra, como se aqueles que rezam a Nossa Senhora não rezassem a Jesus Cristo por meio dela! Não querem que se fale tantas vezes da Santíssima Virgem, nem que a Ela nos dirijamos tão frequentemente.

Eis algumas frases que lhes são habituais: Para que servem tantos terços, tantas confrarias e devoções externas à Santíssima Virgem? Há muita ignorância nisto tudo! Faz-se da religião uma palhaçada. Falem-me dos que têm Devoção a Jesus Cristo (frequentemente pronunciam este Santo Nome sem a devida reverência, sem descobrir a cabeça, digo-o entre parênteses). É preciso pregar Jesus Cristo: eis a doutrina sólida! Isto que dizem é verdadeiro num certo sentido; mas quanto à aplicação que disso fazem, para impedir a Devoção à Virgem Santíssima, é muito perigoso. Trata-se duma cilada do inimigo sob pretexto dum bem maior. Pois nunca se honra mais a Jesus Cristo do que quando se honra muito à Santíssima Virgem. A razão é simples: só honramos a Virgem no intuito de honrar mais perfeitamente a Jesus Cristo, indo a ela apenas como ao caminho que leva ao fim almejado, que é Jesus.

A Santa Igreja, com o Espírito Santo, bendiz em primeiro lugar a Virgem e só depois Jesus Cristo: “Bendita sois Vós entre as mulheres e bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus” (Lc 1, 42). Não é que Maria seja mais que Jesus, ou igual a Ele: dizê-lo seria uma heresia intolerável. Mas, para mais perfeitamente bendizer Jesus Cristo, é preciso louvar antes a Virgem Maria. Digamos, pois, com todos os verdadeiros devotos da Santíssima Virgem, e contra esses falsos devotos escrupulosos: Ó Maria, bendita sois Vós entre as mulheres e bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus!

Os devotos exteriores
Os devotos exteriores são pessoas que fazem consistir toda a Devoção à Santíssima Virgem em práticas externas. Ficam apenas na exterioridade desta Devoção, por lhes faltar espírito interior. Rezarão muitos terços às pressas; ouvirão muitas Missas sem atenção; irão sem devoção às procissões; entrarão em todas as confrarias de Nossa Senhora sem mudar de vida, sem fazer violência às suas paixões, nem imitar as virtudes desta Virgem Perfeitíssima. Só apreciam o que há de sensível na Devoção, sem atender ao que tem de sólido. Se não experimentam prazer sensível nas suas práticas, julgam que já não fazem nada, desorientam-se, abandonam tudo, ou fazem as coisas precipitadamente.

O mundo está cheio desta espécie de devotos exteriores, e não há ninguém como eles para criticar as almas de oração. Estas aplicam-se ao interior, por ser o essencial, sem todavia desprezar a modéstia exterior que acompanha sempre a Verdadeira Devoção.

Os devotos presunçosos
Os devotos presunçosos são pecadores entregues às suas más paixões, ou amigos do mundo. Sob o belo nome de cristãos e devotos da Santíssima Virgem escondem ou o orgulho, ou a avareza, ou a impureza, ou a embriaguez, ou a cólera, ou a blasfêmia, ou a maledicência, ou a injustiça etc. Dormem em paz nos seus maus hábitos, sem se esforçar muito para os corrigir, sob o pretexto de que são devotos de Nossa Senhora.

Dizem para consigo mesmos que Deus lhes perdoará, que não hão de morrer sem confissão e não serão condenados porque rezam o Terço, porque jejuam aos sábados e pertencem à confraria do Santo Rosário ou do escapulário, ou às suas congregações, ou porque trazem o hábito ou a cadeia da Santíssima Virgem etc. Se alguém lhes diz que a sua devoção não passa de ilusão do demônio e de perniciosa presunção capaz de os condenar, não querem acreditar. Dizem que Deus é bom e misericordioso, que não nos criou para a condenação, que todos pecam, que não morrerão impenitentes, que um bom “Pequei” (2 Sm 12, 13; Sl 50) à hora da morte será suficiente.

E, para mais, são devotos de Nossa Senhora, usam o escapulário, rezam diariamente, sem falha e sem vaidade, sete Pai-Nossos e sete Ave-Marias em sua honra. E, às vezes, até rezam o Terço e o ofício da Santíssima Virgem, e até jejuam! Para confirmar o que dizem e para ainda mais se cegarem, citam algumas histórias que ouviram ou leram em algum livro, histórias verdadeiras ou falsas (isso pouco importa).
Nestas se conta como pessoas mortas em pecado mortal sem confissão, foram ressuscitadas para se confessarem, porque durante a vida tinham recitado orações ou praticado alguns atos de devoção à Santíssima Virgem. Ou ainda como a alma ficou miraculosamente no corpo até a confissão, ou obteve de Deus contrição e perdão dos seus pecados no momento da morte pela misericórdia da Virgem, sendo assim salva. E estes falsos devotos esperam o mesmo.

Nada é tão prejudicial no Cristianismo como esta presunção diabólica. Pois poder-se-á dizer, com verdade, que se ama e honra a Santíssima Virgem, quando se fere, traspassa, crucifica e ultraja impiedosamente Jesus Cristo, seu Filho, com o pecado?! Se Maria se comprometesse a salvar, por misericórdia, esta espécie de pessoas, autorizaria o crime, ajudaria a crucificar e ofender seu Filho! Quem ousará sequer pensar coisa semelhante?!

A Devoção à Santíssima Virgem é, depois da Devoção a Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento, a mais santa e a mais sólida. Por isso afirmo: abusar assim dela é cometer um horrível sacrilégio que, depois do sacrilégio da Comunhão indigna, é o menos perdoável de todos. Concordo que, para ser verdadeiro devoto da Santíssima Virgem, não é absolutamente necessário ser tão santo que se evite todo pecado, embora isso fosse de desejar, mas, pelo menos, é preciso (e note-se bem o que vou dizer):

1º. Ter uma sincera resolução de evitar, ao menos, todo pecado mortal, que ultraja tanto a Mãe como o Filho.

2º. Fazer violência contra si mesmo para evitar o pecado.

3º. Entrar em confrarias, rezar o Terço, o Santo Rosário ou outras orações, jejuar aos sábados etc.

Isto é duma utilidade maravilhosa para a conversão dum pecador, mesmo endurecido. Se o meu leitor está nesse caso, aconselho-o a que o faça, ainda mesmo que já tenha um pé no abismo. Faça estas boas obras unicamente com o fim de obter de Deus, por intercessão da Santíssima Virgem, a graça da contrição e do perdão dos seus pecados, e a graça de vencer os seus maus hábitos. Não as faça, porém, pensando que poder-se-á demorar tranquilamente no estado de pecado, indo contra o remorso da sua consciência,o exemplo de Jesus Cristo e dos santos, e as máximas do Santo Evangelho.

Os devotos inconstantes
Os devotos inconstantes são aqueles que praticam alguma devoção à Santíssima Virgem a intervalos e por capricho: ora são fervorosos, ora tíbios; ora parecem dispostos a fazer tudo para servir Nossa Senhora, ora, e pouco depois, já não parecem os mesmos. A princípio abraçarão todas as devoções à Santíssima Virgem, entrarão em suas confrarias, mas logo depois já não praticarão as regras com fidelidade. Mudam como a Lua (Eclo 27, 12), e Maria esmaga-os sob os Seus pés como ao crescente (Ap 12, 1), porque são volúveis e indignos de serem contados entre os servos desta Virgem Fiel. Estes têm a fidelidade e a constância por herança. Mais vale não se sobrecarregar com tantas orações e práticas de devoção, e fazer pouco com amor e fidelidade, a despeito do mundo, do demônio e da carne.

Os devotos hipócritas
Há ainda outros falsos devotos da Santíssima Virgem, que são os devotos hipócritas. Cobrem os seus pecados e maus hábitos com a capa desta Virgem Fiel, a fim de passar pelo que não são aos olhos dos homens.

Os devotos interesseiros
Os devotos interesseiros só recorrem à Santíssima Virgem para ganhar algum processo, para evitar algum perigo, para obter a cura de alguma doença, ou para qualquer outra necessidade deste gênero, sem o que a esqueceriam. Uns e outros são falsos devotos, e não têm aceitação diante de Deus nem de sua Santa Mãe. Guardemo-nos das falsas devoções.

Evitemos, portanto, pertencer ao número dos devotos críticos, que não acreditam em nada e criticam tudo; dos devotos escrupulosos, que temem ser demasiado devotos da Santíssima Virgem, por respeito para com Jesus Cristo; dos devotos exteriores, que fazem consistir toda a sua devoção em práticas externas; dos devotos presunçosos, que, ao abrigo da sua falsa devoção à Santíssima Virgem, apodrecem nos seus pecados; dos devotos inconstantes que, por leviandade, variam as suas práticas de devoção, ou as deixam completamente à menor tentação; dos devotos hipócritas, que entram em confrarias e usam as insígnias da Virgem a fim de se passar por bons, e finalmente, dos devotos interesseiros, que só recorrem à Santíssima Virgem para ser livres dos males do corpo, ou obter bens temporais.


Do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, de São Luiz Maria Grignon de Montfort

PAPA PUBLICARÁ SEU PRIMEIRO LIVRO SOBRE A AMÉRICA LATINA



Na obra, baseada em entrevistas a um jornalista argentino, Francisco aborda a política, economia e religião de seu continente.
Papa Francisco publicará no final de outubro seu primeiro livro sobre a América Latina, redigido a partir de uma série de entrevistas concedidas ao jornalista argentino Hernán Reyes.

O livro-entrevista será o primeiro publicado com um jornalista não-europeu e surge dos encontros com Francisco em julho e agosto passados na Casa Santa Marta, residência do Pontífice.

“América Latina, conversas com Hernán Reyes Alcaide” celebra os dez anos da Conferência do Episcopado da América Latina e Caribe, realizada em Aparecida, e repassa temas como o papel da mulher na Igreja, a pastoral carcerária, as experiências de diálogo inter-religioso e ecumênico, o destino do que define como a “Pátria Grande” latino-americana e seus políticos.

É a primeira vez que o Papa se dedica a falar de seu continente e o faz respondendo às perguntas de um jovem compatriota, 33 anos, correspondente da agência Telam no Vaticano desde maio de 2015.

O livro se desenvolve em seis eixos temáticos que incluem “os desafios da e a partir da religião”, “o retrato do político católico latino-americano”, as crises econômicas e políticas na América Latina o papel do Vaticano nelas.

Editado por Planeta, o livro estará à venda na Argentina a partir de 30 de outubro e posteriormente em outros países latino-americanos.

Via Rádio Vaticano

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

A HISTÓRIA DA PONTE E O VALOR DO PERDÃO

Esta é a história de dois irmãos que eram muito amigos, desde a infância. Eles eram vizinhos, tinham suas fazendas muito próximas. Um dia, por causa de uma discussão, a amizade entre esses dois irmãos acabou. Esta foi a primeira briga entre eles em 50 anos de convivência. Até então, eles sempre trabalharam juntos nas plantações e cuidando das fazendas, e sempre ajudavam um ao outro em momentos difíceis.

A briga começou por causa de um pequeno mal entendido, o que pode acontecer de vez em quando com todo mundo, mas a discussão foi crescendo até se tornar uma forte briga repleta de palavras de fúria e raiva, seguidas de semanas de silêncio e afastamento.

Um dia, um dos irmão estava em casa quando alguém bate na porta. Ao abri-la, depara-se com senhor de idade um pouco avançada, de barba branca, segurando uma caixa de ferramenta. "Sou carpinteiro, meu senhor, e meu trabalho pode ser útil", disse ele. "O senhor precisa de algum reparo na sua casa e na sua fazenda?". Sim, disse o irmão.

"Eu tenho um trabalho para o senhor. Do outro lado do riacho tem uma fazenda, que pertence ao meu irmão mais novo. Até então, toda a área entre as nossas casas era muito verde, mas ele mudou o curso do riacho para criar um tipo de fronteira entre nós. Tenho certeza que ele fez isso porque tem raiva de mim, mas eu vou dar uma resposta a ele...", disse o irmão mais velho. "Está vendo aquelas árvores perto do celeiro? Eu quero que o senhor faça uma cerca de três metros de altura com elas, pois eu nunca mais quero vê-lo, para o resto da minha vida."

O carpinteiro ouviu a história, e pensou em silêncio por alguns minutos depois de ouvir a história, e disse: "Entendi, senhor."

O fazendeiro então ajudou o carpinteiro a carregar as ferramentas e a madeira, e depois disso partiu para a cidade para resolver algumas assuntos rotineiros. Ao voltar no fim da tarde, viu que o carpinteiro tinha terminado o serviço. Porém, ao se aproximar do riacho, ele ficou furioso. Seus olhos pareciam soltar faíscas de tanta raiva, e ele mal conseguia pronunciar uma palavra.


No lugar onde deveria estar a cerca, agora havia uma ponte. Uma ponte diferente, muito peculiar e especial. Parecia uma verdadeira obra de arte, com um belo corrimão delicadamente esculpido pelo carpinteiro. Nesse mesmo tempo, o irmão mais novo apareceu. Ele correu, cruzando a porte, e abraçou o irmão mais velho, dizendo:

"Você é muito especial, meu irmão... Construir essa ponte, depois de tudo o que te fiz e disse a você!" Ao ver os irmãos se abraçando, o carpinteiro silenciosamente recolheu suas ferramentas, colocou-as de volta na caixa e começou a caminhar. Um dos irmãos foi atrás dele e disse: "Por favor, fique aqui por mais alguns dias - precisamos consertar mais algumas coisas aqui". Então o carpinteiro diz: "Eu gostaria muito de ficar, meu senhores, mas tenho mais pontes para construir e outros consertos para fazer em outros lugares..."

O significado desta história é muito simples: Sempre deixamos a raiva e o ódio afastar pessoas amadas e queridas, e deixar o orgulho passar por cima do amor. Não deixe que isso aconteça. Aprenda a perdoar, e apreciar e amar verdadeiramente tudo que voLembre-se: O passado não pode ser mudado, mas o futuro sim. Nenhuma briga ou discussão pode acabar com bons e verdadeiros sentimentos. Faça como o carpinteiro da história: construa uma ponte quando tiver que construí-la, e cruze-a com o coração aberto e um sorriso no rosto.cê tem.


quarta-feira, 25 de outubro de 2017

OS BENEFÍCIOS DA DANÇA PARA A SUA SAÚDE

Dançar é muito bom. É uma forma de expressão e celebração, e ainda nos ajuda a aliviar o estresse do dia a dia. Quer você tenha feito ou não aulas de dança, ou se você é daquele tipo de pessoa que se considera com dois pés esquerdos, é fácil admitir que dançar causa uma sensação de bem-estar. E isso agora tem sido comprovado pela ciência, inclusive para proteger e fortalecer o cérebro.

A dança e o seu cérebro
A ciência e a medicina se esforçam constantemente nos estudos do envelhecimento cerebral e de como combater e prevenir doenças cerebrais relacionadas a esse processo, como demência e as doenças de Alzheimer e Parkinson. A dança demonstrou ter um impacto na saúde do cérebro, mas os cientistas descobriram que essa atividade, juntamente com o movimento coordenado e a resistência necessária, pode ser o melhor tipo de exercício para o seu cérebro por várias razões:


1. Aprendizado constante
A doutora Kathrin Rehfeld realizou um estudo no Centro Alemão de Doenças Neurodegenerativas, no qual ela comparou vários grupos idosos que receberam rotinas de exercícios específicos por 18 meses. Alguns grupos receberam treinamento de resistência e flexibilidade, como caminhar ou andar de bicicleta, e um grupo recebeu aulas de dança semanais.

Todas as semanas, eles foram desafiados a algo novo, seja um novo gênero de dança, um novo passo ou uma nova rotina. Verificou-se que todos os grupos tiveram um aumento no centro do cérebro do hipocampo – uma área que é particularmente vulnerável às doenças degenerativas relacionadas à idade – embora o grupo de dança tenha experimentado uma diferença notável. Kathrin explicou que o aspecto mais desafiador para o grupo era recordar as rotinas sob a pressão do tempo e sem ajuda do instrutor.

2. Coordenação e equilíbrio
O equilíbrio e a coordenação podem ser difíceis e ficam ainda mais desafiantes à medida que envelhecemos. O desafio que vem com a idade é justamente manter o equilíbrio, e por isso muitas pessoas caem e se machucam, com risco de lesões graves. No entanto, dançar treina e melhora todas essas áreas: rotas, voltas, movimentos rápidos de lado a lado e para cima e para baixo treinam as áreas do cérebro e o ouvido interno para lidar com essas mudanças rápidas e movimentos mais afiados. Isso ajuda você a ficar menos atordoado com os movimentos cotidianos, como subir a escada ou levantar de uma cadeira.

Além disso, a dança também ajuda a fortalecer uma variedade de músculos nos pés, pernas e quadris, de modo que, se você perder o equilíbrio, não corre mais risco de cair. A dança ensina coordenação e memória muscular, então, se você a incluir na sua rotina, vai nutrir e desenvolver a conexão do músculo cerebral e os neurônios.

3. Melhora a memória
Todos nós gostaríamos de ter uma boa memória por toda a vida, mas sabemos que, à medida que envelhecemos, nossa capacidade de lembrar nomes, datas, lugares e fatos diminui. Mas a dança nos ajuda a conectar o mental (aprendendo novos passos e a ordem dos mesmos) com o físico (na verdade executando a rotina). Isso resulta na melhora da memória e no fortalecimento das conexões neuronais no cérebro.

4. A música estimula atividades cerebrais
Cientistas e pesquisadores que estudam doenças neurodegenerativas sempre discutiram o profundo impacto que a música tem no cérebro, especialmente para aqueles que sofrem de declínio cognitivo. A dança não só oferece benefícios físicos, mas, como é acompanhada de música, ajuda a estimular os centros de recompensa cerebrais em combinação com o circuito sensorial e o motor, que são ativados quando você começa a dançar.

Além disso, estudos realizados sobre a doença de Parkinson descobriram que aqueles que praticavam e aprendiam a dançar melhoraram o equilíbrio e diminuíram as quedas, e também experimentaram uma taxa mais lenta de declínio motor, além de uma progressão geral mais lenta da doença.

5. Dança deixa as pessoas mais felizes

Seja qual for o estilo, a dança modifica o humor. Esta forma de exercício é fantástica para o coração, pulmões, músculos e articulações, e é uma maneira divertida de queimar calorias. Também ajuda a diminuir o estresse e nos aproximar das pessoas, quando estamos em uma festa, por exemplo.

RECEITAS DELICIOSAS

BACALHOADA PORTUGUESA A MODA BRASILEIRA


Ingredientes
1.2 Kg de bacalhau dessalgado cozido e desfiado em lascas
2 tomates maduros, sem sementes cortados em tiras
1 cebola cortada em rodelas
1⁄2 pimentão verde cortados tiras
1⁄2 pimentão vermelho cortados tiras
1⁄2 pimentão amarelo cortados tiras
1⁄4 xícara de chá de azeitonas verdes sem caroço
2 colheres de sopa de cheiro-verde picado
sal a gosto
1⁄2 de batatas médias sem cascas, cortadas em rodelas grossas e cozidas "al dente"
750 ml de azeite
cheiro-verde picado a gosto

3 ovos cozidos cortado em 4 partes

RECEITAS MARAVILHOSAS

BACALHAU DIVINO


INGREDIENTES

1 kg de bacalhau
1 pimentão vermelho picado
1 pimentão verde picado
1 cebola
3 tomates picados maduros (não precisa tirar pele nem semente)
2 dentes de alho
1 xícara de azeitona preta sem caroço picada
Orégano a gosto
Purê de batatas:
1 kg de batatas cozidas e espremidas
2 colheres de sopa de manteiga
1/2 xícara de leite
Sal a gosto
Creme:
1 xícara de catupiry
1 lata de creme de leite sem soro

1 vidro de leite de coco de 200 ml