O grito de gol é uníssono. E
mesmo para quem não vai tão longe aos estádios, ele também chega. Chega porque
cada um carrega o choro de alegria, a raça do jogo, a honra de vestir a camisa
e rolar a bola nos pés. Nós sabemos gritar o gol, sabemos esperá-lo e sabemos
como torná-lo uma bonita repetição, mas é preciso todos nós para que possamos
fazê-lo desse jeito bonito de quem é campeão, mesmo em recessos. A gente tem
uma coisa fundamental, que vai inclusive à cor da bandeira: esperança. Ela não
morre e nem cessa. Espera e vai chegar, nós sabemos que vai!
www.hydrapreciosa.blogspot.com
quinta-feira, 28 de junho de 2018
quarta-feira, 27 de junho de 2018
ESPIRITUALIDADE
3
PODEROSOS SACRAMENTAIS PARA MANTER NA BOLSA, NA PASTA OU ATÉ NO BOLSO
Esses lembretes e canais da
graça de Deus podem acompanhar você aonde quer que você vá, em meio às tantas
atividades do cotidiano!
Os sacramentais estão entre
as práticas religiosas menos compreendidas de modo adequado pelos católicos.
Eles fazem parte da vida na
Igreja desde o início do cristianismo, mas são vistos por muita gente, de forma
errônea, como uma espécie de “superstição”. De fato, ao longo dos séculos,
muitos católicos têm usado os sacramentais de modo supersticioso por falta de
compreensão do seu verdadeiro sentido: em vez de instrumentos da graça de Deus,
eles são tratados como objetos “mágicos”, coisa que não são.
Os sacramentais servem para
enriquecer a nossa vida espiritual, não para prejudicá-la. Eles foram
instituídos pela Igreja para incentivar em nós um relacionamento cada vez mais
profundo com Cristo e para nos ajudar a focar na santificação de cada parte da
nossa vida, inclusive nas mais singelas e cotidianas. Os sacramentais são
extensões dos sete sacramentos e nos ajudam a enxergar e acolher a graça de
Deus no nosso dia-a-dia.
Um lugar onde os
sacramentais são especialmente poderosos é o lar: se os usarmos com espírito de
fé, os sacramentais podem nos distanciar de perigos espirituais e nos inspirar
a viver uma vida santa, dedicada a Deus na prática de cada dia.
Mas não é só em casa que
podemos usá-los: também é recomendável conservar sacramentais junto a nós em
nosso carro, no local de trabalho e até dentro da bolsa, da pasta, da mochila
ou mesmo do bolso!
É o caso dos seguintes:
Água
benta
É suficiente uma pequena
garrafinha, que seja fácil e prática para transportar no dia-a-dia: peça que o
seu pároco abençoe a água para você.
A água benta tem o duplo
significado de nos lembrar do nosso batismo e simbolizar a limpeza espiritual.
É usada inclusive em exorcismos: o diabo não suporta a água benta porque é
inteiramente impuro, imundo para toda a eternidade. Ela evoca a água que fluiu
do lado de Cristo, símbolo do batismo, e traz à mente o dia da derrota do
diabo: a crucificação de Cristo para nos redimir do pecado e nos oferecer a
salvação.
Um antigo costume era fixar
recipientes com água benta em algumas paredes da casa: podiam ser simples copos
de louça, em cuja água benta cada morador da casa tocava antes de fazer o Sinal
da Cruz, acolhendo assim a bênção de Deus. Era frequente que esses recipientes
simples, porém dignos, estivessem fixados perto das portas, de modo que as
pessoas recorressem a eles ao saírem e retornarem à casa, ou dentro dos quartos
dos membros da família, como convite a se manterem sempre puros e próximos de
Deus. A água benta também ficava sempre ao alcance quando se desejava de modo
especial afastar as influências do maligno.
O
Crucifixo
É um dos sacramentais mais
simples para se levar consigo. Um pequeno crucifixo sempre presente no seu
cotidiano pode ser um poderoso lembrete do grande amor que Deus tem por você,
além de ser um sinal visível de fé para os seus colegas e amigos que tiverem a
oportunidade de ver que você o conserva com devoção, naturalidade e
simplicidade (sem pretender se exibir, é claro).
Um crucifixo perto de nós
nos diversos ambientes mundanos do dia-a-dia pode ser um meio da graça para
sacudir a nossa consciência quando nos sentimos tentados, seja por futilidades
aparentemente banais, seja por atos abertamente prejudiciais à nossa saúde
psicológica e espiritual. O olhar do Cristo crucificado voltado ao nosso olhar
nos chama de volta à verdade!
De preferência, peça a um sacerdote para abençoar o
crucifixo para você!
O
Rosário
Oferecida por Maria
Santíssima durante uma aparição em 1214 a São Domingos de Gusmão, a oração do rosário
é uma contemplação dos mistérios da vida de Jesus, em união com Nossa Senhora,
enquanto recitamos, em séries, o Pai-Nosso, a Ave-Maria e o Glória com o
auxílio de uma corrente de contas ou nós, que também recebe o nome de
“rosário”.
O termo vem de “rosa” e
representa a oferta de rosas espirituais a Nossa Senhora. Já o nome “terço” se
refere à oração de apenas uma das três partes do tradicional rosário completo,
formado por três conjuntos de mistérios: Gozosos, Dolorosos e Gloriosos. São
João Paulo II acrescentou ainda os Luminosos, mas o termo “terço” continuou a
ser usado mesmo assim.
FONTE: PHILIPI KOLOSKI
terça-feira, 12 de junho de 2018
FELIZ DIA DOS NAMORADOS
Amor da Gente
Todo dia em qualquer lugar eu te encontro
Mesmo sem estar
O amor da gente é pra reparar
Os recados que quem ama dá
Hoje é o Dia dos Namorados
Dos perdidos
E dos achados
Se o planeta só quer rodar
Nesse eixo que a gente está
O amor da gente é pra se guardar
Com cuidado pra ele não quebrar
Hoje é o Dia dos Namorados
Todo mundo planeja amar
Banho quente ou tempestade no ar
O amor da gente é pra temperar
As coisas que a natureza dá
Diz que a era é pra sonhar
Que na terra é só simplificar
O amor da gente é pra continuar
E a nossa força não vai parar
O amor da gente é pra continuar
E a nossa fonte não vai secar
Porque o amor da gente vai continuar
quinta-feira, 7 de junho de 2018
O VELHO MESTRE E O RIO
Como muitas pessoas, eu vivi
grande parte da minha vida sem compreender que a paz interior é uma escolha —
todo mundo pode encontrá-la. O caminho é feito através da aceitação, e esta
história que você vai ler aqui me ajudou a ver isso.
Às vezes, nós só precisamos
de algumas simples palavras para começar a ver a vida, e o que fazemos com ela,
por um ângulo diferente, e é isso que eu espero que você perceba com esta linda
apresentação.
quinta-feira, 24 de maio de 2018
7 GRANDES PEREGRINAÇÕES CATÓLICAS PARA A SUA “LISTA DE DESEJOS”
Nos
passos de Jesus ou dos santos, uma peregrinação é sempre uma chance de
enriquecer a fé
No século IV, as
peregrinações que seguiam os passos de Jesus e dos Apóstolos se tornaram
particularmente populares depois que a mãe de Constantino, Santa Helena, visitou
Jerusalém, descobriu as relíquias que foram consideradas como sendo da Cruz
Verdadeira e construiu igrejas em locais ligados à vida de Jesus. Andar pelos
mesmos caminhos que o Cristo e seus seguidores e ver com os próprios olhos os
lugares das Escrituras era muito mais do que apenas viajar: era viver uma jornada
rumo ao próprio interior.
Roma se tornou um destino
importante para os peregrinos europeus no século VII, depois que a conquista
muçulmana da Terra Santa limitou o número de cristãos que conseguiam visitar os
lugares sagrados em que Cristo tinha estado. As próprias Cruzadas eram
consideradas uma forma de peregrinação. As peregrinações à Terra Santa
aumentaram no final da Idade Média, em parte devido à presença dos frades
franciscanos a quem fora confiada a custódia dos sagrados lugares.
Hoje, os cristãos continuam
a peregrinar para enriquecer a sua vida espiritual. Vivida em espírito de
oração, uma peregrinação pode ser tão transformadora hoje quanto era na época
de São Jerônimo, que, no século IV, escreveu:
“Teremos uma compreensão
mais clara das Escrituras depois de termos visto com nossos próprios olhos os
lugares em que os eventos da nossa salvação se realizaram”.
A lista a seguir é um
vislumbre de alguns lugares sagrados que merecem constar na “lista de desejos”
do peregrino católico:
1
– Terra Santa
Os peregrinos na Terra Santa
seguem os passos de Jesus desde a Basílica da Anunciação, em Nazaré, onde Maria
ouviu do Arcanjo o convite a conceber do Espírito Santo o Filho de Deus, até a
Capela da Ascensão, de onde Ele subiu ao céu, passando pela Basílica da
Natividade, em Belém, onde Ele nasceu, e pela do Santo Sepulcro, em Jerusalém,
onde Seu corpo ficou depositado entre o descenso da Cruz e o Domingo da
Ressurreição. Ao longo dos últimos 800 anos, a ordem de São Francisco manteve a
custódia desses lugares sagrados e tem trabalhado para garantir que os cristãos
continuem existindo no berço do cristianismo. Ao fazermos uma peregrinação à
Terra Santa, nós podemos ajudá-los a cumprir essa missão.
Quando
visitar
Os períodos de maior
transcendência para uma peregrinação à Terra Santa são os que englobam as mais
importantes datas cristãs: o Natal e, principalmente, a Páscoa.
2
– Fátima, Portugal
O santuário marca o local
onde Nossa Senhora apareceu para os pastorinhos Lúcia dos Santos e seus primos
São Francisco e Santa Jacinta Marto, entre maio e outubro de 1917. Peregrinos
do mundo inteiro se reúnem para as procissões iluminadas por velas, que ocorrem
todos os dias, com particular afluência nas datas-chave das aparições de Maria.
Quando
visitar
Durante todo o ano, mas as
procissões mais frequentadas acontecem nos dias 13 de maio e 13 de outubro.
3
– O Caminho de Santiago
O Caminho de Santiago se
tornou um importante destino de peregrinação durante a Idade Média. A tradição
nos diz que os restos mortais do Apóstolo São Tiago foram levados, via barco,
de Jerusalém para o norte da Espanha, onde o corpo foi sepultado. Os peregrinos
medievais empreendiam a árdua jornada rumo à que hoje é a cidade de Santiago de
Compostela, em penitência pelos seus pecados. A peregrinação retomou grande
popularidade ao longo dos últimos anos entre crentes e mesmo não-crentes
desejosos de um retiro da vida moderna. Albergues e pousadas de peregrinos
recebem os viajantes ao longo do percurso, que tem rotas pela Espanha, França e
Portugal.
Quando
visitar
Julho e agosto, auge do
verão europeu, são os meses mais movimentados do Caminho, mas há muitos
peregrinos que viajam durante abril, maio e junho ou então esperam até
setembro, meses que não costumam ser frios e nos quais há menos afluência de
pessoas em comparação com o alto verão.
4
– Irlanda
A Irlanda tem uma longa
tradição de peregrinações cristãs, que remontam ao jejum de São Patrício,
conhecido hoje como Croagh Patrick, em 441. Nos últimos anos, a fundação
Pilgrim Paths (Caminhos dos Peregrinos) tem restaurado os antigos caminhos
penitenciais; com isto, são até agora cinco os roteiros guiados disponíveis. Os
peregrinos recebem um “passaporte” que é carimbado ao completarem cada uma das
cinco rotas; ao obterem todos os carimbos, eles recebem o certificado de
conclusão emitido pela Abadia de Ballintubber, no condado de Mayo.
Quando
visitar
De 18 a 25 de agosto deste
ano, a Pilgrim Paths realiza a sua segunda Irish Pilgrim Journey (Jornada dos
Peregrinos Irlandeses), com guias locais nos cinco roteiros de peregrinação.
Outras peregrinações podem ser feitas por grupos de excursão no contexto do
Encontro Mundial das Famílias, que, em 2018, acontece entre 21 e 26 de agosto
em Dublin.
5
– Roma
Os peregrinos da Europa
Ocidental se dirigiam a Roma pela antiga Via Francígena, que partia da França e
os levava a seguir os passos de santos mártires e dos primeiros cristãos. As
basílicas erigidas pelo imperador Constantino sobre os túmulos de São Pedro e
São Paulo atraíram para a Urbe numerosos fiéis de todo o continente. Os
peregrinos da nossa época podem, por exemplo, conhecer e rezar na Basílica de
São Pedro, assistir a uma audiência com o Papa, visitar as Catacumbas,
percorrer os Museus Vaticanos, rezar nas antigas igrejas da Cidade Eterna…
Quando
visitar
O inverno do hemisfério
Norte é a melhor época para visitar Roma se você quiser evitar as maiores
multidões de turistas. A primavera e o outono europeus oferecem temperaturas
amenas, igualmente com menos multidões que no verão. Nesse período, a Semana Santa
é a mais movimentada pelo afluxo de visitantes, mas, em compensação, é também a
mais rica espiritualmente.
6
– Lourdes
Milhões de peregrinos viajam
até o sudoeste da França todos os anos para visitar o Santuário de Nossa
Senhora de Lourdes. Foi lá que a Santíssima Virgem Maria apareceu 18 vezes, em
1858, para a jovem camponesa Santa Bernadette Soubirous. Em uma das aparições,
ela disse à menina para beber da fonte da gruta, a cujas águas milhares de
enfermos atribuem curas milagrosas. No entanto, os rígidos estudos da Igreja,
verificados por juntas de médicos e cientistas, reconhecem apenas 70 casos como
cientificamente inexplicáveis – ou seja, como milagrosos de fato. Confira neste
artigo os minuciosos critérios que a Igreja adota ao analisar qualquer alegação
de milagre de cura antes de se pronunciar a respeito.
Quando
visitar
Durante a alta temporada,
que começa na Quaresma, geralmente há cerca de 25.000 peregrinos por dia
visitando Lourdes. A temporada de menor afluência vai de outubro a março.
7
– Polônia
Mesmo antes da canonização
de João Paulo II, já tinham se tornado populares entre os católicos as jornadas
espirituais na terra natal do primeiro Papa polonês. O itinerário pode incluir
visitas à casa de infância de Karol Wojtyla em Wadowice, ao santuário da Virgem
Negra de Jasna Gora em Czestochowa, ao santuário da Divina Misericórdia, à cela
em que foi martirizado São Maximiliano Kolbe no campo de concentração de
Auschwitz, além de passeios aos belos montes Tatra, onde São João Paulo gostava
de esquiar.
Quando
visitar
Como em muitos dos destinos
populares da Europa, o verão é a época mais concorrida. O período de maio a
outubro é a melhor época para quem quer evitar o inverno da Polônia, que
costuma ser rigoroso.
FONTE: https://pt.aleteia.org/2018/05/23/7-grandes-peregrinacoes-catolicas-para-voce-considerar-na-sua-lista-de-desejos/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt
terça-feira, 22 de maio de 2018
MARIA, MÃE DA IGREJA É CELEBRADA PELA PRIMEIRA VEZ
Data foi estabelecida pelo
Papa Francisco no início de 2018
Neste dia 21 de maio,
segunda-feira após o Domingo de Pentecostes, celebramos pela primeira vez a
memória da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, data que foi
estabelecida pelo Papa Francisco no início deste ano, por meio de um Decreto da
Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.
“Esta celebração ajudará a
recordar que a vida cristã, para crescer, deve ser ancorada no mistério da
Cruz, na oblação de Cristo no convite eucarístico e na Virgem oferente, Mãe do
Redentor e dos redimidos”, afirma o documento.
O texto explica ainda que o
Papa Francisco decidiu estabelecer esta memória da Virgem Maria, Mãe da Igreja,
“considerando atentamente quanto à promoção desta devoção possa favorecer o
crescimento do sentido materno da Igreja nos Pastores, nos religiosos e nos
fiéis, como, também, da genuína piedade mariana”.
O Evangelho de São João
narra que, “junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe,
Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Quando Jesus viu sua mãe e perto
dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: ‘Mulher, eis aí teu filho’. Depois
disse ao discípulo: ‘Eis aí tua mãe’” (Jo 19,25-27).
Com referência a este
episódio evangélico, o decreto assinala que a Virgem Maria “aceitou o
testamento do amor do seu Filho e acolheu todos os homens, personificado no
discípulo amado, como filhos a regenerar à vida divina, tornando-se a amorosa
Mãe da Igreja, que Cristo gerou na cruz, dando o Espírito”.
“Por sua vez, no discípulo
amado, Cristo elegeu todos os discípulos como herdeiros do seu amor para com a
Mãe, confiando-a a eles para que estes a acolhessem com amor filial”.
Além disso, continua o
texto, “dedicada guia da Igreja nascente, Maria iniciou, portanto, a própria
missão materna já no cenáculo, rezando com os Apóstolos na expectativa da vinda
do Espírito Santo”.
Segundo o decreto, ao longo
dos séculos, “a piedade cristã honrou Maria com os títulos, de certo modo
equivalentes, de Mãe dos discípulos, dos fiéis, dos crentes, de todos aqueles
que renascem em Cristo e, também, ‘Mãe da Igreja’, como aparece nos textos dos
autores espirituais assim como nos do magistério de Bento XIV e Leão XIII”.
Assim, recorda que “o beato
papa Paulo VI, a 21 de novembro de 1964, por ocasião do encerramento da terça
sessão do Concílio Vaticano II, declarou a bem-aventurada Virgem Maria ‘Mãe da
Igreja, isto é, de todo o Povo de Deus, tanto dos fiéis como dos pastores, que
lhe chamam Mãe amorosíssima’ e estabeleceu que ‘com este título suavíssimo seja
a Mãe de Deus doravante honrada e invocada por todo o povo cristão’”.
Além disso, a Sé Apostólica
propôs uma Missa votiva em honra de Santa Maria, Mãe da Igreja, por ocasião do
Ano Santo da Reconciliação em 1975. “A mesma deu a possibilidade de acrescentar
a invocação deste título na Ladainha Lauretana (1980), e publicou outros
formulários na Coletânea de Missas da Virgem Santa Maria (1986). Para algumas
nações e famílias religiosas que pediram, concedeu a possibilidade de
acrescentar esta celebração no seu Calendário particular”.
Agora, o Papa Francisco
“estabeleceu que esta memória da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja,
seja inscrita no Calendário Romano na Segunda-feira depois do Pentecostes, e
que seja celebrada todos os anos”.
FONTE: https://pt.aleteia.org/2018/05/21/maria-mae-da-igreja-e-celebrada-pela-primeira-vez/?li_source=base&li_medium=keep-reading
MARIA, MÃE DA IGREJA É CELEBRADA PELA PRIMEIRA VEZ
Data foi estabelecida pelo
Papa Francisco no início de 2018
Neste dia 21 de maio,
segunda-feira após o Domingo de Pentecostes, celebramos pela primeira vez a
memória da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, data que foi
estabelecida pelo Papa Francisco no início deste ano, por meio de um Decreto da
Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.
“Esta celebração ajudará a
recordar que a vida cristã, para crescer, deve ser ancorada no mistério da
Cruz, na oblação de Cristo no convite eucarístico e na Virgem oferente, Mãe do
Redentor e dos redimidos”, afirma o documento.
O texto explica ainda que o
Papa Francisco decidiu estabelecer esta memória da Virgem Maria, Mãe da Igreja,
“considerando atentamente quanto à promoção desta devoção possa favorecer o
crescimento do sentido materno da Igreja nos Pastores, nos religiosos e nos
fiéis, como, também, da genuína piedade mariana”.
O Evangelho de São João
narra que, “junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe,
Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Quando Jesus viu sua mãe e perto
dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: ‘Mulher, eis aí teu filho’. Depois
disse ao discípulo: ‘Eis aí tua mãe’” (Jo 19,25-27).
Com referência a este
episódio evangélico, o decreto assinala que a Virgem Maria “aceitou o
testamento do amor do seu Filho e acolheu todos os homens, personificado no
discípulo amado, como filhos a regenerar à vida divina, tornando-se a amorosa
Mãe da Igreja, que Cristo gerou na cruz, dando o Espírito”.
“Por sua vez, no discípulo
amado, Cristo elegeu todos os discípulos como herdeiros do seu amor para com a
Mãe, confiando-a a eles para que estes a acolhessem com amor filial”.
Além disso, continua o
texto, “dedicada guia da Igreja nascente, Maria iniciou, portanto, a própria
missão materna já no cenáculo, rezando com os Apóstolos na expectativa da vinda
do Espírito Santo”.
Segundo o decreto, ao longo
dos séculos, “a piedade cristã honrou Maria com os títulos, de certo modo
equivalentes, de Mãe dos discípulos, dos fiéis, dos crentes, de todos aqueles
que renascem em Cristo e, também, ‘Mãe da Igreja’, como aparece nos textos dos
autores espirituais assim como nos do magistério de Bento XIV e Leão XIII”.
Assim, recorda que “o beato
papa Paulo VI, a 21 de novembro de 1964, por ocasião do encerramento da terça
sessão do Concílio Vaticano II, declarou a bem-aventurada Virgem Maria ‘Mãe da
Igreja, isto é, de todo o Povo de Deus, tanto dos fiéis como dos pastores, que
lhe chamam Mãe amorosíssima’ e estabeleceu que ‘com este título suavíssimo seja
a Mãe de Deus doravante honrada e invocada por todo o povo cristão’”.
Além disso, a Sé Apostólica
propôs uma Missa votiva em honra de Santa Maria, Mãe da Igreja, por ocasião do
Ano Santo da Reconciliação em 1975. “A mesma deu a possibilidade de acrescentar
a invocação deste título na Ladainha Lauretana (1980), e publicou outros
formulários na Coletânea de Missas da Virgem Santa Maria (1986). Para algumas
nações e famílias religiosas que pediram, concedeu a possibilidade de
acrescentar esta celebração no seu Calendário particular”.
Agora, o Papa Francisco
“estabeleceu que esta memória da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja,
seja inscrita no Calendário Romano na Segunda-feira depois do Pentecostes, e
que seja celebrada todos os anos”.
FONTE: https://pt.aleteia.org/2018/05/21/maria-mae-da-igreja-e-celebrada-pela-primeira-vez/?li_source=base&li_medium=keep-reading
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