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quarta-feira, 18 de abril de 2018

OVOS MEXIDOS PERFEITOS



INGREDIENTES
• 4 ovos grandes
• 4 colheres (sopa) de leite
• Sal a gosto
• Pimenta do reino a gosto (pode usar pimenta branca, calabresa, a que preferir)
• 1 colher (sopa) de manteiga
• Temperos e condimentos a gosto (orégano, manjericão, cheiro verde, um pouquinho de páprica fica incrível etc.)

MODO DE PREPARO
Em um recipiente bata os ovos levemente até que a clara e geme se incorporem.

Em seguida junte o leite e tempere com sal e pimenta do reino a gosto (se quiser, já tempere com outros condimentos agora).

Misture bem.
Coloque a manteiga em uma frigideira antiaderente e leve ao fogo baixo até derreter.

Agora adicione os ovos batidos e mexa suavemente com uma espátula sem parar puxando dos cantos para o centro.

É preciso “quebrar” o ovo conforme ele cozinha.
Quando os ovos estiverem cozidos e cremosos, disponha a mistura em um prato e sirva imediatamente.

Se deixar na frigideira quente, eles continuaram cozinhando e vão ficar secos.

terça-feira, 17 de abril de 2018

PAPA FRANCISCO: “ESTOU PROFUNDAMENTE TRANSTORNADO COM A ATUAL SITUAÇÃO MUNDIAL”




O Papa se referiu à guerra na Síria, aos jornalistas mortos no Equador e ao caso do bebê que foi sentenciado à morte no Reino Unido.

Durante o Regina Caeli deste domingo, 14 de abril de 2018, o Papa Francisco disse que está “profundamente transtornado com a atual situação mundial”. O pontífice afirmou que, “não obstante os instrumentos à disposição da comunidade internacional não se conseguem chegar uma ação comum a favor da paz na Síria e em outras regiões do mundo”

Em seu convite à paz e à justiça, Francisco pediu para que todos rezem: “Enquanto rezo pela paz, e convido todas as pessoas de boa vontade a continuarem a fazer o mesmo, apelo novamente a todos os responsáveis políticos, para que prevaleçam a justiça e a paz.”

O Papa também lembrou os três jornalistas sequestrados e mortos no Equador: “Rezo por eles e por suas famílias, e me sinto muito próximo ao querido povo equatoriano. Eu os encorajo a seguir adiante, unidos e em paz”, conclamou Francisco.

Outro tema abordado pelo Papa foi o direito à vida e o cuidado aos enfermos. Ele se lembrou do caso do bebê Alfie Evans, por quem pediu orações e solicitou respeito e dignidade.

  Alvaro Real / Redação da Aleteia           | Abr 16, 2018

segunda-feira, 16 de abril de 2018

OS BENEFÍCIOS SAUDÁVEIS DAS UVAS



Você sabia que os vinhos podem ser benéficos à nossa saúde? Uma das razões para isso é um composto chamado resveratrol, encontrado nas uvas. Embora as pesquisas sobre os vastos benefícios do resveratrol, encontrada nas uvas escuras, continuem em andamento, compartilhamos a seguir fatos já descobertos e demonstrados:

1. Ajuda a emagrecer
Uma surpreendente pesquisa conduzida pela Dra. Anne Mery Della Fera, da Universidade da Geórgia (Estados Unidos), descobriu que o resveratrol (especialmente quando combinado com as isoflavonas da soja), trabalha no corpo de duas maneiras significativas para ajudar você a perder peso: 1 ) reduz drasticamente (130%) a capacidade das células para armazenar gordura e 2) faz com que as células de gordura se desintegrem a uma velocidade 246% maior do que o normal.

2. Limpam e protegem o cérebro de plaquetas prejudiciais
Vários estudos da Universidade da Suíça indicaram que o resveratrol tem a capacidade de proteger o nosso cérebro. Os pesquisadores descobriram que esta substância tem capacidade para limpar as placas que danificam o cérebro, bem como os radicais livres, que têm sido associados à doença de Alzheimer. São tão poderosas as propriedades deste nutriente, que os cientistas têm se referido a ele como "reverte-tudo".

3. Melhora a capacidade cerebral
Em um estudo britânico, estudantes que tomaram resveratrol tiveram um aumento de 200% do fluxo sanguíneo em seus cérebros, e os cientistas acreditam que esta substância pode ajudar a dar mais velocidade para as nossas reações mentais.

4. Protege contra o câncer de pele
Muitos estudos sobre o resveratrol indicam que ele parece ter um efeito positivo contra o câncer. As pesquisas mostraram que a substância protege a pele dos danos causados pelos raios UV do sol, evitando assim o desenvolvimento de câncer de pele.

5. Protege o corpo contra radiação

Tem sido demonstrado, através de pesquisas,  que este poderoso nutriente protege o organismo contra os efeitos colaterais da radioterapia, empregada em muitos tratamentos contra o câncer.

6. Ativa o gene da longevidade

Estudos demonstram que o resveratrol é capaz de ativar o gene humano para a sobrevivência e longevidade.

7. Previne a diabetes
Pessoas com altos níveis de glicose no sangue, porém ainda não diabéticas (pré-diabetes), receberam resveratrol e descobriu-se que essa substância causou uma queda de 10% nos níveis de açúcar no sangue.

8. Reduz as inflamações
Resveratrol funciona como um agente anti-inflamatório, e pode, portanto, ser eficaz no tratamento de doenças cardíacas.

9. Auxilia na recuperação muscular
Como um antioxidante potente, esta substância auxilia a eliminação de ácido úrico e outras toxinas das células e órgãos do nosso corpo, o que ajuda na recuperação rápida dos tecidos musculares.

Tem sido demonstrado, através de pesquisas,  que este poderoso nutriente protege o organismo contra os efeitos colaterais da radioterapia, empregada em muitos tratamentos contra o câncer.

FONTE: http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=11446

ORAÇÃO PARA ESTA MANHÃ



Felizes os que habitam vossa casa;  para sempre haverão de vos louvar!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. 
Amém!

HINO

A fiel Jerusalém canta um hino triunfal,
celebrando, jubilosa, Jesus Cristo, a Luz pascal.

A serpente é esmagada pelo Cristo, leão forte,
que ressurge e chama à vida os cativos pela morte.

Ele vence, refulgindo de grandeza e majestade.
Ele faz de céus e terra uma pátria de unidade.

Nosso canto suplicante pede ao Rei ressuscitado
que receba no seu Reino o seu povo consagrado.

Ó Jesus, do vosso povo sede o júbilo pascal.
Dai aos novos pela graça a vitória triunfal.

Glória a vós, Jesus invicto, sobre a morte triunfante.
Com o Pai e o Santo Espírito sois luz nova e radiante.

Felizes os que habitam vossa casa; para sempre haverão de vos louvar!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. 
Amém


segunda-feira, 9 de abril de 2018

PAPA FRANCISCO: NÃO DEVEMOS TER MEDO DE SENTIR VERGONHA


  


Advertência do Papa: cuidado para não ficar cometendo sempre os mesmos pecados.

“Quando cometo um grande pecado, se eu, com toda a honestidade, não quero me perdoar, por que o faria Deus?”, perguntou hoje o Papa.

Dirigindo-se aos fiéis presentes na Praça São Pedro no Domingo da Divina Misericórdia – festa instituída por São João Paulo II – o Papa Francisco recordou do perdão, afirmando que diante das passagens que parecem bloqueadas da vergonha, da resignação e do nosso pecado, justamente ali “Deus faz maravilhas”, pois Ele adora entrar através das portas fechadas”, pois para Ele, “nada é intransponível”.

Os discípulos reconheceram Jesus pelas suas chagas. Inspirando-se no Evangelho do dia que descreve a incredulidade de Tomé que diz que acreditaria somente se pusesse “o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado”, o Papa iniciou dizendo que “temos de agradecer a Tomé, pois a ele não bastou ouvir dizer dos outros que Jesus estava vivo, e nem sequer com poder vê-Lo em carne e osso, mas quis ver dentro, tocar com a mão nas suas chagas, os sinais do seu amor.”

Tomé, o “Dídimo”, “é verdadeiramente nosso irmão gêmeo. Pois também a nós não basta saber que Deus existe”:

“Um Deus ressuscitado, mas longínquo, não nos preenche a nossa vida; não nos atrai um Deus distante, por mais que seja justo e santo. Não. Nós também precisamos “ver a Deus”, de “tocar com a mão” que Ele tenha ressuscitado por nós”.

E podemos vê-Lo, “por meio das suas chagas”:
“Entrar nas suas chagas significa contemplar o amor sem medidas que brota do seu coração.  Este é o caminho. Significa entender que o seu coração bate por mim, por ti, por cada um de nós. Queridos irmãos e irmãs, podemos nos considerar e chamar-nos cristãos, e falar sobre muitos belos valores da fé, mas, como os discípulos, precisamos ver Jesus tocando o seu amor. Só assim podemos ir ao coração da fé e, como os discípulos, encontrar uma paz e uma alegria mais fortes que qualquer dúvida”.

O Papa a seguir, chamou a atenção para o pronome usado por Tomé ao exclamar “Meu Senhor e meu Deus!”:

“Trata-se de um pronome possessivo e, se refletimos sobre isso, podia parecer fora do lugar referi-lo a Deus: como Deus pode ser meu?
Como posso fazer que o Todo-poderoso seja meu? Na realidade, dizendo meu, não profanamos a Deus, mas honramos a sua misericórdia, pois foi Ele que quis “fazer-se nosso”.
Deus – ressaltou o Pontífice – “não se ofende de ser “nosso”, pois o amor exige familiaridade, a misericórdia requer confiança”, e como Ele mesmo se apresenta no primeiros dos Dez Mandamentos e também a Tomé:

“Entrando hoje, através das chagas, no mistério de Deus, entendemos que a misericórdia não é mais uma de suas qualidades entre outras, mas o palpitar do seu coração. E então, como Tomé, não vivemos mais como discípulos vacilantes; devotos, mas hesitantes; nós também nos tornamos verdadeiros enamorados do Senhor! Não tenhamos medo desta palavra: enamorados do Senhor!”

Mas, “como saborear este amor, como tocar hoje com a mão a misericórdia de Jesus?” Logo depois de ressuscitar – explica o Papa – Jesus “dá o Espírito para perdoar os pecados”:

“Para experimentar o amor, é preciso passar por ali. Eu me deixo perdoar? Mas, Padre, ir confessar-se parece difícil. Diante de Deus, somos tentados a fazer como os discípulos no Evangelho: trancarmo-nos por detrás de portas fechadas. Eles faziam isso por temor e nós também temos medo, vergonha de abrir-nos e contar os nossos pecados. Que o Senhor nos dê a graça de compreender a vergonha: de vê-la não como uma porta fechada, mas como o primeiro passo do encontro”.

Sentir-se envergonhados, reitera Francisco, é um motivos para sermos agradecidos, pois “quer dizer que não aceitamos o mal, e isso é bom”. “A vergonha é um convite secreto da alma que tem necessidade do Senhor para vencer o mal.”

“O drama está quando não se sente vergonha por coisa alguma. Nós não devemos ter medo de sentir vergonha! E passemos da vergonha ao perdão!”

Mas diante deste perdão do Senhor, há uma porta fechada: a resignação, experimentada pelos discípulos quando  “na Páscoa, constatavam que tudo tivesse voltado a ser como antes: ainda estavam lá, em Jerusalém, desalentados; o “capítulo Jesus” parecia terminado e, depois de tanto tempo com Ele, nada tinha mudado”.

O mesmo pode ocorrer conosco. Mesmo sendo cristãos há muito tempo, parece que nada muda, “cometo sempre os mesmos pecados”, e desalentados, “renunciamos à misericórdia”:

“Entretanto, o Senhor nos interpela: “Não acreditas que a misericórdia é maior do que a tua miséria? Estás reincidente no pecado? Sê reincidente em clamar por misericórdia, e veremos quem leva a melhor!”. E depois – quem conhece o sacramento do perdão o sabe – não é verdade que tudo permaneça como antes”.

“Em cada perdão – recordou o Papa –  recebemos novo alento, somos encorajados, pois nos sentimos cada vez mais amados, mas abraçados pelo Pai:

“E quando, sentindo-nos amados, caímos mais uma vez, sentimos mais dor do que antes. É uma dor benéfica, que lentamente nos separa do pecado. Descobrimos então que a força da vida é receber o perdão de Deus, e seguir em frente, de perdão em perdão. E assim segue a vida: de vergonha em vergonha, de perdão em perdão. E esta é a vida cristã”.

Mas há uma outra porta fechada, muitas vezes “blindada”:  o nosso pecado.
“Quando cometo um grande pecado, se eu, com toda a honestidade, não quero me perdoar, por que o faria Deus?”, pergunta o Papa, que explica:

“Esta porta, no entanto, está fechada só de um lado: o nosso; para Deus nunca é intransponível. Ele, como nos ensina o Evangelho, adora entrar justamente através “das portas fechadas”, quando todas as passagens parecem bloqueadas. Lá Deus faz maravilhas”.

“Ele nunca decide separar-se de nós, somos nós que o deixamos do lado de fora”:

“Mas quando nos confessamos, tem lugar o inaudito”: descobrimos que precisamente aquele pecado, que nos mantinha distantes do Senhor, converte-se no lugar do encontro com Ele. Ali o Deus ferido de amor vem ao encontro das nossas feridas.

E torna as nossas chagas miseráveis semelhantes às suas chagas gloriosas. Existe uma transformação: a minha mísera chaga assemelha-se às suas chagas gloriosas. Pois Ele é misericórdia e faz maravilhas nas nossas misérias. Como Tomé, peçamos hoje a graça de reconhecer o nosso Deus: de encontrar no seu perdão a nossa alegria;  de encontrar na sua misericórdia a nossa esperança”.

(Vatican News)   Rádio Vaticano       | Abr 08, 2018

PEIXINHO NO FORNO




INGREDIENTES
Filetes de peixe a gosto 5 dentes de alho azeite 1 folha de louro colorau (pimentão vermelho) a gosto sal e pimenta salsa picada folha de alumínio.

MODO DE PREPARO
Forra-se um tabuleiro com papel de alumínio. Espalha-se um fio de azeite no fundo tabuleiro. Picam-se 3 dentes de alho miudinhos e espalham-se também no fundo do tabuleiro, assim como a folha de louro que se parte em 4 partes.

Temperam-se os filetes com sal e pimenta a gosto, dispõem-se por cima do arranjo , do azeite, alhos e louro. Acamam-se bem, polvilham-se os restantes alhos bem picadinhos sobre o peixe, mais um pequeno fio de azeite, salpica-se com o colorau e polvilha-se com salsa fresca picadinha.

Cobre-se o tabuleiro com uma folha de alumínio e vai a forno moderado a assar por cerca de 15 minutos. Passado esse tempo, tira-se a folha de alumínio e assa no topo do forno por mais 5 minutinho para alourar um pouco.
Para a batata a murro, os ingredientes:

Batatas a gosto pequenas de preferência azeite dentes de alho colorau Cozem-se as batatas com pele. Depois de cozidas, escorrem-se e dá-se a cada uma delas um murro ligeiro , de forma a abri-las. Fritam-se ligeiramente os alhos picados, com colorau, em azeite suficiente para temperar as batatas, e tempera-se com sal e pimenta. Depois de pronto regam-se as batatas com esse azeite aromatizado, tendo o cuidado de todas ficarem temperadas.


quinta-feira, 5 de abril de 2018

9 FATOS SOBRE O DOMINGO DA DIVINA MISERICÓRDIA




Ele é celebrado no segundo domingo da Páscoa por determinação de São João Paulo II, a partir de revelações a Santa Faustina

No segundo Domingo da Páscoa, a Igreja celebra a Divina Misericórdia. E todos nós, católicos, precisamos conhecer estes 9 fatos sobre esta iluminadora e alentadora celebração da nossa fé em Deus Misericordioso:

1. Quem o incluiu no calendário da Igreja foi São João Paulo II
No ano 2000, o Papa João Paulo II canonizou Santa Faustina e, durante a celebração, declarou:

“É importante, então, que acolhamos inteiramente a mensagem que nos vem da palavra de Deus neste segundo Domingo de Páscoa, que de agora em diante na Igreja inteira tomará o nome de ‘Domingo da Divina Misericórdia’” (Homilia, 30 de abril de 2000).

2. A base desta devoção vem de revelações privadas a Santa Faustina
Esta celebração acontece no segundo Domingo da Páscoa. Baseia-se nas revelações privadas a Santa Faustina Kowalska, religiosa polonesa que recebeu as mensagens de Jesus sobre sua Divina Misericórdia no povoado de Plock, na Polônia.

Em seu comentário teológico sobre a mensagem de Fátima, o então Cardeal Joseph Ratzinger, agora Papa Emérito Bento XVI, escreveu:

“Podemos acrescentar que frequentemente as revelações privadas provêm da piedade popular e nela se refletem, dando-lhe novo impulso e suscitando formas novas. Isto não exclui que aquelas tenham influência também na própria liturgia, como o demonstram por exemplo a festa do Corpo de Deus e a do Sagrado Coração de Jesus”.

3. Esta celebração é enriquecida com a possibilidade de indulgência plenária
Entre outras coisas, esse domingo especialíssimo oferece a possibilidade da indulgência plenária:

“Para fazer com que os fiéis vivam com piedade intensa esta celebração, o mesmo Sumo Pontífice (João Paulo II) estabeleceu que o citado Domingo seja enriquecido com a Indulgência Plenária”, “para que os fiéis possam receber mais amplamente o dom do conforto do Espírito Santo e desta forma alimentar uma caridade crescente para com Deus e o próximo e, obtendo eles mesmos o perdão de Deus, sejam por sua vez induzidos a perdoar imediatamente aos irmãos” (Decreto da Penitenciaria Apostólica de 2002).

4. Quem revelou a imagem da Divina Misericórdia foi o próprio Jesus
Esta imagem foi revelada a Santa Faustina em 1931 e o próprio Jesus lhe pediu que a pintasse. Em seguida, explicou-lhe seu significado e o que os fiéis alcançarão com ela.

Na maioria das versões, Jesus se mostra levantando sua mão direita em sinal de bênção e apontando com sua mão esquerda o peito do qual fluem dois raios: um vermelho e outro branco.

“O raio pálido significa a Água que justifica as almas; o raio vermelho significa o Sangue que é a vida das almas (…) Feliz aquele que viver à sua sombra, porque não será atingido pelo braço da justiça de Deus” (Diário, 299).

Toda a imagem é um símbolo da caridade, do perdão e do amor de Deus, conhecida como a “Fonte da Misericórdia”.

5. Existem orações particulares ligadas a esta devoção
O Terço da Divina Misericórdia é um conjunto de orações usadas como parte da devoção à Divina Misericórdia.

Costuma-se rezá-lo às 15h, momento da morte de Jesus, usando as contas do terço, mas com um conjunto diferente de orações:

Primeiramente, reza-se o Pai-Nosso, a Ave-Maria e o Credo.
Depois, nas contas do Pai-Nosso, diz-se: “Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro”.

Nas contas da Ave-Maria, reza-se: “Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro”.

Ao final, reza-se três vezes: “Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro”.
Saiba mais neste artigo: 5 bons motivos para rezar o Terço da Divina Misericórdia
6. A Divina Misericórdia é vinculada ao Evangelho do segundo Domingo da Páscoa
A imagem da Divina Misericórdia representa Jesus no momento em que aparece aos discípulos no Cenáculo – após a ressurreição –, quando lhes dá o poder de perdoar ou reter os pecados.

Este momento está registrado em João 20,19-31, que é a leitura do Evangelho deste domingo.

A leitura é colocada neste dia porque inclui a aparição ao apóstolo Tomé (quando Jesus o convida a tocar suas chagas). Este evento ocorreu no oitavo dia depois da Ressurreição (João 20,26) e, por isso, é utilizado na liturgia oito dias depois da Páscoa.

7. Os sacerdotes têm poder especial para administrar a Divina Misericórdia
Em João 20, 21-23, afirma-se:

“Novamente, Jesus disse: ‘A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio’. E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: ‘Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos’”.

8. A confissão é a ação da Divina Misericórdia até o fim dos tempos
Jesus capacitou os apóstolos (e seus sucessores no ministério) com o Espírito Santo para perdoar ou reter (não perdoar) os pecados.
Como estão facultados com o Espírito de Deus para fazer isso, sua administração do perdão é eficaz: realmente elimina o pecado em vez de ser um símbolo de perdão.
9. Nas revelações privadas, Jesus dá grande importância à Sua segunda vinda
Jesus promete regressar em glória para julgar o mundo no amor, como claramente diz em seu discurso do Reino nos capítulos 13 e 25 de São Mateus.

Somente no contexto de uma revelação pública como é ensinado pelo Magistério da Igreja se pode situar as palavras da revelação privada dada a Irmã Faustina.

“Prepararás o mundo para a minha última vinda” (Diário, 429).
“Fala ao mundo da Minha misericórdia, que toda a humanidade conheça a Minha insondável misericórdia. Este é o sinal para os últimos tempos; depois dele virá o dia da justiça. Enquanto é tempo, recorram à fonte da Minha misericórdia” (Diário, 848).

“Fala às almas desta Minha grade misericórdia, porque está perto o dia terrível, o dia da Minha justiça” (Diário, 965).

“Prolongo-lhes o tempo da Misericórdia, mas ai deles, se não reconhecerem o tempo da Minha visita” (Diário, 1160).

“Antes do Dia da justiça envio o dia da misericórdia” (Diário, 1588).
“Quem não queira passar pela porta de Minha misericórdia, tem que passar pela porta de Minha justiça” (Diário, 1146).

FONTE: https://pt.aleteia.org/2018/04/04/9-fatos-sobre-o-domingo-da-divina-misericordia/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt